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Perspectivas de Exportação de Bens – INE

As empresas exportadoras perspetivam, para 2025, um acréscimo nominal de 4,6% nas suas exportações de bens, seguindo a trajetória de acréscimo observada nos dados do Comércio Internacional de Bens (CI) no período acumulado de janeiro a novembro de 2024, em que as exportações cresceram 3,0%.

Por Grandes Categorias Económicas (CGCE), o maior acréscimo é esperado nas exportações de Material de transporte e acessórios (+7,2%), seguindo-se os Fornecimentos industriais não especificados noutra categoria (+6,9%).

Os resultados do Inquérito sobre Perspetivas de Exportação de Bens (IPEB) para 2025, realizado em novembro de 2024, na medida em que se baseiam em perspetivas de crescimento, devem ser encarados como indicando tendências condicionadas pela informação disponibilizada pelas empresas no período de resposta. Assim, as perspetivas das empresas quanto às suas exportações de bens para 2025 poderão também refletir, em elevado grau, a incerteza quanto aos desenvolvimentos do enquadramento internacional.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 19 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 16 de janeiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 4,2% (VH), que compara com -2,4% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat

Segundo o Eurostat, no 3º trimestre de 2024, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro situou-se em 88,2% (88,2% no 2º trimestre de 2024) e na UE situou-se em 81,6% (81,6% no 2º trimestre de 2024). Em relação ao período homólogo (3º trimestre de 2023) registou-se uma diminuição um aumento de 0,2 p.p. (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e um aumento de 0,1 p.p. na UE.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 97,5% (100,7% no 2º trimestre de 2024 e 106,3% no 3º trimestre de 2023).

Entre os Estados Membros, os que se destacaram com maiores rácios de Dívida Pública (em percentagem do PIB), no 3º trimestre de 2024, foram a Grécia (158,2%), Itália (136,3%), França (113,8%), Bélgica (105,6%) e Espanha (104,3%). Em contrapartida, a Estónia (24,0%), Bulgária (24,6%) e Luxemburgo (26,6%) apresentaram os rácios mais baixos de Dívida Pública.

(Gráfico: Eurostat)

Em relação ao trimestre anterior, treze Estados-Membros registaram um aumento no seu rácio dívida/PIB, e catorze registaram uma diminuição. Os maiores aumentos no rácio foram observados na Bulgária (2,4 pontos percentuais – pp), Roménia (2,0 pp), Finlândia e França (ambos 1,4 pp), Letónia (1,3 pp), Polónia (1,2 pp) e Chéquia e Lituânia (ambas 1,0 pp). As maiores diminuições registaram-se em Portugal (-3,2 pp), Eslovénia (-2,6 pp), Grécia (-1,8 pp), Malta e Países Baixos (-1,1 pp), bem como Espanha (-1,0 pp).

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(Gráfico: Eurostat)

Em comparação com o trimestre homólogo, dezasseis Estados-Membros registaram um aumento no seu rácio dívida/PIB, onze Estados-Membros registaram uma diminuição. Os maiores aumentos no rácio foram registados na Finlândia (6,7 pp), Estónia (5,3 pp), Polónia (4,9 pp), Áustria (4,6 pp), Roménia e Bulgária (ambas 3,6 pp) e Letónia (3,5 pp). As maiores diminuições foram observadas na Grécia (-10,0 pp), Portugal (-8,8 pp), Chipre (-5,4 pp), Eslovénia (-4,1 pp), Croácia (-3,6 pp), Espanha (-3,1 pp), Países Baixos (-2,3 pp), Malta (-1,8 pp) e Alemanha (-1,4 pp).

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(Gráfico: Eurostat)

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Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat

No 3º trimestre de 2024, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -2,6% do PIB (-3,1% no 2º trimestre de 2024 e -3,6% no 3º trimestre de 2023). O saldo da UE fixou-se em -2,9% do PIB (-3,3% no 2º trimestre de 2024 e -3,6% no 3º trimestre de 2023).

