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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 6 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 3 de outubro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 5,2% (VH), que compara com 4,6% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em junho de 2024, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -180 470 milhões de euros (-65,6% do PIB), o que compara com -182 206 milhões em março de 2024 (-67,2% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 606.281 milhões de euros (223,5% do PIB) em março de 2024 para 616 331 milhões de euros (224,1% do PIB) em junho de 2024.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 409 170 milhões de euros (148,8% do PIB) em junho de 2024, o que compara com 405 284 milhões em março de 2024 (149,4% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 207.380 milhões de euros (76,4% do PIB) em março de 2024 para 207 285 milhões de euros (75,4% do PIB) em junho de 2024.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em -133 464 milhões de euros (48,5% do PIB) em junho de 2024, o que compara com -136 508 milhões em março de 2024 (50,3% do PIB). 

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Em junho de 2024, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 104,8% do PIB (288 221 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de um aumento de 0,4 p.p. face a março de 2024 (104,4%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 97,3% em junho de 2024, o que compara com 99,1% em março de 2024. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em junho de 2024 aos 90,7%, o que compara com 89,8% em março de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 2º trimestre de 2024, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,4 pontos percentuais (p.p.) do que no trimestre anterior (2,5%).

As Famílias aumentaram a sua capacidade de financiamento para 3,4% do PIB (2,8% do PIB no 1º trimestre de 2024).

As Sociedades Financeiras diminuiram, em relação ao trimestre anterior, a sua capacidade financeira de 2,4% para 2,0% do PIB.

As Sociedades não Financeiras aumentaram a sua necessidade líquida de financiamento de 3,3% para 3,6% do PIB.

As Administrações Públicas aumentaram a sua capacidade líquida de financiamento de 0,6% para 1,2% do PIB.

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No 2º trimestre de 2024, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 3,0% do PIB.

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No 2º trimestre de 2024, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 3,6 % do PIB.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em agosto de 2024, variações homólogas de 3,9%, 9,7% e -1,0%, respectivamente, o que compara com 4,5%, 10,1% e 0,5% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em agosto de 2024, valores de 127,5 pontos, 146,0 pontos e 119,1 pontos, respectivamente, o que compara com 128,3 pontos, 160,8 pontos e 125,5 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em agosto de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 5,6%, superior em 1,8 p.p. ao valor registado em julho de 2024 (3,8%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 149,4 pontos em agosto de 2024, aumentando 1,8 pontos em relação ao mês precedente (147,6 pontos em julho).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de junho a agosto de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 6,3% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 3,7% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 239,2 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de agosto de 2024, registaram-se variações homólogas nominais de -1,3% nas exportações e de 1,6% nas importações de bens (23,9% e 15,7%, pela mesma ordem, em julho de 2024).

No mês de agosto de 2024, destacaram-se, face ao período homólogo, a diminuição das exportações de Material de transporte (-10,6%) e os acréscimos das importações de Fornecimentos industriais (4,2%) e de Bens de consumo (6,5%).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, em agosto de 2024, registou-se um decréscimo de 1,0% nas exportações e um acréscimo de 2,0% nas importações (+21,9% e +12,8%, respetivamente, em julho de 2024).

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No período de junho a agosto de 2024, a taxa de cobertura total foi de 74,8%, correspondendo a um acréscimo de 1,9 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 72,8%, no Comércio Extracomunitário foi de 79,9% e na Zona Euro foi de 70,8%.

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Em agosto de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2641,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -684,8 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 488,4 milhões de euros.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em setembro de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,8%, superior em 0,4 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 1,3%, o que compara com uma variação de -0,3% no mês anterior e de 1,1% em setembro de 2023.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,2% (2,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,6%, (2,7% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,6%, aumentando 0,8 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a setembro de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,8 p.p. à da área do Euro (em agosto, a taxa de variação homóloga do IHPC português tinha sido inferior em 0,4 p.p. à da área do Euro).

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(Gráfico: INE)

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TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

O presente Tema Económico aborda as qualificações digitais em Portugal, destacando a sua evolução e importância estratégica no contexto da transformação digital da economia e da sociedade. A análise inicia-se com a contextualização das competências digitais, nomeadamente no âmbito da Inteligência Artificial (IA), e a sua relevância para a economia global. Em seguida, o panorama digital em Portugal é analisado através de indicadores de conectividade, de capital humano, de integração das tecnologias digitais e de serviços públicos digitais, comparando o desempenho do país com a média da União Europeia (UE).

