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Índice de Preços no Consumidor – Estimativa Rápida  – INE

Em dezembro de 2024, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 3,0%, taxa superior em 0,5 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,8% (2,6% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 4,9% (2,1% no mês anterior) e a variação do índice referente aos produtos alimentares não transformados para 3,4% (1,9% em novembro). Estes dois agregados apresentaram os contributos mais relevantes para a aceleração do IPC total.

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,1% (-0,2% em novembro e -0,4% em dezembro de 2023).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (2,3% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 3,1% (2,7% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 22 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 19 de dezembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou -0,8% (VH), que compara com 7,3% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Preços da Habitação – INE  

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 9,8% no 3º trimestre de 2024, mais 2,0 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 10,5% e o das habitações novas foi de 8,1%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 3,7% (3,9% no 2º trimestre de 2024), tendo os alojamentos existentes registado uma taxa de variação de 3,8% e os alojamentos novos apresentado um aumento de 3,3%.

No 3º trimestre de 2024, foram transacionadas 40 909 habitações, o que representa um aumento de 19,4% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 9,1 mil milhões de euros, mais 28,0% do que no 3º trimestre de 2023.

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Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE  

No 3º trimestre de 2024, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 2,6% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 2,4% no ano acabado no trimestre anterior.

Para esta evolução, contribuiu o aumento da capacidade de financiamento das Famílias para 4,1% (mais 0,6 p.p. do que no trimestre anterior). O sector das Administrações Públicas registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 0,2 p.p. no ano acabado no 3º trimestre de 2024, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 1,0% do PIB. O sector das Sociedades não Financeiras registou um desagravamento da necessidade de financiamento no ano terminado no 3º trimestre de 2024 de 0,2 p.p. do PIB para -4,5%. As Sociedades Financeiras registaram uma registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 0,3 p.p., passando de 2,3% do PIB no 2º trimestre de 2024 para 2,0% do PIB no 3º trimestre de 2024.

Tomando como referência valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP fixou-se em 6,0% do PIB no 3º trimestre de 2024 (7,3% no trimestre homólogo).

O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 273 007 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 1,6%. Esta variação deveu-se à diminuição da taxa de variação em cadeia para 3,1% dos rendimentos primários recebidos com o exterior, enquanto os rendimentos primários pagos apresentaram uma taxa de variação em cadeia de 1,8%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 1,6%, superior à do PIB em 0,1 p.p., fixando-se em 278 127 milhões de euros.

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No 3º trimestre de 2024, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma redução de 0,2 p.p. para 19,9% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,1 p.p. para 21,3% do PIB, o que levou ao aumento da Capacidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior para 2,6% do PIB.

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No 3º trimestre de 2024, a variação real e nominal dos custos do trabalho por unidade produzida da economia portuguesa variaram 7,9% e 3,2% (VH, mm4), respetivamente, o que compara com 7,4% e 2,0% (VH, mm4) registados no ano acabado no trimestre anterior.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de novembro de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 54 887 pessoas, o que representa uma variação mensal de -5,3% e uma variação homóloga de -6,8%. Durante este mês, foram efectuadas 5 436 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 3,2% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -28,4%.

No final do mês de novembro de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 322 548 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 3,2% (10 038 pessoas) e a uma variação homóloga de 3,3% (10 238 pessoas).

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-10,1%), Açores (-4,3%) e o Algarve (-3,0%). Os maiores aumentos foram em Lisboa e Vale do Tejo (6,5%) e Alentejo (5,8%).

Comparativamente ao mês anterior, as descidas no desemprego registaram-se na região do Centro (-0,5%) e da Madeira (-0,1%). Os maiores aumentos foram no Algarve (55,7%) e no Alentejo (9,2%).

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 813,0 mil milhões de euros, dos quais 357,6 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 455,4 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 297,2 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 158,1 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 0,2 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 1,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução /aumento do endividamento das Empresas em 0,6 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,5 mil milhões de euros.

Relativamente a outubro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 2,8 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 1,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 3,2 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,9 mil milhões de euros.

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Em outubro de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,8%, menos 0,9 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 2,5% para 2,8%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em novembro de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 740 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,1% face ao mês anterior e a um aumento de 13,7% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 944 euros/m2, registando um aumento de 1,3% em relação ao mês anterior e um aumento 14,6% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 320 euros/m2, aumentando 0,2% face ao mês precedente e aumentando 10,1% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,6%); Centro (1,9%); Oeste e Vale do Tejo (0,2%); Grande Lisboa (1,4%); Península de Setúbal (1,3%); Alentejo (-0,3%); Algarve (-0,4%); Região Autónoma dos Açores (2,2%) e Região Autónoma da Madeira (1,5%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (14,6%); Centro (10,8%); Oeste e Vale do Tejo (11,6%); Grande Lisboa (13,0%); Península de Setúbal (12,6%); Alentejo (3,7%); Algarve (12,0%); Região Autónoma dos Açores (10,1%) e Região Autónoma da Madeira (19,2%).   

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em novembro de 2024, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,186%, registando uma diminuição de 0,091 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,277%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,423%, o que compara com 3,533% em outubro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 68 129 euros, registando um aumento de 437 euros face ao mês anterior (67 692 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 403 euros em novembro de 2024, menos 1 euro que em outubro de 2024 e mais 7 euros que em novembro de 2023. Deste valor, 234 euros (58%) correspondem a pagamento de juros e 169 euros (42%) a capital amortizado. Em novembro de 2023, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em novembro de 2024, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 632 euros, o que equivale a uma diminuição de 2 euros relação ao mês anterior (634 euros).

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Pilar de Competitividade: Ambiente de Negócios

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Ambiente de Negócios, divulgamos os seguintes trabalhos da autoria de Gonçalo Novo:

  • Edição de 2024 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública; e
  • 3.ª edição da Base de Dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios

A Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria do ambiente de negócios e comparar o desempenho face a outros países. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas públicas nesta área.

Ficha de Competitividade – Ambiente de Negócios 2024

Base de Dados de informação sobre Ambiente de Negócios

A Base de Dados em formato “excel” inclui dados sobre a posição da economia portuguesa nos rankings internacionais selecionados, bem como num conjunto de inquéritos e indicadores.

Indicadores – Ambiente de Negócios 2024

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 15 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada nas semanas anteriores. Em 12 de dezembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 7,1% (VH), que compara com -1,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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