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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em junho de 2025, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -171 621 milhões de euros (-57,8% do PIB), o que compara com -166 096 milhões em março de 2025 (-56,7% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 653 326 milhões de euros (223,1% do PIB), em março de 2025 , para 673 496 milhões de euros (227,0% do PIB) em junho de 2025.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 450 418 milhões de euros (151,8% do PIB) em junho de 2025, o que compara com 436 753 milhões em março de 2025 (149,1% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 166 096 milhões de euros (56,7% do PIB), em março de 2025 , para 171 621 milhões de euros (57,8% do PIB) em junho de 2025.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 92 311 milhões de euros (31,1% do PIB) em junho de 2025, o que compara com 91 076 milhões em março de 2025 (31,1% do PIB). 

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Em junho de 2025, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 101,7% do PIB (301 798 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de um aumento de 2,1 pp face a março de 2025 (99,6%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 95,0% em junho de 2025, o que compara com 94,2% em março de 2025. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em junho de 2025 aos 86,0%, o que compara com 85,3% em março de 2025.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em agosto de 2025, variações homólogas de 2,3% e 8,3%, respetivamente, o que compara com 2,7% e 8,8% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em agosto de 2025, valores de 131,2 pontos e 159,4 pontos, o que compara com 132,1 pontos e 175,3 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 2º trimestre de 2025, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), menos 0,2 pontos percentuais (pp) do que no trimestre anterior (2,6%).

Para esta evolução contribuiu a diminuição da capacidade líquida de financiamento das Sociedades Financeiras, para 1,3% do PIB, menos 0,4 pontos pp, e das Famílias, para 4,4% do PIB, menos 0,1 pp. As Administrações Públicas aumentaram a capacidade líquida de financiamento, para 0,7% do PIB (0,6% do PIB no 1º trimestre de 2025) As Sociedades não Financeiras diminuíram, em relação ao trimestre anterior, a sua necessidade financeira de 4,2% para 3,9% do PIB, respetivamente.

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No 2º trimestre de 2025, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 14,7 % do PIB.

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No 2º trimestre de 2025, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 6,7% do PIB.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em agosto de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 3,3%, inferior em 1,0 pp (pontos percentuais) ao valor registado em julho de 2025 (4,3%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 155,6 pontos em agosto de 2025, diminuindo 0,5 pontos em relação ao mês precedente (156,1 pontos em julho de 2025).

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em setembro de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,4%, valor inferior em 0,4 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,0%, diminuindo 0,4 pp face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,9%, o que compara com uma variação de -0,2% no mês anterior e de 1,3% em setembro de 2024.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,4% (2,4% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,4%, (2,5% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 1,9%, diminuindo 0,6 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a setembro de 2025, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,3 pp à da área do Euro (em agosto, a taxa de variação homóloga do IHPC português tinha sido superior em 0,5 pp à da área do Euro).

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(Gráfico: INE)

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de junho de 2025 a agosto de 2025, as exportações de bens registaram uma diminuição de 4,8% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 3,3% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 1 820 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de agosto de 2025, as exportações de bens diminuíram 1,3% e as importações aumentaram 3,1% face ao período homólogo.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em agosto de 2025, as exportações aumentaram 1,1% e as importações cresceram 8,5% face a agosto de 2024 (respetivamente -10,1% e 7,5% em julho de 2025).

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No período de junho de 2025 a agosto de 2025, a taxa de cobertura total foi de 68,4%, correspondendo a um decréscimo de 5,8 pp face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 63,8%, no Comércio Extracomunitário foi de 82,6% e na Zona Euro foi de 62,0%.

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Em agosto de 2025, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2 983,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Fornecimentos Industriais com um valor de -701,4 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 593,6 milhões de euros.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em agosto de 2025, variações homólogas de -0,6% e 4,3%, respetivamente. O Índice de Emprego registou o mesmo valor face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,6% no mês de julho de 2025), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,5 pp em relação ao mês anterior (4,8% em julho de 2025).

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro 2025.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em agosto de 2025, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 0,7%, diminuindo 1,3 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de julho de 2025 (2,0% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 3,4% e -0,2%, após terem registado variações de 1,2% e 0,9% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 8,0% e -7,6%, após terem registado variações de 13,9% e -4,1% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em agosto de 2025, uma variação homóloga de -1,5%, diminuindo 2,3 pp em comparação com o mês anterior (0,8%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 0,5 pp em termos homólogos (2,1% em agosto de 2025 face aos 2,6% registados em julho de 2025).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na primeira semana de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada nas semanas anteriores. Em 2 de outubro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -1,1% (VH), que compara com -0,1% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Boletim Económico – Banco de Portugal

O Boletim Económico (BE) de outubro do Banco de Portugal (BdP) prevê um aumento do PIB de 1,9% para 2025, tendo sido revisto em alta face à previsão de 1,6% nas projeções de junho de 2025.

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2025 são de 2,2%, aumentando 0,3 pp face às projeções de junho.

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor para 2025 é revisto em baixa de 3,9% para 3,6%.

(Tabela: Banco de Portugal)

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