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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em julho de 2024, variações homólogas de -0,9% e 6,3%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,8 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,1% no mês de junho de 2024), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 1,8 p.p. em relação ao mês anterior (8,1% em junho de 2024). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 5,9% em julho de 2024, aumentando 11,4 p.p. face à registada em junho de 2024.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em julho de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -3,5%, diminuindo 5,1 p.p.  em relação ao observado no mês de junho de 2024 (1,6% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de -1,5% e -0,2%, após terem registado variações de -0,2% e 2,4% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -10,8% e -5,0%, após terem registado variações de -6,6% e 10,0% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em julho de 2024, uma variação homóloga de -2,5%, diminuindo 6,8 p.p. em comparação com o mês anterior (4,3%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 4,0 p.p. em termos homólogos (-4,0% em julho face aos 0,0% registados em junho).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de maio a julho de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 5,8% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 1,8% em termos homólogos.

Em julho de 2024, as exportações e as importações de bens aumentaram, registando variações homólogas nominais de 23,5% e 15,5%, respetivamente (-4,1% e -6,2%, pela mesma ordem, em junho de 2024). Estas variações refletem, em grande medida, algumas transações com vista ou na sequência de trabalho por encomenda (sem transferência de propriedade). Em julho, estas transações representaram 13,9% do total das exportações e 3,8% das importações. Excluídas estas transações, as exportações registaram um aumento de 8,6% e as importações cresceram 12,1%.

No mês de julho de 2024, destacaram-se, face ao mês homólogo, as exportações e importações de Fornecimentos industriais (59,5% e 19,7%, respetivamente) e de Combustíveis e lubrificantes (58,2% e 43,1%, respetivamente). A categoria de Fornecimentos industriais foi aquela em que as transações com vista ou na sequência de trabalho por encomenda tiveram maior expressão em julho (32,3% nas exportações e 9,9% nas importações), pelo que excluindo as transações desta natureza as variações nesta categoria foram de 10,2% nas exportações e de 9,2% nas importações.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em julho de 2024, as exportações aumentaram 21,5% e as importações cresceram 12,5% face a julho de 2023 (respetivamente -4,9% e -4,2% em junho de 2024).

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No período de maio a julho de 2024, a taxa de cobertura total foi de 77,3%, correspondendo a um acréscimo de 2,9 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 75,6%, no Comércio Extracomunitário foi de 82,0% e na Zona Euro foi de 73,5%.

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Em julho de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2085,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -670,9 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 104,7 milhões de euros.

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Inteligência Artificial Ética – Contributos Interdisciplinares para a Ação

Os impactos multidimensionais da Inteligência Artificial (IA), nos sistemas de organização social e na vida quotidiana dos cidadãos, fazem dela a inovação mais disruptiva da atual revolução tecnológica. A sua complexidade reflete-se em todas as dimensões da vida humana, tornando-a um fenómeno social sobre o qual é urgente o desenvolvimento de estudos sociais de carácter transdisciplinar e participativo. Estas abordagens ao apontarem para perspetivas diferenciadas na sua compreensão, podem contribuir para a formulação, implementação ou avaliação de políticas públicas, nomeadamente no domínio da definição de estratégias de prevenção de eventuais riscos decorrentes da IA que comprometam os direitos humanos fundamentais e os princípios éticos.
Discutimos neste artigo alguns resultados do trabalho de investigação desenvolvido no âmbito do projeto de doutoramento em sociologia sobre “Os impactos da inteligência artificial nos direitos humanos”, numa perspetiva de investigação-ação, onde se mobilizou entrevistas semiestruturadas e grupos ativos de reflexão (GAR) para a auscultação e envolvimento de peritos em IA e outros stakeholders, numa abordagem transdisciplinar e participativa. Apresentamos alguns contributos para a definição de propostas de ação para o desenvolvimento de IA ética no que diz respeito às esferas da educação, regulamentação e desafios à inovação científica em IA.

