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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em julho de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 9,7% e de 11,8%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de -1,7% para as exportações e de -4,1% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 108,2%. Ainda em julho de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 8,9% e de 12,2%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 10,6% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 10,1%.

De janeiro a julho de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 3,6% e de 1,1%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 104,9%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 0,8% e de 0,0%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,8%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em julho de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1 423 milhões de euros, aumentando 32 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 1 213 milhões de euros, diminuindo 49 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 81 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 209 milhões de euros.

Entre janeiro e julho de 2024, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 5 536 milhões de euros, que compara com 3 155 milhões de euros no período homólogo.

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Em julho de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -237 milhões de euros, o que compara com -316 milhões de euros no mês precedente.

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em agosto de 2024, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 1,8%, inferior em 0,9 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,1% entre julho e agosto de 2024.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,2%, diminuindo 0,4 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,4% (VH) em agosto de 2024, diminuindo em 0,4 p.p. face ao valor de julho. A variação mensal do índice situou-se em 0,1% na Zona Euro e na UE27.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,8% para Portugal, de 2,7% para a Zona Euro e 3,1% para a UE27.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em agosto de 2024, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 2,0%, mais 0,1 p.p. face ao registado no mês anterior (1,9%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 1,5%, menos 1,5 p.p. face à variação verificada no mês de julho de 2024 (3,0%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 3,2% e 1,7%, respetivamente, o que compara com as variações de 3,0% e 1,2%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 0,0% (-0,2 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 1,0% em termos homólogos (1,3% no mês anterior) e de -0,1% em termos mensais (-2,0% em agosto de 2023).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 120,8 pontos em agosto de 2024, equivalente em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 0,4 pontos para 119,1 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 0,7 pontos para 118,8 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,1 pontos face ao mês anterior para 109,9 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 0,1 pontos, passando de 128,9 pontos em julho para 129,0 em agosto.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico publicado pelo INE registou 1,6% em agosto de 2024, igual ao mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em julho de 2024, registou o valor de 0,9% (VH), inferior em 0,3 p.p. em relação ao mês anterior (1,2%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -14,9 (sre/ve), que compara com o valor de -16,3 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em agosto de 2024, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 0,6% (VH) e para os serviços foi de 3,6% (VH). Estes valores comparam com 1,8% (VH) e 3,5% (VH) registados no mês de julho de 2024, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em agosto de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 91 milhões de euros, o que compara com um valor de -1 138 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 108 milhões de euros (165 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de agosto de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 298 387 milhões de euros, aumentando 1922 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 6,2%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 41 246 milhões de euros, aumentando 210 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 5,7%.

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Índice de Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 2º trimestre de 2024, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 7,2% em relação ao período homólogo.

Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (7,2%) e pelo aumento dos outros custos salariais (7,1%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 4,7% e o sector privado registou um aumento de 8,7%, sendo que a Indústria registou um aumento de 10,0% (VH), a Construção registou um aumento de 9,0% (VH) e os Serviços um aumento de 8,0% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,7% (VH) na Zona Euro e aumentou 5,2% (VH) na UE.

No 2º trimestre de 2024, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, os maiores aumentos nos custos salariais horários para toda a economia foram registados na Croácia (17,6%), Bulgária (15,4%), Roménia (+,0%) , Hungria (13,2%) e Polónia (13,0%). Mais dois Estados-Membros da UE registaram um aumento superior a 10%, nomeadamente: Letónia (11,0%) e Lituânia (10,9%). Não se registaram descidas.

(Gráfico: Eurostat)

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e julho de 2024, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 127,7 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 3,7 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 0,8% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu -4,3% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 114,3 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 11,6 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 1,4% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 3,4% (VHA).

(Gráfico: Eurostat)

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Utilização de IA para previsão de desastres naturais em Portugal

Analisar o papel da Inteligência Artificial (IA) na promoção da sustentabilidade e impacto nas alterações climáticas, destacando a sua importância na prevenção e mitigação de desastres naturais, bem como na tomada de decisões sustentáveis é o core deste artigo. Tendo por foco central a utilização de algoritmos de machine learning para previsão de terramotos, que analisam dados sísmicos para antecipar eventos, permitindo evacuações e preparações para a resposta.
Outro aspeto abordado será a utilização de sensores e redes neurais na deteção antecipada de furacões, possibilitando alertas precisos e medidas preventivas, tendo em linha de conta que a IA poderá auxiliar na previsão de tsunamis, analisando atividades sísmicas e níveis oceânicos para uma resposta eficiente. Os algoritmos de IA são ainda fundamentais na previsão de enchentes e deslizamentos de terra, com a identificação de áreas de risco, permitindo assim uma ação preventiva.
Na deteção e prevenção de incêndios florestais, a IA é essencial, com o recurso aos dados de satélites, drones e sensores para identificar e monitorizar áreas propensas a incêndios, otimizando uma rápida resposta dos bombeiros. A implementação de sistemas de alerta precoce baseados em IA torna-se fundamental para uma rápida resposta a desastres naturais, emitindo alertas imediatos perante riscos iminentes.
Além dos desastres naturais, a IA influencia a sustentabilidade em geral, utilizando machine learning na análise de dados geoespaciais para prevenção de desastres e gestão eficiente de recursos naturais.
O artigo avalia ainda o potencial de produção tecnológica mais acelerada e facilitada, utilizando assistentes virtuais como o OpenAI e o Cody em combinação com plataformas de desenvolvimento integrado como o Streamlit, Jupyter Notebook para produção de aplicações numa lógica de low code, dados abertos e utilização de informação oficial como um contributo para a produção de ferramentas de alerta e previsão de desastres naturais em Portugal.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em julho de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -0,13% na Zona Euro e -0,1% na UE, face ao mês anterior. Em junho de 2024, a produção industrial tinha registado variações de 0,0% na Zona Euro e de 0,1% na UE. Portugal registou uma diminuição de 1,1% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 3,6% em junho de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (9,2%), Croácia (8,0%) e Bélgica (7,3%). As maiores diminuições foram registadas em Malta (-5,5%), Estónia (-4,8%) e Roménia (-3,4%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -2,2% na Zona Euro e -1,7% na EU, em julho de 2024. Portugal registou uma diminuição de 3,7%, após ter registado uma diminuição de 2,7% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, as maiores subidas foram registadas na Dinamarca (19,8%), Grécia (10,8%) e Finlândia (6,4%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Hungria (-6,4%), Estónia (-5,8%) e Alemanha (-5,5%).

(Gráfico: Eurostat)

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