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REPLAN realiza encontro sobre Avaliação de Políticas Públicas a 26 de novembro

No próximo dia 26 de novembro, realiza-se na sede do IAPMEI, em Lisboa, o encontro “Avaliação de Políticas Públicas: das boas práticas a uma Agenda Nacional”, cujo programa será divulgado em breve.

Organizado pela EMA – Equipa Multissetorial de Avaliação da REPLAN – Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública, nomeadamente pela sua coordenação (GEE – Gabinete de Estratégia e Estudos, AD&C – Agência para o Desenvolvimento e Coesão, PLANAPP – Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas) e pelo GPEARI – Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério das Finanças, este encontro pretende reunir profissionais da Administração Pública, da academia e todos os demais profissionais com prática ou interesse na avaliação de políticas, promovendo a partilha de experiências, metodologias e boas práticas.

Além da troca de conhecimentos, o evento será também palco para a divulgação de recursos desenvolvidos para apoiar a institucionalização da avaliação e para apresentar o contributo de uma Agenda Nacional de Avaliação de Políticas Públicas nesse processo.

Este encontro contará ainda com contributos de investigadores, técnicos, professores e estudantes que aceitaram o desafio lançado através da ‘calll for papers’, submetendo propostas de comunicações ou posters, que serão apresentados e debatidos em painéis temáticos, moderados por representantes da EMA – Equipa Multissetorial de Avaliação da REPLAN.

Para conhecer mais sobre a Agenda Nacional de Avaliação e o seu projeto-piloto, atualmente em curso no Ministério da Educação, Ciência e Inovação, recomenda-se a consulta do site do PLANAPP.

Sailing through Troubled Waters: Evidence from the APOIAR Program

We exploit the assignment mechanism of the APOIAR Program, a targeted initiative aimed at supporting the firms most affected during the COVID-19 pandemic, to provide causal evidence on the impact of grants on firm survival and performance in times of crisis. Using sharp and fuzzy regression discontinuity designs and drawing on a combination of administrative datasets, we find that eligible firms experienced a short-term increase in profitability in 2021, with €1 of support increasing net income by €0.658. However, these effects did not persist in 2022, and we found no significant changes in turnover or cost reduction, indicating that the increase in profitability was mechanically due to the subsidy. Firms allocated part of the grant to rental payments and purchases of office supplies, including modest investments in digitalization. Our findings suggest that these funds were particularly important for ex-ante less productive and more indebted firms.

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REPLAN: LISTA DOS INSTRUMENTOS DE PLANEAMENTO 2024

Foi publicada uma lista de Instrumentos de Planeamento aprovada na reunião da Comissão Plenária da Rede de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública (REPLAN).

Este documento é o resultado do trabalho desenvolvido pela Equipa Multissetorial de Planeamento (EMP) no âmbito do Plano de Ação 2023-2024 da REPLAN, para o qual contribuíram não só os membros da Equipa Multissetorial, como também representantes de áreas governativas que não integram a EMP.

Da parte da área governativa da Economia, o exercício de recolha de elementos foi coordenado pelo Gabinete de Estratégia e Estudos, em colaboração com a Secretaria-Geral da Economia, e em articulação com os seguintes Serviços – ANI, ASAE, BPF, COMPETE 2030, DGAE, DGPM, DGC, IAPMEI, IPAC, IPQ e TdP – a quem agradecemos.

 

REPLAN: LISTA DOS INSTRUMENTOS DE PLANEAMENTO 2024

European Framework for Strategic Dependencies: insights from Portugal between 2019 and 2024

A pandemia da COVID-19 teve efeitos profundos e duradouros na atividade económica a nível global, com impactos heterogéneos entre países e sectores. À medida que os países procuram recuperar, enfrentando uma série de desafios significativos e persistentes, cresce a perceção de que o regresso às condições pré-pandemia é um processo exigente.

Na realidade, as tensões geopolíticas estão a intensificar-se, empurrando o mundo para territórios desconhecidos e acrescentando camadas de complexidade aos esforços de recuperação em curso. Para decisores políticos e empresas, torna-se essencial manter a capacidade de adaptação e resiliência num contexto de dinâmicas globais em mutação, mas também permanecer vigilantes, reavaliando continuamente as suas alianças. Neste cenário em evolução, a monitorização das dependências comerciais assume-se como uma ferramenta crítica para identificar potenciais vulnerabilidades e desenvolver estratégias robustas que promovam uma maior autonomia estratégica.

Neste contexto, este estudo atualiza a análise realizada por Nogueira et al. (2022) e apresenta uma perspetiva temporal alargada sobre as dependências comerciais de Portugal, permitindo captar tendências evolutivas que aprofundam a compreensão sobre a forma como o país tem enfrentado sucessivas ondas de desafios complexos ao longo do tempo, num panorama geopolítico em transformação.

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TE 127 – Adicionalidade e Impactos das Agendas Mobilizadoras do PRR: um Quadro Lógico para a transformação da economia portuguesa

Este Tema Económico analisa as Agendas Mobilizadoras e Verdes para a Inovação Empresarial, desenvolvidas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), como um instrumento estratégico de política pública com potencial para transformar estruturalmente a economia portuguesa.

Com enfoque na inovação, a análise apresenta a evolução de Portugal nos rankings da inovação, um painel de indicadores e explora um Quadro Lógico de Causalidade, sustentado por revisão de literatura relevante, para demonstrar os nexos de causa-efeito que fundamentam o racional e a implementação desta medida.

As Agendas Mobilizadoras reúnem o potencial de gerar impactos estruturais na economia portuguesa, com destaque para a criação de emprego qualificado, o desenvolvimento de novos produtos e serviços de alto valor acrescentado, aumento das exportações e o impacto que poderão refletir ao nível do crescimento económico e captação de investimento estrangeiro. A eficácia desta política pública está condicionada à sua capacidade de promover spillovers. O seu sucesso passa por uma monitorização robusta e eficaz para controlo de resultados, possibilitando um acompanhamento sustentado e de qualidade para  garantir o alinhamento com os objetivos estratégicos.

TE 127 – Adicionalidade e Impactos das Agendas Mobilizadoras do PRR.pdf

Pilar de Competitividade: Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos na área de Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, divulgamos a edição de 2024 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, incluindo evolução temporal e benchmark internacional, bem como síntese das medidas de política pública, da autoria de Carla Ferreira.
O mercado de trabalho e os recursos humanos existentes numa economia são determinantes para o seu nível de desempenho e de produtividade. O mercado de trabalho, traduzido na relação entre a procura de mão-de-obra pelas entidades empregadoras e a oferta pelos trabalhadores, é uma relação complexa e com a intervenção de vários atores. Neste contexto, o Estado, para além de empregador, atua no mercado através da implementação de medidas de política pública, para promoção da otimização ou correção do funcionamento, e como regulador, com o objetivo de promover a justiça e equidade nas relações laborais e a maior eficiência na capacitação e afetação de recursos.

