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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 3091 milhões de euros (919 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 975 milhões de euros (1036 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -2116 milhões de euros, diminuindo 2233 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a outubro de 2024, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 12178 milhões de euros, que compara com 5330 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, a Balança Financeira registou um saldo de 1195 milhões de euros, aumentando 310 milhões de euros em relação ao mês anterior.

De janeiro a outubro de 2024, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 9377 milhões de euros, que compara com 5581 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 11,9% e de 9,2%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 7,9% para as exportações e de 1,2% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 102,3%. Ainda em outubro de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 16,9% e de 10,6%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,2% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 3,3%.

De janeiro a outubro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 4,6% e de 2,0%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 106,5%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 2,8% e de 1,1%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 7,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 6,1%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1171 milhões de euros, diminuindo 107 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 598 milhões de euros, diminuindo 564 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 457 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 574 milhões de euros.

Entre janeiro e outubro de 2024, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 9351 milhões de euros, que compara com 5055 milhões de euros no período homólogo.

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Em outubro de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -8 milhões de euros, o que compara com -632 milhões de euros no mês precedente.

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em novembro de 2024, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,7%, superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -1,0% entre outubro e novembro de 2024.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,2%, aumentando 0,2 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,5% (VH) em novembro de 2024, aumentando em 0,2 p.p. face ao valor de outubro. A variação mensal do índice situou-se em -0,3% e -0,2% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,6% para Portugal, de 2,4% para a Zona Euro e 2,7% para a UE27.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 1,1%, mais 1,0 p.p. face ao registado no mês anterior (0,1%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 4,7%, mais 9,1 p.p. face à variação verificada no mês de outubro de 2024 (-4,4%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 0,0% e 0,6%, respetivamente, o que compara com as variações de 1,2% e 1,3%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 1,0% (0,1 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -0,8% em termos homólogos (-0,7% no mês anterior) e de -0,6% em termos mensais (-0,4% em novembro de 2023).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 119,1 pontos em novembro de 2024, mais 0,3 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 1,1 pontos para 116,5 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 5,8 pontos para 118,3 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,5 pontos face ao mês anterior para 110,4 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 1,2 pontos, passando de 127,8 pontos em outubro para 126,6 em novembro.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 2,8% em novembro de 2024, que compara com 2,5% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em outubro de 2024, registou o valor de 2,5% (VH), superior em 0,5 p.p. em relação ao mês anterior (2,0%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -13,9 (sre/ve), que compara com o valor de -14,7 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em novembro de 2024, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,2% (VH) e para os serviços foi de 4,3% (VH). Estes valores comparam com 1,0% (VH) e 4,3% (VH) registados no mês de outubro de 2024, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e outubro de 2024, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 143,3 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 22,7 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 0,5% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu -3,1% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 119,7 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 1,1 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 0,9% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,4% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em novembro de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -1 543 milhões de euros, o que compara com um valor de -1 119 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 373 milhões de euros (159 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de novembro de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 300 644 milhões de euros, aumentando 1151 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 10,4%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 43 248 milhões de euros, aumentando 478 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 9,4%.

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Contas Regionais – INE

O INE divulgou hoje as Contas Regionais finais de 2021 e 2022 e preliminares de 2023, consistentes com as Contas Nacionais Anuais e Trimestrais, publicadas em 23 de setembro de 2024.

Os resultados agora divulgados em base 2021 refletem não só a nova base de referência das contas nacionais, como a alteração da geografia territorial NUTS2024, em substituição da NUTS2013.

Em 2023, o crescimento real de 2,5% do PIB do país traduziu-se em crescimentos em todas as regiões, mais acentuados na Região Autónoma da Madeira (4,5%), na Região Autónoma dos Açores (3,4%), no Algarve e Grande Lisboa (ambas com 3,3%) e na região do Oeste e Vale do Tejo (2,9%). A região Norte (2,3%), a Península e Setúbal (1,7%) e o Centro (1,4%) apresentaram crescimentos mais moderados, tendo o Alentejo registado o desempenho mais fraco (0,4%).

(Tabela: INE)

O PIB, em volume, cresceu em todas as regiões em 2022, com o Algarve (20,7%) e a Região Autónoma da Madeira (16,5%) claramente acima do país (7,0%), seguidos da Grande Lisboa (9,1%). A Região Autónoma dos Açores (6,3%), a Península de Setúbal (5,6%), o Norte (5,2%), o Centro e a região Oeste e Vale do Tejo (ambas com 4,1%), registaram um crescimento mais moderado, mas próximo do país, enquanto o Alentejo (1,7%) apresentou o crescimento mais ténue.

Em 2022, o diferencial entre a região com maior e menor índice de PIB per capita, Rendimento Primário Bruto per capita e Rendimento Disponível Bruto per capita, foi de 87 p.p., 37 p.p. e 34 p.p., respetivamente, verificando-se um ligeiro agravamento na disparidade dos três indicadores em relação a 2021. A nova geografia territorial (NUTS2024), que desagrega a anterior Área Metropolitana de Lisboa em Grande Lisboa e Península de Setúbal, regiões que apresentam o maior e o menor índice do PIB per capita, conduziu a um agravamento da disparidade regional, que passou de 44 p.p. na NUTS2013 para 87 p.p. na NUTS2024 em 2022 (aumentando para 90 p.p. em 2023 na nova geografia). A disparidade dos rendimentos das famílias é significativamente inferior à do PIB per capita, devido à correção dos movimentos pendulares que existe na afetação do rendimento disponível, fundamentalmente devido às remunerações, que refletem o local de residência e não o local de trabalho.

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(Tabela: INE)

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