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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em dezembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -0,8%, diminuindo 1,3 pontos percentuais (pp) em relação ao observado no mês de novembro de 2024 (0,5% VH).

Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de -7,9% e -4,3%, após terem registado variações de 1,7% e 3,5% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 7,6% e 9,0%, após terem registado variações de -5,8% e -0,1% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em dezembro de 2024, uma variação homóloga de -3,7%, diminuindo 9,5 p.p. em comparação com o mês anterior (5,8%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 3,4 pp em termos homólogos (1,0% em dezembro face aos -2,4% registados em novembro).

No conjunto do ano de 2024, o volume de negócios na indústria apresentou uma redução média de 0,9%, após a diminuição de 3,3% no ano anterior.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

Os primeiros resultados anuais de 2024 apontam para aumentos nas exportações e importações, +2,5% e +1,9%, respetivamente (-1,4% e -4,0% em 2023, pela mesma ordem), tendo o défice da balança comercial registado um agravamento de 78 milhões de euros, para os 27 887 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 2,0% e 3,0%, respetivamente, em 2024 (+0,7% e +1,7% em 2023, pela mesma ordem). Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice da balança comercial atingiu 21 909 milhões de euros, agravando-se em 1 328 milhões face a 2023.

No 4º trimestre de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 4,0% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 5,4% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 659,1 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de dezembro de 2024, as exportações de bens diminuíram 2,5% e as importações aumentaram 4,0%, em termos nominais e face a igual período do ano anterior (-2,0% e 4,6%, pela mesma ordem, em novembro de 2024). Destacou-se a diminuição das exportações de Fornecimentos industriais (-13,1%) e o aumento das importações de Combustíveis e lubrificantes (21,3%), em comparação com dezembro de 2023.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em dezembro de 2024, as exportações diminuíram 1,1% e as importações aumentaram 1,8% face a dezembro de 2023 (respetivamente -2,8% e 6,0% em novembro de 2024).

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No 4º trimestre de 2024, a taxa de cobertura total foi de 71,3%, correspondendo a um decréscimo de 0,9 pp face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 67,0%, no Comércio Extracomunitário foi de 84,5% e na Zona Euro foi de 65,3%.

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Em dezembro de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2909,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -773,8 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 828,0 milhões de euros.

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Índice de Custo de Construção de Habitação Nova – INE

Em dezembro de 2024, o Índice de Custos de Construção de Habitação Nova no Continente registou uma variação homóloga de 4,3% (mais 0,9 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior).

Ambos os fatores de produção (Mão-de-Obra e Materiais) registaram variações homólogas positivas, com valores de 8,6% para a Mão-de-Obra (mais 0,7 pp em comparação com o mês de novembro) e de 0,9% para os Materiais (mais 1,1 pp que o valor registado no mês anterior).

Em 2024, o Índice de Custos de Construção de Habitação Nova apresentou uma variação média de 3,3%, valor 0,6 pp inferior ao registado em 2023.

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em dezembro de 2024, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,2% na Zona Euro (ZE20) e 0,3% na UE27, face ao mês anterior. Em novembro de 2024, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,0% na Zona Euro e 0,1% na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,7% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,2% em novembro de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2024, os maiores aumentos foram registados na Eslováquia (8,2%), Finlândia (2,1%) e Espanha (1,4%). As maiores diminuições foram observadas na Eslovénia (-2,2%), na Alemanha (-1,6%) e na Polónia (-1,5%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 1,9% na Zona Euro e aumentou 2,0% na UE27, em dezembro de 2024.

Portugal registou um aumento homóloga de 6,0%, após ter registado um aumento homólogo de 5,6% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2024, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslováquia (10,0%), na Lituânia (8,7%) e no Luxemburgo (8,4%). As maiores diminuições foram observadas na Eslovénia (-3,1%), Bélgica (-2,4%) e Polónia (-0,5%).

(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 2 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga (VH) da atividade superior à observada na semana anterior. Em 30 de janeiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 3,1% (VH), que compara com 1,4% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Estatísticas do Emprego – INE

Em 2024, a média anual da população empregada foi de 5 112,3 mil pessoas e aumentou 1,2% (61,1 mil) em relação ao ano anterior. Porém, a população desempregada, estimada em 351,1 mil pessoas, manteve-se praticamente inalterada em relação a 2023.

A taxa de desemprego foi de 6,4%, tendo diminuído em relação a 2023 (0,1 pontos percentuais – pp).

A taxa de desemprego de jovens (16 a 24 anos) situou-se em 21,6%, mais 1,1 pp do que no ano anterior, enquanto a proporção de desempregados de longa duração foi estimada em 36,9%, menos 0,8 pp do que em 2023.

(Gráfico: INE)

No 4º trimestre de 2024, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 6,7%, superior em 0,6 pontos percentuais (pp) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 368,3 mil indivíduos, registando um aumento de 10,1% face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 5148,8 mil indivíduos, mais 0,2% do que o verificado no trimestre anterior.

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi a Península de Setúbal com 7,7%, seguindo-se a região da Grande Lisboa com 7,4% e a região do Norte com 6,9%.

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de dezembro de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 4,32%, diminuindo 0,21 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 4,26% e 4,55% em novembro para 4,05% e 4,36% em dezembro de 2024, respetivamente.

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Em dezembro de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,16 pp, de 4,46% para 4,30%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 4,67% e 4,40%, respetivamente, após terem registado valores de 4,82% e 4,56% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou para 4,23%, o que compara com 4,34% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos estão em valores próximos dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de dezembro de 2024, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 1,63%, diminuindo 0,10 pp face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 2,69 pp.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 2,22% e 2,34% em dezembro de 2024, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,83 pp e 2,02 pp, respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Insolvência de Empresas – DGPJ

No 3º trimestre de 2024, foram decretadas 501 insolvências de empresas em tribunais judiciais de 1ª instância, o que representa uma variação de 4,6% face ao trimestre homólogo.

Desde o início do ano, foram decretadas 1562 insolvências, o que corresponde a uma variação acumulada de 8,1% face ao mesmo período do ano passado.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de janeiro de 2025, foram matriculados 17.012 veículos, o que representa uma diminuição homóloga de 9,6%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de -39,9% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de -7,8% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de -12,3%.

Em janeiro de 2025, registaram-se 14 504 matrículas de veículos ligeiros de passageiros, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal diminuíram 0,18 pp, de 4,40% em novembro de 2024 para 4,22%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro diminuíram 0,16 pp em comparação com o mês precedente, fixando-se em 4,30%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,22 pp, registando um valor de 4,14%. 

Entre novembro e dezembro de 2024, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros diminuíram 0,16 pp e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,11 pp, fixando-se em 4,40% e 4,23%, respetivamente.

Em 2024, a taxa de juro média das novas operações de empréstimos às empresas reduziu-se 1,36 pp, de 5,66% para 4,30%. A diminuição foi comum aos empréstimos até 1 milhão de euros (-1,35 pp para 4,40%) e aos empréstimos acima de 1 milhão de euros (-1,36 pp, para 4,23%).

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,10 p.p. entre novembro e dezembro de 2024, fixando-se em 3,20%. Esta taxa diminuiu pelo 14.º mês consecutivo. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo diminuíram 0,15 pp, fixando-se em 8,56%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,14 pp entre novembro e dezembro de 2024, fixando-se em 3,92%.

Em 2024, a taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação passou de 4,19% para 3,20%, uma redução de 0,99 pp.

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