Ficha de Competitividade – Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho 2024

Pilar de Competitividade: Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas, divulgamos a edição de 2024 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, incluindo evolução temporal e benchmarking internacional, bem como síntese das medidas de política pública, da autoria de Mariana Costa Santos, Rita Tavares da Silva e Teresa Rebelo.

Ficha de Competitividade – Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas 2024

Pilar de Competitividade: Ambiente de Negócios

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Ambiente de Negócios, divulgamos os seguintes trabalhos da autoria de Gonçalo Novo:

  • Edição de 2024 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública; e
  • 3.ª edição da Base de Dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios

A Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria do ambiente de negócios e comparar o desempenho face a outros países. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas públicas nesta área.

Ficha de Competitividade – Ambiente de Negócios 2024

Base de Dados de informação sobre Ambiente de Negócios

A Base de Dados em formato “excel” inclui dados sobre a posição da economia portuguesa nos rankings internacionais selecionados, bem como num conjunto de inquéritos e indicadores.

Indicadores – Ambiente de Negócios 2024

100.ª Edição Seminários GEE-GPEARI: História, desafios e oportunidades

O Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) e o Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) assinalaram a 11 de dezembro, a 100.ª Edição dos Seminários conjuntos.

O ciclo de Seminários conjuntos iniciou-se em fevereiro de 2016, com regularidade mensal, promovendo a apresentação de tópicos relevantes para as Políticas Públicas e/ou Estudos sobre a Economia Portuguesa e Produtividade, estimulando o debate e troca de ideias entre a Academia/ a Administração Pública e Sector Privado, assim como o acesso a conhecimento atualizado e diversificado.

Esta edição especial contou com as Boas-vindas pela Diretora do GEE, Joana Almodovar, e abertura da sessão pelo Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Brandão de Brito.

No primeiro painel, moderado por Ana Martins e com a participação de Rita Bessone Basto e de José Carlos de Azevedo Pereira, Diretor-Geral do GPEARI, foi debatido a história e evolução dos Seminários GEE-GPEARI. No segundo painel, moderado por Paulo Costa, com participação de Ana Fontoura Gouveia e de Sílvia Santos, foram abordados os contributos dos Seminários para as Políticas Públicas: desafios e oportunidades.

 

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Estudos Setoriais 2030 – 1.ª Edição – Indústria Têxtil e Vestuário

Decorreu hoje a Conferência “Estudos Setoriais 2030 – 1.ª Edição – Indústria Têxtil e do Vestuário” no Auditório do CITEVE, em Vila Nova de Famalicão.

A conferência contou com a intervenção de abertura pelo Secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, a apresentação dos principais resultados do Estudo Setorial realizado pelo Gabinete de Estratégia e Estudos e uma mesa-redonda com vários oradores da Indústria Têxtil e do Vestuário portuguesa.

Com os objetivos de diagnóstico, de roteiro das principais medidas de política aplicáveis ao setor e de identificação dos seus desafios e oportunidades, os Estudos Setoriais 2030 têm por base a análise estatística, mas também estratégica, de posicionamento e de fatores determinantes de competitividade, apoiada pela consulta direta a diferentes stakeholders e pelo desenvolvimento de Estudos de Caso.

Consulte nos links abaixo a 1.ª Edição dos Estudos Setoriais 2030 – Têxtil e Vestuário em Portugal.

 

Em Análise – Regulamentação da Inteligência Artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act

O presente artigo “Em Análise” procura analisar de forma sistemática o Regulamento da Inteligência Artificial (AI Act) da União Europeia (UE), um marco regulatório destinado a estabelecer regras harmonizadas para o desenvolvimento, comercialização e utilização de sistemas de Inteligência Artificial (IA) dentro da UE.

Com a aprovação e publicação do AI Act, a UE assume uma posição pioneira na regulação da IA, no sentido de introduzir uma abordagem baseada no nível de risco associado às diferentes aplicações da IA. Este enquadramento legislativo visa promover uma IA centrada no ser humano, garantindo um elevado nível de proteção da saúde, segurança e direitos fundamentais, enquanto fomenta a inovação e a competitividade europeias no domínio da IA.

Este trabalho analisa a estrutura do AI Act, os seus objetivos principais, as categorias de risco definidas e as proibições específicas impostas a certas práticas de IA. Além disso, discute-se o impacto que esta legislação poderá vir a ter em Portugal, sintetizando desafios para a adaptação e aproveitamento das oportunidades que o AI Act apresenta, enfatizando a necessidade de revisão da Estratégia Nacional de IA e de promoção de uma colaboração estreita entre o governo, a indústria, a academia e a sociedade civil.

 

Regulamentação da Inteligência Artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act

GEE PAPERS VENCEDORES DA CALL FOR PAPERS SOBRE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – GEE/GOOGLE/APDSI

Concluída a Call for Papers sobre “Inteligência Artificial em Portugal: Inovações, Desafios e Impactos na Economia”, uma organização do Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) com o apoio da Google e da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), divulgamos os papers vencedores.

• “Artificial Intelligence in Agriculture: Revolutionizing Methods and Practices in Portugal”, Maria José Sousa (ISCTE-IUL)
• “EU-funded investment in Artificial Intelligence and regional specialization”, Anabela Marques Santos, Francesco Molica e Carlos Torrecilla Salinas (JRC)
• “Distance to Export: A Machine Learning Approach with Portuguese Firms”, Paulo Barbosa (AICEP e ISEG), João Cortes (AICEP) e João Amador (BdP e Nova SBE)

Em Análise – O Teletrabalho em Portugal: Quadro normativo e políticas recentes no contexto da União Europeia

Este estudo analisa o quadro normativo e as políticas recentes de teletrabalho em Portugal no contexto da União Europeia (UE). Com a pandemia de Covid-19, o teletrabalho tornou-se uma modalidade de trabalho amplamente adotada, levando a significativas alterações legislativas para assegurar condições adequadas aos teletrabalhadores. A análise aborda as principais mudanças legislativas antes, durante e após a pandemia, destacando a implementação do Acordo-Quadro Europeu sobre Teletrabalho e as medidas específicas adotadas por Portugal. O estudo também apresenta as diferentes abordagens de regulamentação do teletrabalho nos Estados-Membros da UE e a evolução das políticas de teletrabalho, enfatizando a importância de adaptar continuamente as regulamentações para proteger a saúde e bem-estar dos trabalhadores, promovendo a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal, e assegurando que o teletrabalho contribua positivamente para a qualidade de vida dos trabalhadores e para a produtividade das organizações.

