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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um défice de -410 milhões de euros, diminuindo 946 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

A Balança Corrente registou um saldo de -863 milhões de euros, diminuindo 1208 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 262 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 453 milhões de euros.

Em 2024, a economia portuguesa registou um excedente externo de 9,3 mil milhões de euros, o que corresponde a 3,3% do PIB, superando o excedente de 5,3 mil milhões de euros alcançado em 2023 (2,0% do PIB). O rácio de 2024 é o mais elevado da série, com início em 1953.

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Em dezembro de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -296 milhões de euros, o que compara com -185 milhões de euros no mês precedente.

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Pilar de Competitividade: Inovação, I&D e Empreendedorismo

A presente publicação apresenta informação relativa a uma seleção de indicadores de despesa e recursos humanos em atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e de atividades de Inovação realizadas por empresas, em Portugal. Na segunda parte, destacam-se as principais iniciativas de política pública aprovadas recentemente, que visam contribuir ativamente para o desenvolvimento da economia portuguesa em coerência com os objetivos, nacionais e europeus, da transição verde e digital.

Uma das grandes prioridades das políticas públicas em Portugal tem sido aumentar a competitividade e a resiliência da economia portuguesa, com base na incorporação de conhecimento, através da I&D e da inovação, na diversificação e na especialização da estrutura produtiva.

 

Painel das Atividades de Inovação e I&D nas Empresas

GEE Base de Dados de I&D 

GEE Base de Dados de Inovação

Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 4 133 milhões de euros, o que compara com um valor de 561 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -8 milhões de euros (358 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de janeiro de 2025, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 302 421 milhões de euros, aumentando 3042 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 7,0%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 43 878 milhões de euros, diminuindo 35 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 12,3%.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em janeiro de 2025, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -0,3%, menos 1,9 pp (pontos percentuais) face ao registado no mês anterior (1,6%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 4,2%, menos 2,8 pp face à variação verificada no mês de dezembro de 2024 (7,0%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de -3,0% e -0,5%, respetivamente, o que compara com as variações de 0,1% e 0,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 1,3% (1,4 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -1,6% em termos homólogos (-0,4% no mês anterior) e de -0,8% em termos mensais (0,4% em janeiro de 2024).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 117,7 pontos em janeiro de 2025, menos 1,8 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 1,1 pontos para 115,6 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 3,7 pontos para 115,2 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento não se alterou face ao mês anterior para 111,0 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 2,4 pontos, passando de 127,0 pontos em dezembro para 124,6 em janeiro.

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e dezembro de 2024, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 176,9 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 57,4 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 0,6% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu -2,9% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 150,1 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 34,4 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 1,1% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,2% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em janeiro de 2025, uma variação homóloga de -11,0%, o que se traduz numa diminuição de 36,2 p.p. face ao mês precedente (25,2%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 50,8 pontos, o que compara com 57,2 pontos no mês anterior e 57,1 pontos em janeiro de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Estimativa – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 4º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (1,6% no trimestre anterior) e uma variação de 0,2% em relação ao trimestre anterior (0,2% no 3º trimestre de 2024).

A variação homóloga registou 0,9% na Zona Euro (0,9% no 3º trimestre de 2024) e 1,1% na UE27 (1,0% no 3º trimestre de 2024). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,1% (0,4% no 3º trimestre de 2024) na Zona Euro e uma variação de 0,2% (0,4% no 3º trimestre de 2024) na UE27.

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior em Portugal (1,5%), na Polónia (1,3%) e na Lituânia (0,9%). As descidas foram observadas na Irlanda (-1,3%), Alemanha (-0,2%) e França (-0,1%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Polónia (3,7%), Lituânia (3,6%) e Espanha (3,5%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as diminuições na Alemanha e Áustria (ambos -0,2%) e Estónia (-0,1%).

Nos EUA, no 4º trimestre de 2024, o PIB aumentou 2,5% em termos homólogos (2,7% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,6% em comparação com o trimestre anterior (0,8% no 3º trimestre de 2024).

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(Gráficos: Eurostat)

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 5,9%, para 1777 euros, no 4º trimestre de 2024, em relação ao mesmo período de 2023. A componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram 6,5% e 6,1%, situando-se em 1301 euros e 1218 euros, respetivamente.

Em termos reais, tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média aumentou 3,2% e as suas componentes regular e base aumentaram 3,8% e 3,4%.

Estes resultados abrangem 4,8 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 2,5% do que no mesmo período de 2023.

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(Gráficos: INE)

Em 2024, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou, em relação a 2023, para 1602 euros (6,3%), a componente regular para 1294 euros (6,4%) e a componente base para 1213 euros (6,2%). Em termos reais, na comparação anual, os três tipos de remuneração aumentaram: 3,8%, 3,9% e 3,7%, respetivamente.

Remuneração bruta é a remuneração ilíquida, em dinheiro ou em géneros, paga aos trabalhadores pelas horas de trabalho efetuadas ou pelo trabalho realizado no período normal e no extraordinário, incluindo o pagamento de horas remuneradas mas não efetuadas (férias, feriados e outras ausências pagas), e os subsídios de caráter regular, tais como subsídios de alimentação, função, alojamento ou transportes, diuturnidades ou prémios de antiguidade, produtividade, assiduidade e isenção de horário, ou trabalhos penosos, perigosos, sujos, por turnos e noturnos.

Remuneração bruta mensal regular é a remuneração ilíquida mensal que corresponde ao somatório da remuneração de base com outras componentes remuneratórias regulares, nomeadamente subsídios de alimentação, diuturnidades ou prémios de antiguidade, prémios, bónus e outras prestações regulares de carácter mensal e exclui, entre outras componentes salariais, os subsídios de férias e de Natal, pelo que tem um comportamento menos sazonal. Em 2024, correspondia a 80,8% da remuneração bruta mensal total.

Remuneração de base é o montante ilíquido (antes da dedução de quaisquer descontos) em dinheiro e/ou géneros, pago com caráter regular e garantido ao trabalhador no período de referência e correspondente ao período normal de trabalho. Em 2024, correspondia a 75,7% da remuneração bruta mensal total.

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Atividade Turística – INE

Em dezembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 4,2 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 2,9% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,6 milhões de dormidas (4,4%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,6 milhões de dormidas (0,6%, VH).

Em 2024, a hotelaria registou 80,3 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (4,0%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 23,9 milhões de dormidas (2,4%, VHA) e os não residentes representam 56,4 milhões de dormidas (4,8%, VHA).

Em dezembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 313,8 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 9,2%. Em termos regionais (NUTS II), em dezembro de 2024, destacam-se as regiões do RA Madeira (22,6%), do Alentejo (10,9%) e do Península de Setúbal (9,6%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

Em 2024, foram registados 6669,2 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 10,9%.

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