Saltar para o conteúdo
GEE
Total de conteúdos:14.982

Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

Na semana terminada a 26 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 23 de janeiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 1,4% (VH), que compara com 3,4% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

Download PDF

Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em janeiro de 2025, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 2,9 para 2,8 (%, vcs).

Entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 20,9 para 20,8 e o do Comércio diminuiu de 3,5 para 3,3. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -4,7 para -5,7 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 3,6 para 4,2. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -15,2 (sre, ve), em janeiro de 2025 (-15,7 em dezembro de 2024).

143

Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

Download PDF

Estimativa Rápida do PIB – INE

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 2,7% no 4º trimestre de 2024, taxa superior em 0,7 pontos percentuais à verificada no trimestre precedente. O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB aumentou no 4º trimestre, em resultado da aceleração do consumo privado. O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB manteve-se negativo, refletindo o crescimento mais intenso das importações de bens e serviços em comparação com o das exportações.

Comparando com o 3º trimestre de 2024, o PIB aumentou 1,5% em volume, após um crescimento de 0,3% no trimestre anterior. O contributo positivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB diminuiu no 4º trimestre devido à redução do investimento, refletindo sobretudo o contributo negativo da Variação de Existências associado em grande medida ao comportamento dos fluxos de comércio internacional. Com efeito, as importações de bens e serviços registaram uma diminuição em cadeia no 4º trimestre, conduzindo a um contributo positivo da procura externa líquida, após ter sido negativo nos dois trimestres anteriores.

No conjunto do ano 2024, o PIB registou um crescimento de 1,9% em volume, após o aumento de 2,5% em 2023. A procura interna apresentou um contributo positivo para a variação anual em volume do PIB, superior ao observado no ano anterior, refletindo a aceleração das despesas de consumo final, tendo o investimento desacelerado. O contributo da procura externa líquida foi negativo em 2024, após ter sido positivo nos dois anos anteriores, tendo as importações de bens e serviços em volume acelerado, enquanto as exportações mantiveram um crescimento próximo do observado no ano anterior.

Download PDF

Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito – Banco de Portugal

A avaliação da oferta e da procura refere-se ao 4º trimestre de 2024, por comparação com o trimestre anterior. As expectativas referem-se ao 1º trimestre de 2025.

Oferta:

  • Critérios de concessão de crédito: praticamente sem alterações no segmento das empresas (embora ligeiramente mais restritivos para PME) e no dos particulares para consumo e outros fins. Ligeiramente menos restritivos nos empréstimos a particulares para aquisição de habitação. 
  • Termos e condições do crédito: ligeira diminuição da taxa de juro praticada nos empréstimos concedidos a empresas (transversal à dimensão da empresa) e para aquisição de habitação. Neste último segmento de crédito, acresce ainda a ligeira diminuição do spread aplicado nos empréstimos de risco médio. Sem alterações nos empréstimos para consumo e outros fins.
  • Proporção de pedidos de empréstimo rejeitados: sem alterações nos empréstimos a empresas e ligeiro aumento nos empréstimos a particulares, em ambos os segmentos de crédito.
  • Expetativas: critérios de concessão inalterados, tanto no crédito a empresas como no crédito a particulares.

(Gráfico: Banco de Portugal)

A oferta de crédito corresponde aos critérios de concessão reportados pelos bancos (calculado com base num inquérito aos cinco principais bancos portugueses). O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem critérios menos (mais) restritivos. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

Em janeiro de 2025, o Índice de difusão para a oferta de crédito foi de 0.

Procura:

  • Procura de empréstimos por parte de empresas: sem alterações, transversal a empresas de diferentes dimensões e a diferentes prazos do empréstimo.
  • Procura de empréstimos por parte de particulares: aumento da procura, sobretudo no segmento da habitação.
  • Expetativas: nas empresas, ligeiro aumento da procura de empréstimos, por PME e por empréstimos de longo prazo. Nos particulares, aumento da procura de empréstimos no segmento da habitação e sem alterações no segmento do consumo e outros fins.

