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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em novembro de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 107,0 pontos, o que compara com o valor de 105,9 pontos verificado em outubro de 2024.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores dos Serviços (de 12,9 para 15,6) e da Construção (de 0,4 para 2,3), ao contrário do da Indústria (de -4,3 para -4,5 pontos), com o Comércio a Retalho a manter o valor do mês anterior (3,1 pontos). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -14,6 para -14,3.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 0,2 pontos na União Europeia (de 96,3 pontos em outubro para 96,5 pontos em novembro), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 0,1 pontos (de 95,7 pontos em outubro para 95,8 pontos em novembro).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 24 de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada nas semanas anteriores. Em 21 de novembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 0,8% (VH), que compara com 2,4% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 71,9 mil milhões de euros, diminuindo 525 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 0,8% (0,2% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 131,3 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,1% (2,7% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 2,3%, aumentando 0,6 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,1%, diminuindo 0,5 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 4,1%, aumentando 1,2 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em outubro de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,28% (1,28% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,08% para 2,09%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,83% (0,84% no mês precedente).

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Em outubro de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,5%) e no Norte (30,3%).

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Em outubro de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,5% (3,5% no mês anterior).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em novembro de 2024, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,5 para 2,8 (%, vcs).

Entre outubro e novembro de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 13,8 para 18,9 e o do Comércio aumentou de 0,9 para 3,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -3,7 para -3,9 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -0,3 para 1,2. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -14,5 (sre, ve), em novembro de 2024 (-14,7 em outubro de 2024).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em outubro de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 721 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,5% face ao mês anterior e a um aumento de 12,0% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 920 euros/m2, registando um aumento de 2,0% em relação ao mês anterior e um aumento 12,9% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 317 euros/m2, aumentando 1,2% face ao mês precedente e aumentando 9,7% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,7%); Centro (1,2%); Oeste e Vale do Tejo (1,3%); Grande Lisboa (1,4%); Península de Setúbal (1,6%); Alentejo (1,8%); Algarve (1,6%); Região Autónoma dos Açores (1,6%) e Região Autónoma da Madeira (2,6%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (13,2%); Centro (8,8%); Oeste e Vale do Tejo (13,0%); Grande Lisboa (11,2%); Península de Setúbal (11,3%); Alentejo (4,5%); Algarve (10,1%); Região Autónoma dos Açores (7,2%) e Região Autónoma da Madeira (17,4%).   

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Relatório de Estabilidade Financeira – Banco de Portugal

Foi hoje publicado o Relatório de Estabilidade Financeira de novembro de 2024 no qual se avalia os progressos da economia portuguesa e do sistema financeiro.

De acordo com o Banco de Portugal:

– Incerteza geopolítica é o maior risco para a nossa economia:

No último semestre, as vulnerabilidades da economia portuguesa continuaram a diminuir. A inflação na Europa baixou e espera-se que a economia portuguesa continue a crescer acima da Área do Euro. A grande incerteza geopolítica é o principal risco para a economia portuguesa;

– Os bancos portugueses demonstram resiliência:

O sector bancário português apresenta atualmente indicadores favoráveis em várias áreas, como capital, liquidez, qualidade dos ativos e rendibilidade. Este desempenho reflete o esforço de ajustamento estrutural do sector nos últimos anos e um contexto económico favorável.

– Redução das taxas de juro facilitará o serviço da dívida de empresas e particulares:

A redução das taxas de juro continuará a aliviar os encargos das empresas e famílias com dívidas.

Apesar do cenário favorável, os bancos devem continuar a ser prudentes na constituição de imparidades e na conservação de capital para enfrentar possíveis dificuldades futuras e garantir a capacidade para apoiar a economia mesmo perante a ocorrência de um conjunto alargado de cenários desfavoráveis. A atuação do Banco de Portugal, através das medidas macroprudenciais, contribui para esse fim. 

