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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em novembro de 2024, variações homólogas de -0,4% e 7,1%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,5 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,1% no mês de outubro), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,6 p.p. em relação ao mês anterior (7,7% em outubro de 2024). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de -4,5% em novembro, diminuindo 10,7 p.p. face à registada em outubro.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 0,8%, diminuindo 1,2 p.p.  em relação ao observado no mês de outubro de 2024 (2,0% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 1,9% e 3,4%, após terem registado variações de -0,3% e -0,2% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -4,1% e -0,5%, após terem registado variações de 15,8% e -2,6% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em novembro de 2024, uma variação homóloga de 6,4%, aumentando 0,9 p.p. em comparação com o mês anterior (5,5%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 2,2 p.p. em termos homólogos (-2,3% em novembro face aos -0,1% registados em outubro).

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em setembro de 2024, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -175 266 milhões de euros (-62,8% do PIB), o que compara com -180 470 milhões em junho de 2024 (-65,6% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 616.331 milhões de euros (224,2% do PIB) em junho de 2024 para 621 771 milhões de euros (222,7% do PIB) em setembro de 2024.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 409 643 milhões de euros (146,7% do PIB) em setembro de 2024, o que compara com 409 170 milhões em junho de 2024 (148,8% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 207.285 milhões de euros (75,4% do PIB) em junho de 2024 para 203 237 milhões de euros (72,8% do PIB) em setembro de 2024.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 125 931 milhões de euros (45,1% do PIB) em setembro de 2024, o que compara com 133 464 milhões em junho de 2024 (48,5% do PIB). 

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Em setembro de 2024, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 103,7% do PIB (289 370 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 1,2 p.p. face a junho de 2024 (104,8%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 95,6% em setembro de 2024, o que compara com 97,0% em junho de 2024. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em setembro de 2024 aos 88,9%, o que compara com 90,7% em junho de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 3º trimestre de 2024, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa manteve-se em 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,2 pontos percentuais (p.p.) do que no trimestre anterior (2,9%).

Os particulares, o sector financeiro e as administrações públicas registaram um saldo positivo de 4,1%, 1,7% e 1,0% do PIB, respetivamente. As empresas não financeiras foram o único sector residente a apresentar necessidade de financiamento (3,7% do PIB).

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No 3º trimestre de 2024, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 4,0% do PIB.

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No 3º trimestre de 2024, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 3,7 % do PIB.

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em novembro de 2024, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,1% na Zona Euro (ZE20) e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em outubro de 2024, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -0,3% na Zona Euro e -0,1% na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,5% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 1,2% em outubro de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2024, os maiores aumentos foram registados em Chipre (2,3%), Bulgária (1,3%), Dinamarca e Letónia (ambos 1,1%). As maiores diminuições foram observadas na Bélgica (-2,4%), Alemanha e Espanha (ambas -0,6%), bem como na Polónia e Finlândia (ambas -0,2%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 1,2% na Zona Euro e aumentou 1,5% na UE27, em novembro de 2024.

Portugal registou um aumento homóloga de 5,8%, após ter registado um aumento homólogo de 5,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2024, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados no Luxemburgo (15,3%), na Lituânia (7,2%) e na Bulgária (6,8%). As maiores diminuições foram observadas na Bélgica (-5,4%), Finlândia (-2,7%) e Estónia (-0,2%).

(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 5 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 2 de janeiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -2,0% (VH), que compara com -3,9% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em novembro de 2024, variações homólogas de 3,2%, 9,7% e 0,5%, respectivamente, o que compara com 4,1%, 10,6% e 0,7% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em novembro de 2024, valores de 126,4 pontos, 194,3 pontos e 121,9 pontos, respectivamente, o que compara com 127,6 pontos, 145,0 pontos e 126,5 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 5,3%, superior em 1,6 p.p. ao valor registado em outubro de 2024 (3,7%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 152,4 pontos em novembro de 2024, aumentando 3,8 pontos em relação ao mês precedente (148,6 pontos em outubro de 2024).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de setembro a novembro de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 6,4% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 5,2% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 148,1 milhões de euros no período analisado.

Em novembro de 2024, as exportações de bens diminuíram 1,8% e as importações aumentaram 4,7%, em termos homólogos (16,9% e 7,3%, pela mesma ordem, em outubro de 2024).

No mês de novembro de 2024 e face ao período homólogo, destacou-se a diminuição das exportações de Material de transporte (-10,0%) e Máquinas e outros bens de capital (-7,7%). Nas importações, salienta-se o aumento dos Fornecimentos industriais (23,6%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em novembro de 2024, as exportações diminuíram 2,6% e as importações aumentaram 6,1% face a novembro de 2023 (respetivamente 16,5% e 6,9% em outubro de 2024).

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No período de setembro a novembro de 2024, a taxa de cobertura total foi de 73,6%, correspondendo a um acréscimo de 0,8 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 69,3%, no Comércio Extracomunitário foi de 87,5% e na Zona Euro foi de 67,4%.

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Em novembro de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2503,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Fornecimentos Industriais com um valor de -900,9 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1737,6 milhões de euros.

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Discovery-oriented industrial policies: could they be adopted in Portugal?

Some countries and regions in Europe are embracing a new form of “discovery-oriented” industrial and innovation policies, characterized by open discovery processes that involve extended collaboration between public authorities and external stakeholders. Based on an earlier publication, this presentation characterizes this new kind of industrial policy and questions whether it could be implemented in Portugal.

The policy involves two types of collaborative “discovery”. First, “problem-discovery” which involves the process of moving from global directives to specific challenge-led or mission agendas, resulting in the definition of transformational goals that serve as an intermediary layer for concrete action roadmaps. Second, “system-discovery” which focuses on understanding and sensing the socio-technical system object of change, identifying key actors and existing efforts in the territory aligned with the defined agenda. These processes also involve identifying barriers to change, and creation of platforms that enable diverse stakeholders to collaborate, define shared goals, and develop actions with transformative potential. Public and private participants in these collective participatory industrial policies are driven by the need to break away from the traditional top-down policy planning and control of implementation policy-making paradigm.

Discovery-oriented industrial policies: could they be adopted in Portugal?

Apresentação 101.º Seminário GEE/GPEARI – Discovery-oriented industrial policies could they be adopted in Portugal?.pdf