A secção sobre qualificações digitais define e realça a importância destas competências, analisando os níveis de literacia digital da população portuguesa, em comparação com outros países da UE. São apresentados casos de sucesso, evidenciando-se iniciativas nacionais.

No âmbito das políticas públicas, são descritas as estratégias em vigor em Portugal para promover as competências digitais, além de uma análise das políticas da UE e globais. A discussão avança para os desafios futuros e recomendações, enfatizando a rápida evolução tecnológica, a necessidade de adaptação contínua, a formação contínua, a inclusão digital e as políticas públicas focadas no aumento do financiamento para a educação digital.

As conclusões refletem sobre a situação atual e as perspetivas futuras, sublinhando a importância estratégica das competências digitais para o desenvolvimento económico e social de Portugal, e a necessidade de um esforço colaborativo contínuo entre entidades públicas, instituições de ensino e empresas.

Este trabalho visa fornecer uma visão sobre as qualificações digitais em Portugal, destacando os progressos alcançados e os desafios que subsistem, propondo recomendações para assegurar que o país possa acompanhar a evolução tecnológica e maximizar os benefícios da transformação digital.

 

TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

O presente Tema Económico aborda as qualificações digitais em Portugal, destacando a sua evolução e importância estratégica no contexto da transformação digital da economia e da sociedade. A análise inicia-se com a contextualização das competências digitais, nomeadamente no âmbito da Inteligência Artificial (IA), e a sua relevância para a economia global. Em seguida, o panorama digital em Portugal é analisado através de indicadores de conectividade, de capital humano, de integração das tecnologias digitais e de serviços públicos digitais, comparando o desempenho do país com a média da União Europeia (UE).

A secção sobre qualificações digitais define e realça a importância destas competências, analisando os níveis de literacia digital da população portuguesa, em comparação com outros países da UE. São apresentados casos de sucesso, evidenciando-se iniciativas nacionais.

No âmbito das políticas públicas, são descritas as estratégias em vigor em Portugal para promover as competências digitais, além de uma análise das políticas da UE e globais. A discussão avança para os desafios futuros e recomendações, enfatizando a rápida evolução tecnológica, a necessidade de adaptação contínua, a formação contínua, a inclusão digital e as políticas públicas focadas no aumento do financiamento para a educação digital.

As conclusões refletem sobre a situação atual e as perspetivas futuras, sublinhando a importância estratégica das competências digitais para o desenvolvimento económico e social de Portugal, e a necessidade de um esforço colaborativo contínuo entre entidades públicas, instituições de ensino e empresas.

Este trabalho visa fornecer uma visão sobre as qualificações digitais em Portugal, destacando os progressos alcançados e os desafios que subsistem, propondo recomendações para assegurar que o país possa acompanhar a evolução tecnológica e maximizar os benefícios da transformação digital.

 

TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

Conferência “Estudos Setoriais 2030 – 1.ª Edição – Indústria Têxtil e do Vestuário”

Realiza-se a 21 de outubro, no Auditório do CITEVE, em Vila Nova de Famalicão, a conferência “Estudos Setoriais 2030 – 1.ª Edição – Indústria Têxtil e do Vestuário”, cujas inscrições já estão abertas.

Nesta conferência, com intervenção de abertura pelo Secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, serão apresentados os resultados da 1.ª Edição dos Estudos Setoriais 2030, dedicada à Indústria Têxtil e do Vestuário, desenvolvida pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE).

Com os objetivos de diagnóstico, de roteiro das principais medidas de política aplicáveis ao setor e de identificação dos seus desafios e oportunidades, os Estudos Setoriais 2030 têm por base a análise estatística, mas também estratégica, de posicionamento e de fatores determinantes da competitividade, apoiada pela consulta direta a diferentes stakeholders e pelo desenvolvimento de Estudos de Caso.

A conferência conta ainda com diversos oradores diretamente ligados à Indústria Têxtil e do Vestuário em Portugal.

Para mais informações, veja aqui o programa detalhado da conferência, que decorrerá entre as 9:30 e as 12:30 do dia 21 de outubro.

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição prévia, limitada à capacidade da sala.