Esta edição do Relatório de Estabilidade Financeira inclui dois temas em destaque:

– Política Macroprudencial em diferentes fases do ciclo financeiro: o caso português;

– O papel das caraterísticas das empresas na determinação das taxas de juro dos empréstimos bancários.

E apresenta ainda cinco caixas:

Caixa 1 • Índice de procura de habitação para Portugal

Caixa 2 • Exposição dos bancos portugueses ao mercado imobiliário comercial e a situação financeira das empresas dos sectores da construção e atividades imobiliárias

Caixa 3 • Abrangente ou setorial? Os impactos do CCyB e do SyRB setorial

Caixa 4 • A eficiência do sistema bancário português na perspectiva do rácio cost-to-coreincome

Caixa 5 • Revisão do sistema de implementação de política monetária do Banco Central Europeu — A perspetiva da estabilidade financeira

 

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Investimento Direto Estrangeiro – Banco de Portugal

No 3º trimestre de 2024, as transações de IDE totalizaram 5,6 mil milhões de euros (4,2 mil milhões no terceiro trimestre de 2023), devido sobretudo ao investimento realizado por investidores não residentes no capital de entidades portuguesas (3,5 mil milhões de euros). Neste valor estão incluídos 1,0 mil milhões de euros referentes a investimento imobiliário.

Os países europeus foram os que mais investiram em Portugal neste período.

Transações de IDE por Continente

(Gráfico: Banco de Portugal)

No final do 3º trimestre de 2024, o stock de investimento direto estrangeiro em Portugal (IDE) era de 196,5 mil milhões de euros. Este montante representava 70% do PIB português.

O stock de IDE mais do que duplicou entre o final de 2008 e o 3º trimestre de 2024. Quando medido em percentagem do PIB, o peso do IDE aumentou 25 pontos percentuais.

Stocks de IDE e IPE

 

83(Gráfico: Banco de Portugal)

No final do 3º trimestre de 2024, os sectores de atividade económica das “Outras atividades” e das “Indústrias, eletricidade, gás e água” continuavam a ser os que mais investimento direto atraíam — representavam, respetivamente, 39% e 15% do stock de IDE em Portugal.

Desagregando as “Outras atividades”, os agregados que concentravam maior valor de IDE eram a “Educação, saúde, outras atividades de serviços sociais e pessoais e outras atividades” (com 43,3 mil milhões de euros) – que incluem as atividades financeiras e de seguros (41,2 mil milhões de euros) – e as “Atividades de consultoria e administrativas” (23,7 mil milhões de euros).

Stocks de IDE por agregado, excluindo o não agregado

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(Gráfico: Banco de Portugal)

No 3º trimestre de 2024, os rendimentos de IDE foram de 4,1 mil milhões de euros, superiores aos do período homólogo em 0,3 mil milhões de euros.

Rendimentos de investimento direto | Valores trimestrais

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(Gráfico: Banco de Portugal)

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em setembro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 813,2 mil milhões de euros, dos quais 358,8 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 454,3 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 296,6 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 157,7 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 2,4 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 0,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 2,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução /aumento do endividamento das Empresas em 2,0 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,6 mil milhões de euros.

Relativamente a setembro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 10,8 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 7,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de uma redução de 3,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 8,2 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,5 mil milhões de euros.

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Em setembro de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 0,9%, menos 1,6 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 2,0% para 2,5%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de outubro de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 57 931 pessoas, o que representa uma variação mensal de 10,7% e uma variação homóloga de 5,9%. Durante este mês, foram efectuadas 5 617 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 33,2% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -33,5%.

No final do mês de outubro de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 312 510 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 0,6% (1 761 pessoas) e a uma variação homóloga de 3,0% (9 154 pessoas).

(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-8,4%), os Açores (-5,7%).

Comparativamente ao mês anterior, apenas se registou uma descida no desemprego na região do Norte (-1,2%) e de Lisboa e Vale do Tejo (-0,7%).

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(Gráfico: IEFP)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 17 de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 14 de novembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 2,3% (VH), que compara com 3,7% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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