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Contas Nacionais Trimestrais – 2ª Publicação – Eurostat

No 2º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,5% em relação ao trimestre homólogo (1,5% no trimestre anterior) e uma variação de 0,1% em relação ao trimestre anterior (0,8% no 1º trimestre de 2024).

A variação homóloga registou 0,6% na Zona Euro (0,5% no 1º trimestre de 2024) e 0,8% na UE27 (0,7% no 1º trimestre de 2024). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,2% na Zona Euro (0,3% no 1º trimestre de 2024) e uma variação de 0,2% na UE27 (0,3% no 1º trimestre de 2024).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Polónia (1,5%), no Grécia (1,1%) e na Países Baixos (1,0%). As maiores quedas foram observadas na Irlanda (-1,0%), Letónia (-0,9%) e Áustria (-0,4%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB em Malta (4,2%), Polónia (4,0%) e Chipre (3,7%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições na Irlanda (-4,1%), Estónia (-1,3%) e Finlândia (-1,2%).

Nos EUA, no 2º trimestre de 2024, o PIB aumentou 3,1% em termos homólogos (2,9% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,7% em comparação com o trimestre anterior (0,4% no 1º trimestre de 2024).

(Gráfico: Eurostat)

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em julho de 2024, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,1% na Zona Euro (ZE20) e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em junho de 2024, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -0,4% na Zona Euro e -0,4% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 0,8% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,8% em junho de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, os maiores aumentos foram registados na Croácia (2,9%), na Áustria e na Eslováquia (ambos 1,8%) e na Eslovénia (1,6%). As maiores diminuições ocorreram no Luxemburgo (-2,1%), Roménia (-1,8%) e Chipre (-1,1%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 0,1% na Zona Euro e aumentou 0,4% na UE27, em julho de 2024.

Portugal registou um aumento homóloga de 2,0%, após ter registado um aumento homólogo de 3,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados no Luxemburgo (10,3%), na Croácia (7,9%) e na Bulgária (6,8%). As maiores diminuições foram observadas na Bélgica (-4,4%), Estónia (-3,1%) e Finlândia (-2,1%). Foram registadas diminuições na Letónia (-3,6%), Alemanha (-2,8%) e Finlândia (-1,9%).

(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 1 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 29 de agosto de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou -0,1% (VH), que compara com 1,8% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Caracterização do Ecossistema Industrial Agroalimentar em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial Agroalimentar em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do EIA, considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados três pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, (ii) Inovação, Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Empreendedorismo e (iii) Ambiente de Negócios.

No contexto atual existe um conjunto de dependências da UE que num futuro próximo importa discutir. O estudo enfatiza a importância do investimento contínuo na resposta às novas exigências dos consumidores, à sustentabilidade de recursos e ambiental, à adoção de tecnologias digitais, bem como na aposta nas novas competências dos RH, possibilitando a criação de valor e de novos modelos de negócio, havendo uma integração do ciclo de vida do ecossistema, com vista à competitividade no mercado global.

Ecossistema Industrial Agroalimentar em Portugal

Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de julho de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 5,31%, diminuindo 0,17 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 4,90% e 5,14% em junho de 2024 para 4,76% e 5,12% em julho de 2024, respetivamente.

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Em julho de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,11 p.p., de 5,37% para 5,26%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 5,70% e 5,35%, respetivamente, após terem registado valores de 6,01% e 5,69% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 5,16%, o que compara com 5,11% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de julho de 2024, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 2,02%, diminuindo 0,17 p.p. face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 3,53 p.p.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 2,67% e 2,91% em julho de 2024, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 2,23 p.p. e 2,23 p.p., respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de agosto de 2024, foram matriculados 14 338 veículos, o que representa uma diminuição homóloga de 8,7%. A categoria de Veículos Pesados apresentou uma diminuição de 43,6% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de -9,4% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 9,8%.

Entre janeiro e agosto de 2024 foram matriculados 168 941 veículos, o que representa um aumento homólogo de 4,4%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 3,5% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 2,5% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um aumento de 19,5% (VHA).

De janeiro a agosto de 2024, as matrículas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram 142 788 unidades, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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