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Atividade Turística – INE

Em julho de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 9,0 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 2,1% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,3 milhões de dormidas (4,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,7 milhões de dormidas (-2,4%, VH).

De janeiro a julho de 2024, a hotelaria registou 44,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (4,1%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 12,8 milhões de dormidas (0,6%, VHA) e os não residentes representam 31,7 milhões de dormidas (5,5%, VHA).

Em julho de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 803,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 7,2%.   

Em termos regionais (NUTS II), em julho de 2024, destacam-se as regiões do RA Açores (18,8%), do RA Madeira (14,8%) e do Alentejo (9,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a julho de 2024, foram registados 3580,6 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 11,1%.     

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em julho de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,2% e 10,1%, respetivamente. No mês de junho de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,0% e 8,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 3,4% no Índice de Emprego e de 10,7% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em julho de 2024, um valor de 111,0 pontos, aumentando 0,4 pontos relativamente ao mês precedente (110,6 pontos em junho). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 146,4 pontos em julho de 2024, aumentando 5,9 pontos em relação ao mês anterior (140,5 pontos em junho).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em julho de 2024, o Índice de Produção na Construção abrandou 0,6 p.p. para um crescimento homólogo de 2,0%, resultando do abrandamento em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 2,4%, taxa 0,6 p.p. inferior à registada em junho;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 1,8% em junho, para 1,4% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,3 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 3,8% (4,1% em junho de 2024).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 111,9 pontos em julho de 2024, aumentando 0,2 pontos em relação ao mês precedente (111,7 pontos em junho). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 110,9 pontos em junho para 111,1 em julho e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 112,9 pontos em junho para 113,1 pontos em julho.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 8 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 5 de setembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou -0,5% (VH), que compara com -0,1% (VH) na semana anterior. 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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O Papel do Lítio na Transição Energética e Digital – Oportunidades e desafios para Portugal no contexto europeu

Neste seminário analisa-se a crescente importância do lítio para a transição climática e energética, destacando a pressão sobre os produtores para encontrar métodos mais eficientes e sustentáveis de exploração e reciclagem. O lítio, um componente essencial nas baterias de veículos elétricos e no armazenamento de energia renovável, é apresentado como chave para a mitigação das alterações climáticas e a transição para fontes de energia mais limpas.

Perspetiva-se que a procura por lítio continue a crescer, sublinhando a necessidade de uma gestão eficaz e sustentável deste recurso. O papel crucial do lítio na transição energética exige estratégias para garantir um fornecimento estável e sustentável, minimizando os impactos ambientais e promovendo a economia circular.

Contudo, a exploração do lítio pode ter implicações ambientais significativas, incluindo a poluição da água e do ar e a destruição de habitats naturais. Assim, é imperativo desenvolver uma estratégia integrada que incorpore melhores práticas de mineração e reciclagem, legislação ambiental clara e assertiva, investimento em Investigação e Desenvolvimento, e o envolvimento das comunidades locais.

A implementação dessas estratégias deve estar alinhada com as iniciativas da União Europeia que promovem a inovação, a sustentabilidade e a competitividade na indústria de baterias. Destaca-se a necessidade de uma abordagem integrada, adaptada às circunstâncias e capacidades específicas de cada Estado-Membro, para enfrentar os desafios associados à gestão do lítio na economia do futuro.

TE 116 – O Papel do Lítio na Transição Energética e Digital – Oportunidades e Desafios para Portugal no contexto europeu.pdf 

Apresentação 97.º Seminário GEE/GPEARI – TE 116 – O Papel do Lítio na Transição Energética e Digital – Oportunidades e Desafios para Portugal no contexto europeu.pdf

Índice de Preços no Consumidor – INE

Em agosto de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 1,9%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,6 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,4%, igual à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de -0,3%, o que compara com uma variação de -0,6% no mês anterior e de 0,3% em agosto de 2023.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,3% (2,5% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,7%, (2,8% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 1,8%, diminuindo 0,9 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a agosto de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,4 p.p. à da área do Euro (em julho, a taxa de variação homóloga do IHPC português tinha sido superior em 0,1 p.p. à da área do Euro.

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em julho de 2024, variações homólogas de 1,4%, 8,0% e 4,4%, respectivamente, o que compara com 4,4%, 9,8% e -4,2% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em julho de 2024, valores de 124,6 pontos, 157,8 pontos e 127,3 pontos, respectivamente, o que compara com 127,0 pontos, 172,7 pontos e 117,1 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em julho de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 4,6%, superior em 0,7 p.p. ao valor registado em junho de 2024 (3,9%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 163,1 pontos em julho de 2024, aumentando 8,8 pontos em relação ao mês precedente (154,3 pontos em junho de 2024).

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Conferência Internacional “Um Novo Quadro Estratégico de Política Industrial para Portugal”

Realiza-se a 26 de setembro, no Hotel Tivoli, em Lisboa, a conferência “Um Novo Quadro Estratégico de Política Industrial para Portugal”, cujas inscrições já estão abertas.

A conferência insere-se na primeira etapa do projeto “Avaliação Estratégica de Política Industrial”, que está a ser desenvolvido em conjunto pelo Centro de Competência de Planeamento, Políticas e Prospetiva da Administração Pública (PlanAPP), o Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), o Gabinete de Planeamento, Avaliação, Estratégia e Relações Internacionais do Ministério das Finanças (GPEARI) e a Agência para Competitividade e Inovação (IAPMEI).

Envolvendo três áreas governativas – Presidência do Conselho de Ministros, Economia e Finanças – este projeto tem como objetivo central propor um novo modelo institucional para a prossecução da política industrial, com um ecossistema completo das entidades com responsabilidades na matéria e respetivos instrumentos, garantindo coerência entre os diferentes níveis de intervenção – UE, Governo nacional e poder local. Pretende-se igualmente desenvolver um quadro de aprendizagem em matéria de política industrial, através da elaboração de um modelo de monitorização e avaliação, que seja apropriável pelas entidades envolvidas.

Para esse efeito, foi contratada uma equipa de peritos internacionais, liderada por Ha-Joon Chang, destacado especialista nesta área.

A pandemia de Covid-19, as crescentes tensões geopolíticas, mas também a necessidade de encontrar respostas para os desafios relacionados com as transições climática e tecnológica, deram uma nova centralidade à política industrial um pouco por todo o mundo.

Nesta conferência, aberta pelo ministro da Economia, Pedro Reis, e encerrada pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, serão apresentadas as linhas gerais da proposta da equipa de peritos para um novo quadro institucional para o desenho e implementação de uma política industrial em Portugal. Além da vasta experiência dos peritos nesta matéria que estudaram a fundo a realidade portuguesa, a proposta incorpora também os contributos de empresários, académicos e ex-responsáveis políticos que foram auscultados ao longo dos últimos meses.

A conferência conta ainda com diversos oradores internacionais, designadamente representantes da Comissão Europeia (CE), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Para mais informações, veja aqui. O programa detalhado da conferência, que decorrerá entre as 9:30 e as 18:10 do dia 26, será divulgado oportunamente.

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição prévia, limitada à capacidade da sala.