No 3º trimestre de 2024, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos 2,2% do PIB (2,5% no 2º trimestre de 2024 e 2,4% no 3º trimestre de 2023).

(Tabela: Eurostat)

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em novembro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 811,5 mil milhões de euros, dos quais 358,0 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 453,4 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 295,0 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 158,4 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 1,0 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 0,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 0,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,6 mil milhões de euros.

Relativamente a novembro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 2,7 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 1,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 3,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,9 mil milhões de euros.

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Em novembro de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 0,6%, menos 0,5 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 2,8% para 3,2%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de dezembro de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 48 273 pessoas, o que representa uma variação mensal de -12,1% e uma variação homóloga de 9,5%. Durante este mês, foram efectuadas 4 484 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 17,5% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -24,4%.

No final do mês de dezembro de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 335 665 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 4,1% (13 117 pessoas) e a uma variação homóloga de 5,7% (18 006 pessoas).

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-10,1%) e os Açores (-3,0%).

Comparativamente ao mês anterior, não se registaram descidas no desemprego e os maiores aumentos registaram-se na região do Algarve (23,0%), Alentejo (7,3%) e de Lisboa e Vale do Tejo (3,8%).

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Em análise – Comércio Internacional de Portugal com os signatários do Acordo UE-Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – (2019-2023 e Janeiro-Setembro 2023-2024)

Analisa-se neste trabalho, através de quadros e gráficos, a evolução do comércio internacional de mercadorias de Portugal com os quatro países fundadores do Mercosul que assinaram o recente Acordo de Parceria entre a União Europeia e o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), a partir de dados de base do “Instituto Nacional de Estatística de Portugal” (INE) para os períodos 2019-2023 e Janeiro-Setembro 2023-2024, e também por Grupos de Produtos (definição do conteúdo no ANEXO-1) neste último período, com dados em versão definitiva até 2023 e preliminar para 2024, com última atualização em 10-12-2024.
Neste trabalho quando nos referimos a “Mercosul” estão a ser considerados apenas os quatro países que assinaram este Acordo.
Analisa-se também a evolução das importações globais destes países por Grupos de Produtos desagregados a dois dígitos da Nomenclatura (NC-2/SH-2) e correspondentes quotas de Portugal, com base em dados de fonte ‘International Trade Centre’ (ITC) nos anos de 2022 e 2023, onde se incluem produtos em que poderão eventualmente incidir ou reforçar-se futuras exportações portuguesas.

Em análise – Comércio Internacional de Portugal com os signatários do Acordo UE-Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – (2019-2023 e Janeiro-Setembro 2023-2024)

Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 134 milhões de euros, o que compara com um valor de -1 499 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -50 milhões de euros (418 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de dezembro de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 298 546 milhões de euros, diminuindo 2282 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 7,3%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 43 179 milhões de euros, diminuindo 98 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 9,7%.

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em 2024, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação fixou-se em 4,372% (3,612% no ano anterior). O capital médio em dívida aumentou 3 050 euros, para 66 508 euros. A prestação média mensal aumentou 11,5% (42 euros), para 404 euros.

Em dezembro de 2024, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,091%, registando uma diminuição de 0,095 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,186%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,349%, o que compara com 3,423% em novembro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 68 470 euros, registando um aumento de 341 euros face ao mês anterior (68 129 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 403 euros em dezembro de 2024, igual a novembro de 2024 e mais 3 euros que em dezembro de 2023. Deste valor, 230 euros (57%) correspondem a pagamento de juros e 173 euros (43%) a capital amortizado. Em dezembro de 2023, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em dezembro de 2024, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 633 euros, igual ao mês anterior (632 euros).

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico registou 2,9% em dezembro de 2024, que compara com 2,8% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em novembro de 2024, registou o valor de 1,4% (VH), inferior em 1,1 p.p. em relação ao mês anterior (2,5%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -15,0 (sre/ve), que compara com o valor de -13,9 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em dezembro de 2024, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,9% (VH) e para os serviços foi de 4,6% (VH). Estes valores comparam com 1,2% (VH) e 4,3% (VH) registados no mês de novembro de 2024, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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