140

(Gráfico: Banco de Portugal)

O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem uma redução (um aumento) da procura. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

Em janeiro de 2025, o Índice de difusão para a procura de crédito foi de 0.

Download PDF

Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,6 mil milhões de euros, aumentando 648 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 0,5% (1,3% no mês anterior e -1,1% no ano de 2023).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 132,8 mil milhões de euros, registando uma TVA de 4,2% (3,6% no mês anterior). Trata-se do maior crescimento em final de ano observado desde 2008 (4,5%).

132

A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 7,2% (8,5% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de -1,5% (-1,6% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -5,2% (-4,2% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de 0,3% (1,5% no mês anterior).

133

A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 3,5%, aumentando 0,7 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,5%, aumentando 0,5 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 5,2%, aumentando 0,5 p.p. em relação ao mês anterior.

134

De acordo com a mesma fonte, em dezembro de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,16% (1,27% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,08% para 1,85%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,79% (0,82% no mês precedente).

135

Em dezembro de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (35,2%) e no Norte (29,8%).

136

137

Em dezembro de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,4% (3,8% no mês anterior).

138

Download PDF

Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 4º trimestre de 2024 aponta para acréscimos nas exportações e importações de, respetivamente, 4,1% e 5,1%, em termos nominais e em relação ao período homólogo. No entanto, é importante referir que estas variações refletem, tal como aconteceu no trimestre anterior, acréscimos nas transações de bens com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, sem mudança de propriedade, embora de menor magnitude.

As transações de bens aumentam, assim, pelo terceiro trimestre consecutivo, tendo as variações homólogas no trimestre anterior sido de 9,7% nas exportações e 7,0% nas importações.

(Gráfico: INE)

Download PDF

Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em dezembro de 2024, foi estimada em 5.127,3 mil pessoas, aumentando/diminuindo 0,4% face ao mês anterior (18,3 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 64,4%, tendo aumentado 0,2 p.p. face ao mês anterior (sem revisão).

A população desempregada, estimada em 352,4 mil pessoas, diminuiu 2,0% em relação ao valor registado para o mês anterior (-7,1 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,4%, tendo diminuído 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 6,7% para 6,6%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 20,5%, tendo diminuído 0,5 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 21,5% para 21,0%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,3% e diminuiu 0,2 p.p. em relação ao mês anterior.

129

Em dezembro de 2024, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 64,3% (64,3% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,7% (6,7% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

Download PDF

Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

No conjunto do ano 2024, o Índice de Volume de Negócios no Comércio aumentou 4,0%, após a contração de 0,8% registada em 2023.

Em dezembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 5,5%, inferior em 3,0 p.p. à observada em novembro de 2024 (8,5%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 4,1%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 5,6% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 6,0%, valores que comparam com 8,4%, 11,0% e 5,5% no mês anterior, respetivamente.

125

Download PDF

Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em 2024, o valor mediano de avaliação situou-se em 1 662 euros/m2, traduzindo um aumento de 9,3% relativamente ao ano anterior.

Em dezembro de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 747 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,4% face ao mês anterior e a um aumento de 13,7% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 962 euros/m2, registando um aumento de 0,9% em relação ao mês anterior e um aumento 15,2% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 322 euros/m2, aumentando 0,2% face ao mês precedente e aumentando 9,3% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,2%); Centro (0,9%); Oeste e Vale do Tejo (1,2%); Grande Lisboa (1,0%); Península de Setúbal (0,8%); Alentejo (0,1%); Algarve (-0,8%); Região Autónoma dos Açores (-0,6%) e Região Autónoma da Madeira (-2,0%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (14,1%); Centro (11,2%); Oeste e Vale do Tejo (10,6%); Grande Lisboa (14,0%); Península de Setúbal (12,9%); Alentejo (3,0%); Algarve (11,1%); Região Autónoma dos Açores (9,8%) e Região Autónoma da Madeira (16,4%).   

123

Download PDF