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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e novembro de 2024, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 161,9 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 40,9 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 0,3% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu -3,4% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 135,8 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 18,3 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 0,8% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,6% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 12 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na semana anterior. Em 9 de janeiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -2,7% (VH), que compara com -2,4% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Too Many Changes? Post-Displacement Job Mobility and Wages: an Analysis of Displaced Workers in Portugal

This research project aims to investigate the impact of post-displacement job mobility on wage dynamics for displaced workers (i.e. workers who lost their jobs due to firm closures) in the Portuguese labor market. The study utilizes a nationally representative matched employer-employee dataset and a multi-dimensional fixed effects event study model to estimate the differences in wage trajectories for displaced workers who experience post-displacement occupational, industrial and geographic mobility compared to the displaced workers who do not.

The findings reveal that changes in job title significantly impact wage trajectories, with workers experiencing occupational mobility facing significantly worse outcomes even five to six years after displacement. Geographical mobility also shows negative effects, particularly for women. However, no significant differences are found for workers who move from one industry to another. This study contributes to the existing literature on factors impacting wage dynamics and provides insights valuable for individual career choices and governmental policy-making.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em novembro de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,2% na Zona Euro e 0,1% na UE, face ao mês anterior. Em outubro de 2024, a produção industrial tinha registado variações de 0,2% na Zona Euro e de 0,4% na UE. Portugal registou uma diminuição de 3,4% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 3,4% em outubro de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Bélgica (8,7%), Malta (7,1%) e Lituânia (4,3%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-5,8%), Luxemburgo (-3,9%) e Portugal (-3,4%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -1,9% na Zona Euro e -1,7% na UE, em novembro de 2024. Portugal registou uma diminuição de 2,2%, após ter registado um aumento de 3,9% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2024, as maiores subidas foram registadas em Malta (13,5%), Bélgica (8,7%) e Grécia (4,8%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Croácia (-6,6%), Irlanda (-5,6%) e Áustria (-5,0%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em novembro de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,8% e 12,0%, respetivamente. No mês de outubro de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,2% e 11,2%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,8% no Índice de Emprego e de 10,2% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em novembro de 2024, um valor de 111,5 pontos, diminuindo 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (111,8 pontos em outubro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 155,6 pontos em novembro de 2024, aumentando 27,0 pontos em relação ao mês anterior (128,6 pontos em outubro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, acelerou 0,2 p.p., para um crescimento homólogo de 4,1%, com evoluções distintas em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 5,5%, taxa 0,5 p.p. superior à registada em outubro;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 2,3% no mês anterior, para 2,2% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,2 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 3,2% (3,4% em outubro de 2024).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 111,9 pontos em novembro de 2024, diminuindo 4,6 pontos em relação ao mês precedente (116,5 pontos em outubro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 116,6 pontos em outubro para 112,3 em novembro e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 116,4 pontos em outubro para 111,3 pontos em novembro.

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Atividade Turística – INE  

Em novembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 5,0 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 9,8% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 3,4 milhões de dormidas (4,6%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,7 milhões de dormidas (22,2%, VH).

De janeiro a novembro de 2024, a hotelaria registou 76,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (4,1%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 22,3 milhões de dormidas (2,5%, VHA) e os não residentes representam 53,8 milhões de dormidas (4,8%, VHA).

Em novembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 385,9 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 16,7%.Em termos regionais (NUTS II), em novembro de 2024, destacam-se as regiões do Centro (31,4%), do RA Madeira (26,3%) e do RA Açores (25,0%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.De janeiro a novembro de 2024, foram registados 6355,6 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 11,0%.

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TE 127 – Adicionalidade e Impactos das Agendas Mobilizadoras do PRR: um Quadro Lógico para a transformação da economia portuguesa

Este Tema Económico analisa as Agendas Mobilizadoras e Verdes para a Inovação Empresarial, desenvolvidas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), como um instrumento estratégico de política pública com potencial para transformar estruturalmente a economia portuguesa.

Com enfoque na inovação, a análise apresenta a evolução de Portugal nos rankings da inovação, um painel de indicadores e explora um Quadro Lógico de Causalidade, sustentado por revisão de literatura relevante, para demonstrar os nexos de causa-efeito que fundamentam o racional e a implementação desta medida.

As Agendas Mobilizadoras reúnem o potencial de gerar impactos estruturais na economia portuguesa, com destaque para a criação de emprego qualificado, o desenvolvimento de novos produtos e serviços de alto valor acrescentado, aumento das exportações e o impacto que poderão refletir ao nível do crescimento económico e captação de investimento estrangeiro. A eficácia desta política pública está condicionada à sua capacidade de promover spillovers. O seu sucesso passa por uma monitorização robusta e eficaz para controlo de resultados, possibilitando um acompanhamento sustentado e de qualidade para  garantir o alinhamento com os objetivos estratégicos.

TE 127 – Adicionalidade e Impactos das Agendas Mobilizadoras do PRR.pdf

Índice de Preços no Consumidor – INE  

Em 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma variação média anual de 2,4%, taxa inferior à registada no conjunto do ano 2023 (4,3%). Excluindo do IPC a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação média situou-se em 2,5% (5,0% no ano anterior). A taxa de variação homóloga do IPC total evidenciou uma relativa estabilidade ao longo do ano, registando o valor mínimo de 1,9% em agosto e um máximo de 3,0% em dezembro, o que contrasta com a desaceleração significativa verificada em 2023.

(Gráfico: INE)

Em dezembro de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 3,0%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,5 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,8%, superior em 0,2 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,1%, o que compara com uma variação de -0,2% no mês anterior e de -0,4% em dezembro de 2023.

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Em 2024, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação média de 2,7% em 2024 (5,3% no ano anterior).

Em dezembro de 2024, o IHPC português registou uma taxa de variação homóloga de 3,1%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a dezembro de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,7 p.p. à da área do Euro (em novembro, esta diferença foi de 0,5 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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