O Teletrabalho em Portugal: Quadro normativo e políticas recentes no contexto da União Europeia

Caracterização do Ecossistema Industrial da Construção em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Construção em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do EIC, considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados três pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, (ii) Inovação, Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Empreendedorismo e (iii) Ambiente de Negócios.

O contexto atual tem vindo a colocar desafios ao paradigma da globalização, pelas disrupções nas cadeias de valor. Assim, a continuação do investimento na colaboração entre os diferentes setores de atividade, aproveitando a capacidade de inovação e I&D para desenvolver novos produtos segundo novos modelos de negócio e novas formas de trabalho, contribuirá para a competitividade do ecossistema industrial da Construção em Portugal.

 

Ecossistema Industrial da Construção em Portugal

Caracterização do Ecossistema Industrial de Aeroespacial e Defesa em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Aeroespacial e Defesa em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

No contexto atual existe um conjunto de dependências da UE que, num futuro próximo, importa discutir. O Ecossistema da Aeroespacial e Defesa, que por sua vez se cruza com a política publica desenvolvida no âmbito da Economia de Defesa, e com diversos setores de atividade, apresenta um potencial relevante para o desempenho da e economia europeia e nacional.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do Ecossistema Industrial da Aeroespacial e Defesa (EIAD), considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados três pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, (ii) Inovação, Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Empreendedorismo e (iii) Ambiente de Negócios.

A análise abrange a competitividade do ecossistema em Portugal bem como as medidas de política implementadas. O estudo enfatiza a importância do investimento contínuo em I&D, inovação e empreendedorismo, bem como a promoção da colaboração entre empresas, instituições de I&D e Estado, destacando, ainda, os principais fatores, políticas e desafios que podem impulsionar a competitividade e contribuir para o desenvolvimento sustentável da economia de defesa e, concomitantemente, da economia nacional.

Ecossistema Industrial de Aeroespacial e Defesa em Portugal

TE 123 – As Agendas Mobilizadoras do PRR como instrumento de inovação em rede: Enquadramento e ponto de situação

O Sistema de Incentivos (SI) “Agendas para a Inovação Empresarial”, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tem como propósito apoiar os projetos de investimento que apresentam uma aposta diferenciadora de recuperação e de transformação do perfil de especialização da economia portuguesa.

Este Tema Económico apresenta uma caracterização deste instrumento, oferecendo um detalhe da adesão, do investimento e incentivo envolvidos, bem como uma análise ao nível dos consórcios elegíveis, composição do investimento e respetiva distribuição por eixo temático, com evidência do grau de execução financeira alcançado tendo por base os consórcios contratados.

TE 123 – As Agendas Mobilizadoras do PRR como instrumento de inovação em rede: Enquadramento e ponto de situação.pdf

Em Análise – Portugal e os BRICS

No âmbito do acompanhamento de diversas questões económicas, realizado pelo GEE, publicamos o Em Análise “Portugal e os BRICS”. Um dos objetivos dos BRICS é criar uma alternativa à ordem internacional liberal criada pelos EUA e pela Europa e ao domínio do dólar. Neste trabalho analisa-se a evolução dos BRICS e as relações económicas que estabelecem com Portugal.

Destacam-se os seguintes aspetos:

  • Os países do BRICS têm apostado na cooperação económica, no aperfeiçoamento dos respetivos parques industriais e na adequação das suas atividades económicas às novas tecnologias;
  • O BRICS+5, para além das duas maiores demografias mundiais, a China e a Índia e da nação mais importante da América do Sul, o Brasil, integra três países africanos: África do Sul, Egito e Etiópia, e alguns dos maiores exportadores de petróleo: Arábia Saudita, Rússia, Irão e Emirados Árabes;
  • Em Portugal, o investimento direto da China e do Brasil é significativo;
  • Em 2023, as importações oriundas dos BRICS representaram 10,1%, num valor de 10,6 mil milhões de euros e as exportações para os BRICS representaram 2,9%, num valor de 2,8 mil milhões de euros.

 

Em Análise – Portugal e os BRICS

Caracterização do Ecossistema Industrial do Digital em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

O contexto atual, a União Europeia (UE) tem vindo a alertar para a necessidade de uma Autonomia Estratégica com base na relevância económica, tecnológica e potencial contribuindo para a dupla transição (verde e digital), reforçando a resiliência da economia da própria UE. Assim, ampliar o papel do Digital enquanto fator crítico para a melhoria da resiliência pessoal, social e económica, e, ao mesmo tempo, a promoção de uma sociedade, contribuirá para a competitividade do Ecossistema Industrial do Digital.

A importância deste ecossistema industrial ficou bem patente no momento de fazer face às limitações decorrentes das medidas de contenção da pandemia, com a sua importância em termos das competências digitais nas várias vertentes da vida dos cidadãos – relacionamento interpessoal, educacional, profissional, exercício da cidadania, acesso a serviços públicos e privados.

 

Ecossistema Industrial do Digital em Portugal

Megatendências 2050 – “O mundo em mudança: impactos em Portugal – uma breve introdução”

Foi publicada uma brochura que constitui uma introdução ao Relatório sobre as Megatendências 2050, a publicar no final deste ano, a qual apresenta de forma muito sintética, as 9 megatendências que deverão marcar o futuro de Portugal, com uma descrição geral e uma lista dos impactos potenciais mais relevantes no país.

Este relatório decorre da atividade da Equipa Multissetorial de Prospetiva da Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública (REPLAN), coordenada pelo Centro de Competências de Planeamento, de Políticas e de Prospetiva da Administração Pública (PlanAPP) em colaboração com a Direção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) e a Secretaria-Geral do Ambiente (SGA), na qual participa entre outros, o Gabinete de Estratégia e Estudos – GEE.

A lista foi desenvolvida por um grupo de trabalho formado dentro da Equipa, conduzindo análises e revisões de literatura, workshops colaborativos com a participação de diversos órgãos da Administração Pública e um painel de especialistas para organizar e sistematizar a informação, identificando megatendências e analisando os seus impactos em Portugal.

 

Megatendências 2050 – “O mundo em mudança: impactos em Portugal – uma breve introdução”

Lista dos Instrumentos de Planeamento RePLAN 2023

Foi publicada a Lista dos Instrumentos de Planeamento de 2023, a qual apresenta um levantamento dos elementos do Sistema de Planeamento Nacional de Portugal, centrado no âmbito geográfico nacional para o ano de 2023.

