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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

O INE estima que, em junho de 2024, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 2,8% (o valor observado em maio de 2024 foi 3,1%). A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 2,3% (2,7% em maio de 2024).

A variação mensal do IPC terá sido nula (variação de 0,2% em maio de 2024 e 0,3% em junho de 2023).

Estima-se uma variação média dos últimos doze meses de 2,5% (2,6% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 3,1% (3,8% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

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Em Análise – O Teletrabalho em Portugal: Quadro normativo e políticas recentes no contexto da União Europeia

Este estudo analisa o quadro normativo e as políticas recentes de teletrabalho em Portugal no contexto da União Europeia (UE). Com a pandemia de Covid-19, o teletrabalho tornou-se uma modalidade de trabalho amplamente adotada, levando a significativas alterações legislativas para assegurar condições adequadas aos teletrabalhadores. A análise aborda as principais mudanças legislativas antes, durante e após a pandemia, destacando a implementação do Acordo-Quadro Europeu sobre Teletrabalho e as medidas específicas adotadas por Portugal. O estudo também apresenta as diferentes abordagens de regulamentação do teletrabalho nos Estados-Membros da UE e a evolução das políticas de teletrabalho, enfatizando a importância de adaptar continuamente as regulamentações para proteger a saúde e bem-estar dos trabalhadores, promovendo a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal, e assegurando que o teletrabalho contribua positivamente para a qualidade de vida dos trabalhadores e para a produtividade das organizações.

O Teletrabalho em Portugal: Quadro normativo e políticas recentes no contexto da União Europeia

Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em junho de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 101,0 pontos, o mesmo valor que em maio de 2024.

Verificaram-se subidas nos sectores da Indústria (de -6,1 para -5,3 pontos), Comércio a Retalho (de 1,2 para 3,0) e Construção (de -4,0 para -3,4), ao contrário do Serviços (de 3,6 para 1,3). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -17,5 para -16,7.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 0,2 pontos na União Europeia (de 96,6 pontos em maio de 2024 para 96,4 pontos em junho de 2024), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,2 pontos (de 96,1 pontos em maio de 2024 para 95,9 pontos em junho de 2024).

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em maio de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,3 mil milhões de euros, diminuindo 11 mil euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -0,8% (-1,1% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 128,9 mil milhões de euros, registando uma TVA de 1,0% (0,7% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 0,0%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 6,2%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -0,3%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em maio de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,30% (1,24% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,97% para 2,13%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,83% (0,82% no mês precedente).

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Em maio de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,2%) e no Norte (30,4%).

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Em maio de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 4,0% (3,8% no mês anterior).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em junho de 2024, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 1,9 para 1,8 (%, vcs).

Entre maio e junho de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 1,8 para -2,8 e o do Comércio diminuiu de 1,7 para -0,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -6,3 para -6,0 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -3,1 para -2,7. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -16,5 (sre, ve), em junho de 2024 (-17,6 em maio de 2024).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em maio de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 610 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,9% face ao mês anterior e a um aumento de 6,6% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 780 euros/m2, registando um aumento de 0,6% em relação ao mês anterior e um aumento 5,4% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 263 euros/m2, aumentando 1,2% face ao mês precedente e aumentando 9,5% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,4%); Centro (0,9%); Oeste e Vale do Tejo (1,3%); Grande Lisboa (0,7%); Península de Setúbal (0,9%); Alentejo (-2,1%); Algarve (2,9%); Região Autónoma dos Açores (-4,6%) e Região Autónoma da Madeira (2,8%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (8,3%); Centro (10,6%); Oeste e Vale do Tejo (11,5%); Grande Lisboa (4,2%); Península de Setúbal (6,6%); Alentejo (10,9%); Algarve (1,6%); Região Autónoma dos Açores (11,7%) e Região Autónoma da Madeira (16,8%).   

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Caracterização do Ecossistema Industrial da Construção em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Construção em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do EIC, considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados três pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, (ii) Inovação, Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Empreendedorismo e (iii) Ambiente de Negócios.

O contexto atual tem vindo a colocar desafios ao paradigma da globalização, pelas disrupções nas cadeias de valor. Assim, a continuação do investimento na colaboração entre os diferentes setores de atividade, aproveitando a capacidade de inovação e I&D para desenvolver novos produtos segundo novos modelos de negócio e novas formas de trabalho, contribuirá para a competitividade do ecossistema industrial da Construção em Portugal.

 

Ecossistema Industrial da Construção em Portugal

Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE

No 1º trimestre de 2024, a economia portuguesa registou uma capacidade de financiamento de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB), que representa um aumento de 0,5 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior.

O Rendimento Nacional Bruto (RNB) e o Rendimento Disponível Bruto (RDB) aumentaram ambos 1,6% (crescimentos de 1,6% e 1,5% no trimestre anterior, pela mesma ordem). O aumento do saldo externo da economia refletiu a melhoria do saldo das Famílias em 1,0 p.p. do PIB face ao trimestre anterior.

O Rendimento Disponível Bruto (RDB) das Famílias aumentou 2,6% face ao trimestre anterior, verificando-se crescimentos de 2,2% e 1,4% das remunerações e do Valor Acrescentado Bruto (VAB), respetivamente. A despesa de consumo final cresceu 1,1% (1,2% no trimestre anterior), determinando o aumento da taxa de poupança para 8,0% (6,6% no trimestre anterior), o que conduziu a uma capacidade de financiamento de 2,2% do PIB (1,2% do PIB no trimestre anterior). Em termos reais, o RDB ajustado per capita das Famílias cresceu 1,5% no 1º trimestre de 2024 (0,5% no trimestre anterior).

O saldo das Sociedades Não Financeiras (SNF) manteve-se inalterado em -2,2% do PIB. O VAB aumentou 1,5%, inferior ao crescimento das remunerações pagas (taxa de variação de 2,4%), enquanto a Formação Bruta de Capital aumentou 0,6%. Por sua vez, o saldo das Sociedades Financeiras fixou-se em 2,3% do PIB (menos 0,2 p.p. que no trimestre anterior).

O saldo do sector das AP diminuiu 0,3 p.p. no ano terminado no 1º trimestre de 2024, passando de uma capacidade líquida de financiamento de 1,2% para 0,9% do PIB. Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1º trimestre de 2024 atingiu -118,9 milhões de euros, correspondendo a -0,2% do PIB, o que compara com 1,1% no período homólogo. Face ao mesmo período do ano anterior, verificou-se um aumento de 7,3% da receita e de 11,0% da despesa.

(Gráfico: INE)

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em abril de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 802,4 mil milhões de euros, dos quais 359,9 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 442,5 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 291,2 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 151,3 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 0,7 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 0,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a aumento do endividamento das Empresas em 0,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,3 mil milhões de euros.

Relativamente a abril de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 5,7 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 2,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de uma redução de 3,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 3,4 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,2 mil milhões de euros.

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Em abril de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,2%, mais 0,3 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 0,1% para 0,4%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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