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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e setembro de 2024, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 140,8 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 13,9 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 0,4% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu -3,4% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 118,7 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 6,7 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 0,9% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,6% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em outubro de 2024, uma variação homóloga de 8,5%, o que se traduz num aumento de 9,2 p.p. face ao mês precedente (-0,7%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 61,4 pontos, o que compara com 56,0 pontos no mês anterior e 56,6 pontos em outubro de 2023.

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em outubro de 2024, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,277%, registando uma diminuição de 0,085 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,362%) e acumulando uma redução de 0,380 desde o máximo atingido em janeiro de 2024 (4,657%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,533%, o que compara com 3,569% em setembro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 67 692 euros, registando um aumento de 406 euros face ao mês anterior (67 286 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 404 euros em outubro de 2024, o mesmo valor que em setembro de 2024 e mais 12 euros que em outubro de 2023. Deste valor, 237 euros (59%) correspondem a pagamento de juros e 167 euros (41%) a capital amortizado. Em outubro de 2023, a componente de juros representava 60% do valor médio da prestação.

Em outubro de 2024, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 634 euros, o que equivale a um aumento de 12 euros relação ao mês anterior (622 euros).

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Economic Forecast Autumn – Comissão Europeia

Segundo as Previsões Económicas de Outono (Autumn European Economic Forecast) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,7% em 2024, de 1,9% em 2025 (sem revisão face às previsões de Primavera) e de 2,1% em 2026.

Quanto à inflação, a Comissão prevê que esta se situe nos 2,6% em 2024, 2,1% em 2025 e 1,9% em 2026 (2,3% e 1,9% para 2024 e 2025, respetivamente, nas previsões de Primavera).

A taxa de desemprego em Portugal deverá registar 6,4% em 2024, 6,3% em 2025 (as previsões de Primavera tinham sido de 6,5% e 6,4% para 2024 e 2025, respetivamente) e 6,2% em 2026.

A Comissão Europeia reviu em alta o saldo da Balança Corrente para 0,9% em 2024 e 0,6% em 2025 (de 0,8% em 2024 e 0,6% em 2025 nas previsões de Primavera), prevendo 0,4% para 2026.

Relativamente à situação orçamental, a Comissão Europeia prevê que o saldo orçamental seja de 0,6% do PIB em 2024, 0,4% em 2025 e 0,3% em 2026 (previsão de 0,4% para 2024 e 0,5% para 2025 nas previsões de Primavera). 

(Tabela: Comissão Europeia)

A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) da Zona Euro de 0,8% para 2024, de 1,3% para 2025 (revisão em baixa, face às previsões de Primavera, em 0,1 p.p. para 2025) e de 1,6% para 2026. Para a União Europeia, a Comissão prevê uma variação do PIB de 0,9% para 2024, de 1,5% para 2025 e de 1,8% para 2026 (1,0% e 1,6% para 2024 e para 2025, respetivamente, nas previsões de Primavera).

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(Tabela: Comissão Europeia)

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em setembro de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -2,0% na Zona Euro e -2,0% na UE, face ao mês anterior. Em agosto de 2024, a produção industrial tinha registado variações de 1,5% na Zona Euro e de 1,2% na UE. Portugal registou um aumento de 2,7% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de -0,1% em agosto de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Croácia (5,8%), Portugal (2,7%) e Eslovénia (1,6%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-10,7%), Dinamarca (-5,0%) e Países Baixos (-2,9%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -2,8% na Zona Euro e -2,4% na EU, em setembro de 2024. Portugal registou um aumento de 2,5%, após ter registado uma diminuição de 1,7% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2024, as maiores subidas foram registadas na Dinamarca (7,8%), Bélgica (6,0%) e Lituânia (3,5%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-7,3%), Luxemburgo (-6,3%) e Hungria (-5,3%).

(Gráficos: Eurostat)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação (Estimativa Rápida) – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 3º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (1,6% no trimestre anterior) e uma variação de 0,2% em relação ao trimestre anterior (0,2% no 2º trimestre de 2024).

A variação homóloga registou 0,9% na Zona Euro (0,6% no 2º trimestre de 2024) e 1,0% na UE27 (0,8% no 2º trimestre de 2024). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,4% (0,2% no 2º trimestre de 2024) na Zona Euro e uma variação de 0,3% (0,3% no 2º trimestre de 2024) na UE27.

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Irlanda (2,0%), na Lituânia (1,1%), e no Chipre (1,0%). Observaram-se descidas na Hungria (-0,7%), Letónia (-0,4%), Polónia (-0,2%) e Suécia (-0,1%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB no Chipre (3,8%), Espanha (3,4%) e Lituânia (2,3%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições na Letónia (-1,4%), Estónia e Finlândia (ambos -0,7%).

Nos EUA, no 3º trimestre de 2024, o PIB aumentou 2,7% em termos homólogos (3,0% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,7% em comparação com o trimestre anterior (0,7% no 2º trimestre de 2024).

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(Gráficos: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 10 de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 7 de novembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 3,6% (VH), que compara com 6,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

De acordo com o INE, no 3º trimestre de 2024, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 6,1%, em relação ao mesmo período de 2023, para 1.528 Euros.

A componente regular daquela remuneração aumentou 6,4% e a remuneração base subiu 6,3%, atingindo, respetivamente, 1.294 e 1.216 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, os aumentos das remunerações médias por trabalhador foram 3,8%, 4,2% e 4,1%, respetivamente.

Estes resultados dizem respeito a cerca 4,8 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 2,5% do que no mesmo período de 2023.

(Gráfico: INE)

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Atividade Turística – INE

Em setembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 8,4 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 2,4% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,1 milhões de dormidas (3,5%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,3 milhões de dormidas (-0,3%, VH).

De janeiro a setembro de 2024, a hotelaria registou 63,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (3,9%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 18,8 milhões de dormidas (1,3%, VHA) e os não residentes representam 44,7 milhões de dormidas (5,0%, VHA).

Em setembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 796,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 12,0%.

Em termos regionais (NUTS II), em setembro de 2024, destacam-se as regiões do RA Açores (21,3%), do RA Madeira (15,1%) e do Grande Lisboa (14,1%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a setembro de 2024, foram registados 5326,4 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 10,7%.

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