Esta lista foi desenvolvida pela Equipa Multissetorial de Planeamento Estratégico da Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública (REPLAN), da qual participa o Gabinete de Estratégia e Estudos – GEE, e inclui instrumentos aprovados ou previstos por atos normativos que estabelecem orientações para a ação governativa em diversos sectores e áreas temáticas.

A metodologia adotada para a elaboração da lista envolveu a definição de Instrumentos de Planeamento como documentos aprovados pelo Governo que determinam orientações mensuráveis para a ação governativa dentro de um horizonte temporal pré-definido. Estes instrumentos devem estar organizados numa estrutura que inclua pelo menos dois níveis de orientações articulados entre si.

A lista inclui diversos tipos de instrumentos de planeamento, como programas governamentais, estratégias nacionais, planos nacionais, e agendas de inovação em áreas variadas, desde a segurança do ciberespaço até à gestão de resíduos, passando por temas como a economia, a habitação, a saúde, a educação, e a agricultura, entre outros. Além disso, apresenta documentos de enquadramento aos processos de planeamento pela sua função orientadora nas respetivas áreas temáticas.

 

Lista dos Instrumentos de Planeamento RePLAN 2023

Para mais informações: https://www.planapp.gov.pt/

Infraestruturas e Transportes do Ecossistema Industrial das Energias Renováveis em Portugal

No âmbito do acompanhamento realizado pelo GEE dos Ecossistemas Industriais Estratégicos foi criada a Série “Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos”.

Esta série de análises feitas pelo GEE tem por base a Estratégia Industrial da União Europeia e os 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos definidos de acordo com a relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

A análise das “Infraestruturas e Transportes do Ecossistema Industrial das Energias Renováveis em Portugal”, incidiu sobre um conjunto de elementos fundamentais na geração, na distribuição, na promoção e no desenvolvimento das energias limpas e sustentáveis, destacando-se alguns aspetos:

  • À medida que aumenta a consciencialização ao nível das questões ambientais, também aumenta o número de países que apostam na incorporação de uma grande parcela de FER na produção de energia, o que implica um aumento do investimento no setor e uma grande aposta no desenvolvimento tecnológico;
  • O ecossistema industrial de energias renováveis é caracterizado pela sua diversidade e pela necessidade de se adaptar a variações na disponibilidade de recursos naturais;
  • Para serem atingidas as várias metas, é necessário planeamento estratégico, definição de prazos e avaliações com vista à realização de investimentos nas redes, alinhados não só com as metas, mas também, com os planos de descarbonização de cada setor de atividade, como é o caso dos transportes;
  • Será necessário que este sector, sustentado pela investigação e pelo investimento adequado, continue a crescer e a evoluir, conduzindo ao desenvolvimento e à otimização de infraestruturas, designadamente de armazenamento e de redes inteligentes;
  • Em 2023, em Portugal, a energia eólica e a energia hídrica foram as mais representativas, contribuindo para a incorporação renovável em 41% e 38%, respetivamente;
  • Portugal, também em 2023, foi o quarto país com maior incorporação renovável na geração de eletricidade (70,7%).

 

Ecossistema Industrial das Energias Renováveis – Infraestruturas e Transportes

TE 122 – Análise de indicadores de acessibilidade à habitação em Portugal: Perspetiva Regional

O aumento no preço da habitação e das rendas, verificado nos últimos anos, tem vindo a colocar em evidência as questões da acessibilidade à habitação, com os resultados produzidos a concentrarem-se, predominantemente, nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.
Neste trabalho, pretende-se contribuir para a discussão em curso através da disponibilização de evidências numa perspetiva regional da acessibilidade à habitação mais desagregada, evidenciando as disparidades existentes entre e nas diferentes regiões de Portugal.
Para o efeito, e com base na literatura existente, procedemos à construção de um índice de acessibilidade à habitação através do crédito (HAI – Housing Affordability Index) assente em informação nacional pública. Os resultados obtidos são complementados através de indicadores alternativos de acessibilidade baseadas em diferentes formas de acesso à habitação – aquisição e arrendamento.
Em consonância com a literatura existente, os resultados apontam para um agravamento geral da acessibilidade à habitação em Portugal e ênfase na heterogeneidade regional do fenómeno, que se manifesta em disparidades significativas nas regiões e entre regiões.
Os resultados deste estudo sublinham a necessidade de políticas de habitação que considerem as questões da acessibilidade, nas suas diversas dimensões, bem como as idiossincrasias regionais e locais relevantes nesse domínio.

 

TE 122 – Análise de indicadores de acessibilidade à habitação em Portugal: Perspetiva Regional

A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica

O trabalho analisa a dependência económica da União Europeia (UE) nas importações de lítio e nas baterias de ião-de-lítio (LIBs), no contexto do aumento da procura desta matéria-prima devido à crescente importância da tecnologia de baterias para a Europa, avaliando, ainda, o potencial português para aumentar a autossuficiência europeia neste domínio. É demonstrado que a UE trata a sua posição de net-importer de lítio como uma questão de autonomia estratégica e que a sua dependência deverá ser confrontada, quer na cadeia de valor (CV) do lítio, como na CV das LIBs, através de uma abordagem que passe pelo aproveitamento dos recursos internos de cada Estado-Membro, pela diversificação da sua oferta exterior e pela aposta na economia circular. Portugal é apontado como o país que liderará a produção de lítio na UE e que poderá vir a destacar-se no cluster de baterias europeu. Porém, a existência de barreiras estruturais têm impedido o país de explorar a sua vantagem comparativa.

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Caracterização do Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

O contexto atual tem vindo a colocar desafios ao paradigma da globalização, pelas disrupções nas cadeias de produção e comercialização. Assim, a continuação do investimento na colaboração entre os diferentes setores de atividade, aproveitando a capacidade de inovação e a criatividade para desenvolver e distribuir os novos produtos e serviços, segundo novos modelos de negócio e novas formas de trabalho, contribuirá para a competitividade do Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal.

Ao estudar a criação de mecanismos de Autonomia Estratégica da Europa e sendo a cultura e a criatividade consideradas como bem público, este ecossistema torna-se imprescindível para o desenvolvimento das sociedades.

 

Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal

Pilar de Competitividade: Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos na área de Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, divulgamos a edição de 2023 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, incluindo evolução temporal e benchmark internacional, bem como síntese das medidas de política pública, da autoria de Carla Ferreira e Gabriel Osório de Barros.

O mercado de trabalho e os recursos humanos existentes numa economia são determinantes para o seu nível de desempenho e de produtividade. O mercado de trabalho, traduzido na relação entre a procura de mão-de-obra pelas entidades empregadoras e a oferta pelos trabalhadores, é uma relação complexa e com a intervenção de vários atores. Neste contexto, o Estado, para além de empregador, atua no mercado através da implementação de medidas de política pública, para promoção da otimização ou correção do funcionamento, e como regulador, com o objetivo de promover a justiça e equidade nas relações laborais e a maior eficiência na capacitação e afetação de recursos.

Ficha de Competitividade – Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho 2023.pdf

Pilar de Competitividade: I&D, Inovação e Empreendedorismo

A I&D e a Inovação desempenham um papel cada vez mais importante na economia. Os desafios e as oportunidades enfrentados pela UE no contexto da concorrência global por recursos e tecnologias, intensificam a necessidade de diversificar cadeias de abastecimento, criar planos de contingência e estabelecer parcerias com países terceiros, tendo por base o investimento em I&D e Inovação.

O empreendedorismo representa uma componente fundamental numa economia de mercado globalizada e competitiva, enquanto impulsionador do emprego e do crescimento económico. Entre as principais vantagens associadas ao empreendedorismo contam-se a criação de novas empresas, o maior investimento na economia, a criação de novos empregos, e a promoção da competitividade e da inovação.

O investimento em I&D e em Inovação e no empreendedorismo não pode estar dissociado do desenvolvimento de novas qualificações, sendo esta uma componente fundamental para a criação de melhor emprego, nomeadamente em áreas associadas ao digital e à economia verde. Estas dimensões são analisadas por diferentes rankings e estatísticas internacionais.

 

Ficha de Competitividade – I&D, Inovação e Empreendedorismo 2023

Pilar de Competitividade: Ambiente de Negócios

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Ambiente de Negócios, divulgamos os seguintes trabalhos da autoria de Gonçalo Novo e Gabriel Osório de Barros:

  • Edição de 2023 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública; e
  • 2.ª edição da Base de Dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios

A Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria do ambiente de negócios e comparar o desempenho face a outros países. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas públicas nesta área.

Ficha de Competitividade – Ambiente de Negócios 2023

 

Base de Dados de informação sobre Ambiente de Negócios

A Base de Dados em formato “excel” inclui dados sobre a posição da economia portuguesa nos rankings internacionais selecionados, bem como num conjunto de inquéritos e indicadores.

Indicadores – Ambiente de Negócios 2023

Infraestruturas e Transportes do Ecossistema Industrial da Saúde em Portugal

No âmbito do acompanhamento realizado pelo GEE dos Ecossistemas Industriais Estratégicos foi criada a Série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos”, o qual inclui fichas sobre as Infraestruturas e os Transportes.

Esta série de análises feitas pelo GEE tem por base a Estratégia Industrial da União Europeia e os 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos definidos de acordo com a relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

Da análise às infraestruturas e transportes do Ecossistema Industrial da Saúde, destacam-se os principais aspetos:

  • As infraestruturas de saúde são fundamentais para a prestação de cuidados médicos e serviços de saúde;
  • A análise do Ecossistema Industrial da Saúde, destacou o papel crucial da tecnologia, da inovação e da inteligência artificial;
  • Com o aparecimento de novas doenças e a constante evolução da tecnologia médica são necessárias adaptações frequentes, quer nas infraestruturas quer na logística associada;
  • O Ecossistema Industrial da Saúde dispõe de potencialidades, recursos e competências para se destacar a nível internacional, sendo essencial continuar a investir em I&D e a promover a colaboração entre os principais intervenientes, de modo a desenvolver produtos e serviços inovadores nos cuidados de saúde.

Ecossistema Industrial da Saúde – Infraestruturas e Transportes

Pilar de Competitividade: Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas, divulgamos a edição de 2023 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, incluindo evolução temporal e benchmark internacional, bem como síntese das medidas de política pública, da autoria de Eva Pereira, Mariana Costa Santos, Rita Tavares da Silva e Teresa Rebelo.

Pilar de Competitividade Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas.pdf

 

 

TE 121 – “Portugal’s export performance in the aftermath of the pandemic crisis”

Exports have become an important engine of growth for the Portuguese economy in recent years. However, the COVID-19 outbreak has significantly disrupted international trade delivering an unprecedent global economic and social shock that severely impacted small open economies such as Portugal.
Post-pandemic recovery is facing considerable challenges associated with a combination of adverse shocks, leading to uneven recovery paces across countries and sectors.
This article assesses the export performance of the Portuguese economy in the aftermath of the COVID-19 crisis, with a granular breakdown of goods and services, using the EU27 as a benchmark to gain comparative insights of their recovery paths towards a more resilient economy.

TE 121 – “Portugal’s export performance in the aftermath of the pandemic crisis”

TE 120 – APOIAR em tempos de pandemia: Balanço de um programa de apoio às empresas

O Programa APOIAR é um sistema de incentivos criado no contexto da pandemia COVID-19, com o propósito de conceder apoios de liquidez às empresas com atividade principal nos setores mais afetados pelas limitações impostas como forma de conter a crise sanitária.

Este Tema Económico analisa este instrumento de apoio às empresas, apresentando uma descrição do seu racional e génese, das alterações legislativas efetuadas, bem como uma caracterização do financiamento que o suportou e dos organismos públicos envolvidos, oferecendo uma análise detalhada da evolução do APOIAR por dimensão empresarial, por setor económico, por localização geográfica e por medida de apoio do Programa.

TE 120 – APOIAR em tempos de pandemia: Balanço de um programa de apoio às empresas.pdf

Revisitar as Empresas Zombie em Portugal (2008-2021)

O presente GEE Paper analisa a evolução e caracteriza as empresas zombie em Portugal entre 2008 e 2021. Este fenómeno abrange empresas com EBITDA negativo (Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization) ou sobreendividadas, com dificuldades no cumprimento de responsabilidades financeiras face aos credores, ao longo de vários anos, cuja manutenção no mercado impacta negativamente o desempenho da economia e limita a afetação eficiente de recursos.

O número de empresas zombie em Portugal varia consoante a conjuntura económica, sendo que a pandemia de COVID-19 confirma essa relação com o aumento da sua prevalência. Estas empresas apresentam menor dimensão, não possuem vocação exportadora, pagam salários mais baixos, investem por trabalhador mais 32% do que as restantes (embora menos em atividades de I&D), vendem por trabalhador menos 34%, sendo também menos produtivas do que a generalidade das empresas. A dinâmica destas empresas mostra uma enorme persistência ao longo do período, evidenciando um efeito estrutural que pode estar associado a barreiras à saída e/ou à entrada de novas empresas mais eficientes, o que dificulta o processo schumpeteriano de destruição criativa que contribui para a regeneração do tecido empresarial.

O aprofundamento e análise do fenómeno das empresas zombie em Portugal, incluindo a compreensão da importância relativa das razões que explicam a sua existência, nomeadamente num contexto de fim dos apoios públicos no combate às consequências da pandemia, de inflação persistente e da subida das taxas de juro, facilitarão a adequação das políticas públicas.

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Call for Papers sobre “Inteligência Artificial em Portugal” – GEE/Google/APDSI

A partir desta segunda-feira, 30 de outubro, estão abertas as candidaturas ao Prémio que visa distinguir trabalhos/artigos científicos sobre “Inteligência Artificial em Portugal: Inovações, Desafios e Impactos na Economia”, promovido pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), em colaboração com a Google e a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI). A dotação total de 15.000 euros será repartida pelos três melhores trabalhos submetidos a concurso.

Nota de Imprensa
Cartaz
Regulamento

TE 119 – Veículos Elétricos em Portugal – Oportunidades e Desafios Económicos e Ambientais

O presente Tema Económico analisa a evolução e o contexto atual da mobilidade elétrica em Portugal, no contexto da União Europeia, em termos de crescimento do mercado e dos impactos socioeconómicos e ambientais. O mercado de veículos elétricos em Portugal é analisado na perspetiva da sua relevância na redução das emissões de carbono. Em termos de apoios públicos, foram analisadas iniciativas a nível nacional, da União Europeia e Estados-Membros e de outros mercados-chave (Estados Unidos da América e China), para apresentar as estratégias de incentivo à adoção de veículos elétricos. Também são considerados os desafios associados à gestão de resíduos e à reciclagem de baterias, abordando as preocupações ambientais e potenciais soluções. No que diz respeito às dependências estratégicas, o documento aborda a importância das matérias-primas e a necessidade de garantir cadeias de fornecimento estáveis. É dada uma atenção especial à infraestrutura de carregamento, analisando o seu estado atual e identificando áreas de melhoria. O impacto da crescente adoção de veículos elétricos na rede elétrica é abordado, considerando o aumento da procura e a potencial necessidade de adaptação da rede elétrica. Na perspetiva do consumidor, é explorada a perceção e aceitação dos veículos elétricos, identificando barreiras e potenciais soluções. Na conclusão, são resumidos os principais factos identificados e propostas recomendações para maximizar as oportunidades e enfrentar os desafios, enfatizando a importância da mobilidade elétrica como uma resposta vital para um futuro mais sustentável e próspero em Portugal.

TE 119 – Veículos Elétricos em Portugal – Oportunidades e Desafios Económicos e Ambientais.pdf

TE 118 – A Inteligência Artificial na Transição Climática – Desafios e Potencialidades na União Europeia

Este Tema Económico analisa a relação entre Inteligência Artificial (IA) e a sustentabilidade, destacando o papel significativo que a IA pode ter no avanço dos objetivos de sustentabilidade na União Europeia. A IA tem o potencial de apoiar a sociedade na superação dos desafios da sustentabilidade através da sua capacidade de otimização, de reduzir o desperdício e de melhorar a tomada de decisões baseada em dados. No entanto, a implementação de IA também levanta questões éticas importantes que devem ser abordadas para garantir que o seu uso seja justo, transparente e equitativo. O estudo apresenta uma análise dos benefícios, dos desafios e das implicações éticas da aplicação da IA na sustentabilidade, propondo estratégias para maximizar os seus benefícios e mitigar potenciais riscos. Na conclusão enfatiza-se a necessidade de mudança constante e de adaptabilidade, defendendo-se que a IA pode ser uma ferramenta importante na promoção da sustentabilidade, desde que sua implementação seja guiada por padrões éticos e seja focada nos objetivos de sustentabilidade.

TE 118 – A Inteligência Artificial na Transição Climática.pdf

 

Forging AI Pathways: Portugal’s Journey within the EU Digital Landscape

Este GEE Paper procura oferecer uma avaliação abrangente do potencial e dos desafios da Inteligência Artificial (IA), com um foco particular em Portugal no contexto da União Europeia (UE). Com base em contextos globais e da UE, o estudo identifica as aplicações e a influência transformadora da IA em vários sectores, como a educação, a saúde, o turismo, a indústria, os serviços financeiros ou o e-governo. Também analisa as implicações éticas, sociais e legais da adoção generalizada da IA, incluindo preocupações com a privacidade de dados e a necessidade de supervisão humana.

O trabalho analisa a posição e as políticas atuais da UE sobre IA. Reconhecendo as oportunidades de Portugal, o estudo inclui recomendações estratégicas para fomentar a educação e a formação em IA, promover a investigação e desenvolvimento, apoiar startups e empresas de IA, garantir o uso ético da IA e incentivar a cooperação internacional.

As implicações dessas estratégias vão além do avanço tecnológico, tocando em questões sociais, económicas e filosóficas mais amplas. O futuro da IA também é abordado, reconhecendo tanto o seu potencial quanto os desafios inerentes à regulamentação deste campo em rápida evolução.

Embora este trabalho procure analisar a IA, de forma geral e no contexto de Portugal, está sujeito a limitações. À medida que o panorama da IA continua a evoluir, também as oportunidades e desafios que apresenta vão mudando, exigindo estudo contínuo e elaboração proativa de políticas.

O estudo conclui com uma reflexão sobre o papel da humanidade num mundo cada vez mais automatizado, sublinhando a importância de equilibrar a integração da IA com a preservação dos valores humanos.

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TE 117 – O paradoxo da produtividade na ótica do investimento empresarial: uma análise através do EIBIS

Na última década tem-se observado uma diminuição do impacto dos determinantes no crescimento da produtividade das economias avançadas. Enquanto o capital humano e o investimento têm aumentado, a produtividade tem apresentado crescimentos muito reduzidos.

Várias respostas ao paradoxo da produtividade têm sido avançadas, entre elas, que este abrandamento se deve ao tipo de áreas e propósitos em que o investimento é realizado. Recorrendo aos resultados do Inquérito sobre o Investimento do Banco Europeu de Investimento, este artigo pretende analisar, por um lado, a plausabilidade desse argumento, e por outro, as barreiras à decisão de investimento de longo-prazo.

 

TE 117_Paradoxo da produtividade na ótica do investimento empresarial.pdf

TE 116 – O Papel do Lítio na Transição Energética e Digital: Oportunidades e Desafios para Portugal no contexto Europeu

O presente Tema Económico analisa a crescente importância do lítio para a transição climática e energética e a consequente pressão sobre os produtores para encontrar métodos mais eficientes e sustentáveis de exploração e reciclagem. O lítio, um componente crucial nas baterias de veículos elétricos e armazenamento de energia renovável, é apresentado como elemento-chave para a mitigação das alterações climáticas e a transição para fontes de energia mais limpas.

No entanto, a exploração de lítio também tem implicações ambientais consideráveis, incluindo poluição da água e do ar e a destruição de habitats naturais. Neste sentido, é imperativo o desenvolvimento de uma estratégia integrada que incorpore melhores práticas de mineração e reciclagem, legislação ambiental clara e assertiva, e investimento em Investigação e Desenvolvimento.

Conclui-se que a procura por lítio continuará a crescer, sublinhando a necessidade de uma gestão eficaz e sustentável deste recurso. Além disso, o papel crucial do lítio na transição energética exige estratégias robustas para garantir um fornecimento estável e sustentável, minimizando simultaneamente os impactos ambientais e promovendo a economia circular.

A implementação dessas estratégias deve estar alinhada com as iniciativas da União Europeia que visam promover a inovação, a sustentabilidade e a competitividade na indústria de baterias. Destaca-se a necessidade de uma abordagem integrada, adaptada às circunstâncias e capacidades específicas de cada Estado-Membro, para enfrentar os desafios associados à gestão do lítio na economia do futuro.

 

TE 116 – O Papel do Lítio na Transição Energética e Digital Oportunidades e Desafios para Portugal no contexto europeu.pdf

Autonomia Estratégica Aberta na União Europeia: desafios e oportunidades na era da tecnologia digital

A Autonomia Estratégica Aberta destaca a necessidade de equilibrar a abertura e a autossuficiência em áreas estratégicas, visando aumentar a independência e a resiliência dos países. No contexto da União Europeia (UE), este conceito é crucial para garantir a segurança e defesa e a resiliência das cadeias de abastecimento em sectores críticos, como a energia, a alimentação, a saúde e a tecnologia digital, assegurando o funcionamento das economias e protegendo os interesses da UE numa economia global interligada e competitiva.

O presente GEE Paper analisa os principais desafios geopolíticos e impactos económicos, sociais e ambientais, com particular destaque para o sector da tecnologia digital na UE, considerando também as implicações para a governança global e a cooperação internacional. Aborda, em concreto, a importância de desenvolver uma atuação direcionada para a Autonomia Estratégica Aberta, incluindo medidas para fortalecer a segurança e defesa e a resiliência das cadeias de abastecimento, aumentar a produção e consumo de produtos estratégicos na UE e promover a Investigação e Desenvolvimento e a Inovação e, ainda, a tão importante colaboração internacional.

O estudo identifica os desafios e as oportunidades enfrentados pela UE no contexto da concorrência global por recursos e tecnologias, destacando a necessidade de diversificar cadeias de abastecimento, criar planos de contingência, estabelecer parcerias com países terceiros e investir em Investigação e Desenvolvimento (I&D) e em qualificações, visando alcançar um equilíbrio entre eficiência económica e resiliência geopolítica.

 

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TE 115 – “Inovação e Digitalização no Turismo: um caminho para a Sustentabilidade”

A digitalização permite potenciar a inovação, gerar eficiências económicas e ambientais e incrementar a produtividade. Esta já era uma realidade no setor do Turismo, sendo que a pandemia Covid-19 veio acelerar esta necessidade e revelar um leque de oportunidades para as empresas do setor, como o desenvolvimento de novos produtos e serviços, processos de gestão e comunicação, acessibilidade a novos mercados e a melhoria da experiência do turista.
Em Portugal, são vários os exemplos de iniciativas e medidas de política que têm permitido alavancar as atividades do Turismo cumprindo estes (novos) desafios. A chave do sucesso centra-se na colaboração estreita e em rede entre as empresas e entidades públicas e associativas, nomeadamente os centros de investigação, que potenciam a capacidade de inovação num dos principais setores da economia nacional.
O artigo pretende contribuir para uma reflexão sobre as tendências e as necessidades futuras do Turismo, nomeadamente em Portugal, bem como a apresentação de exemplos e boas práticas, num período em que a digitalização e a inovação são fatores cruciais para o objetivo da sustentabilidade, em linha com as agendas europeia e mundial.

 

GEE_TE_Inovação e Digitalização_Um caminho para a sustentabilidade_16032023 .pdf

Em Análise: Efeitos da pandemia COVID-19 nas exportações e nas importações

O presente relatório apresenta e analisa os fluxos comerciais internacionais, por grupos de produtos, exportações e importações ocorridas no ano de 2020, relacionando-os com as que se verificaram nos anos imediatamente anterior e posterior, com o objetivo de apresentar os efeitos da COVID-19 nos resultados do ano de 2020.

De um modo geral, no ano 2020, quando se fizeram sentir os efeitos da pandemia da doença COVID-19, os valores transacionados diminuíram, praticamente, em todos os grupos de mercadorias, quer nas exportações quer nas importações, tanto nas trocas comerciais realizadas com os países da União Europeia como com os países do resto do Mundo.

Em 2021, com o levantamento das medidas restritivas adotadas no âmbito da COVID-19, começou a verificar-se a retoma da trajetória pré-pandémica e as TVH, tanto nas exportações, como nas importações, quer ao nível do comércio nacional, quer ao nível do comércio dentro e fora da União Europeia, foram positivas.

 

Efeitos da pandemia COVID-19 nas exportações e nas importações.pdf

Pilar de Competitividade: Inovação, I&D e Empreendedorismo

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área de Inovação, I&D e Empreendedorismo, divulgamos hoje o seguinte conjunto de três trabalhos:

  • Edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública;
  • 2.ª edição do Painel das atividades de Inovação e I&D, com foco nas empresas;
  • 2.ª edição da Base de dados para sistematização de indicadores.

Ficha de Competitividade sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

O ambiente macroeconómico recente, marcado pelos efeitos económicos da pandemia Covid-19 e da invasão da Ucrânia pela Federação Russa, criam, pelas constantes alterações das condições de funcionamento dos mercados, desafios e limitações significativas à atuação das empresas. Estas condições, ao colocarem ênfase na necessidade de novas abordagens ao mercado, podem configurar um estímulo adicional ao desenvolvimento e ao crescimento económico, pela via da (i) Inovação, da (ii) Investigação e Desenvolvimento (I&D) e do (iii) Empreendedorismo.

A presente análise à I&D, à Inovação e ao Empreendedorismo em Portugal irá focar-se nestas três dimensões, permitindo ter uma visão global sobre as mesmas, enquanto vetores que assumem um papel preponderante para a competitividade das empresas e da economia. Neste sentido, a edição de 2022 da ficha de competitividade inclui dois capítulos que exploram os temas: (i) I&D e Inovação e (ii) Empreendedorismo. Este estudo está suportado em informação disponível mais recente consoante o indicador, o ranking ou relatórios utilizados, o que pode apresentar uma janela temporal variável (dados referentes a 2021 ou 2020).

GEE_FC_Inovacao_ID_Empreendedorismo.pdf

 

Painel das Atividades de Inovação e I&D nas Empresas

A presente publicação apresenta uma seleção de indicadores sobre atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e de Inovação, realizadas em Portugal pelo Setor Empresarial. Uma das grandes prioridades das políticas públicas em Portugal tem sido aumentar a competitividade e a resiliência da economia portuguesa, com base na incorporação de conhecimento, através da I&D e da inovação, na diversificação e na especialização da estrutura produtiva. Neste âmbito, este painel apresenta uma seleção de políticas públicas implementadas no período 2020-2022.

GEE_Painel_Inovação e ID_Empresas.pdf

 

Base de Dados de informação sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

Em três ficheiros em formato “excel”, esta Base de Dados inclui dados sobre Inovação nas Empresas, Despesa e Recursos Humanos em atividades de I&D nas Empresas, Demografia das Empresas, Empresas de elevado Crescimento e Principais Indicadores Económicos das Empresas em Portugal. A informação disponibilizada inclui ainda referência aos principais conceitos subjacentes.

GEE_BD_Inovacao.xlsx

GEE_BD_ID.xlsx

GEE_BD_Empreendedorismo.xlsx

TE 114 – O Alojamento Local no Concelho de Lisboa: Impactos e Desafios

O Alojamento Local (AL) é um tipo de alojamento que se baseia na oferta de quartos ou casas inteiras para hóspedes por períodos curtos (em particular turistas), geralmente por meio de plataformas online.

Este tipo de alojamento tem-se tornado cada vez mais popular em destinos turísticos, como Lisboa, pois permite aos proprietários de imóveis obter rendimentos adicionais e aos turistas ter experiências mais próximas da vida quotidiana e menos onerosas.

O AL pode ter impactos positivos nas cidades, como sejam oferecer um tipo de alojamento mais próximo das necessidades dos turistas, contribuir para o desenvolvimento económico local, gerar rendimentos para os proprietários de imóveis, criar oportunidades de emprego, ou promover a reabilitação dos imóveis.

No entanto, o AL também pode gerar impactos negativos, como a gentrificação ou a descaracterização dos bairros. Para minimizar estes impactos, os municípios podem implementar medidas de regulamentação e de contenção, como licenciamentos obrigatórios, quotas máximas de alojamentos e zonas de exclusão.

O presente Tema Económico constitui uma reflexão sobre os impactos, os desafios e as oportunidades do AL no Concelho de Lisboa, explorando a regulamentação e as políticas municipais, os benefícios e os riscos para a cidade e para os residentes, e a possibilidade de contribuição para o desenvolvimento social, económico e ambiental da cidade.

 

TE 114 – O Alojamento Local no Concelho de Lisboa.pdf

TE 113 – Recuperação e revitalização empresarial – um balanço dos mecanismos judiciais e extrajudiciais

A Diretiva sobre reestruturação e insolvência (Diretiva (UE) 1023/2019, de 20 de junho) dá enfoque à importância de uma reestruturação preventiva da parte das empresas para evitar o agravamento de dificuldades que podem conduzir à insolvência, priorizando a criação de diversos mecanismos de alerta que possam ajudar os órgãos de gestão numa tomada de decisão em tempo útil. De igual forma, é valorizada a via extrajudicial e a existência de instrumentos alternativos, para que a máquina judicial seja libertada de processos que reúnem condições de aprovação de planos de recuperação numa esfera mais reduzida, fora dos tribunais.

A transposição desta Diretiva para o quadro jurídico português foi feita em janeiro de 2022. Neste documento, é apresentado um balanço dos mecanismos judiciais e extrajudiciais em Portugal, das fragilidades encontradas ao nível extrajudicial, nomeadamente do Regime Extrajudicial de Recuperação de Empresas (RERE), do funcionamento do Mecanismo de Alerta Precoce (MAP) em Portugal e da importância de uma divulgação do papel do mediador de recuperação de empresas enquanto perito qualificado para apoiar as empresas em sede de recuperação ou de revitalização empresarial.

 

TE 113 – Recuperação_RevitalizaçãoEmpresarial.pdf

TE 112 – I&D e Inovação: (Des) Igualdade de Género e Valorização de Recursos

A oferta de recursos humanos em ciência e tecnologia está entre os fatores mais importantes na base da competitividade da União Europeia (UE) a longo prazo. A procura de recursos humanos pode variar, dependendo do setor industrial ou setores tecnológicos e, portanto, o foco em ‘despesas de Investigação e Desenvolvimento (I&D)’ deve ser complementado por indicadores como ‘pessoal de I&D’ e ‘investigadores’ para captar plenamente a vantagem comparativa da UE. Neste contexto, a sub-representação das mulheres na investigação pública e privada apresenta um potencial de talento não utilizado e priva as mulheres da oportunidade de contribuírem para a investigação e inovação (I&I), num plano de igualdade de género.
O presente estudo analisa o contexto de Portugal em termos de igualdade de género no âmbito da I&I, comparando-a com a média dos 27 países da UE (UE27), através de uma seleção de indicadores. Apresenta um ponto de situação das principais iniciativas de política pública adotadas, no contexto europeu e nacional, e analisa algumas tendências no contexto global em matéria de representatividade das mulheres nas áreas da ciência e da tecnologia.
Os dados revelam que, em Portugal, a proporção de mulheres entre os doutorados é superior à dos homens e que a UE27 está perto de alcançar a paridade de género entre os doutorados. Tanto a nível da UE27 como nacional, as mulheres continuam sub-representadas nos campos das Tecnologias de Informação e Comunicação e Engenharia, Indústria e Construção. Apesar de se observarem evoluções positivas na trajetória de diminuição da disparidade de género nos domínios da ciência, da investigação e da tecnologia, as mulheres permanecem significativamente sub-representadas nos lugares de topo (grau A) do setor do ensino superior e nos quadros de direção e gestão executiva das instituições de investigação. Neste sentido, é necessário acelerar o processo de igualdade de género em I&I, prosseguindo e reforçando as medidas de política pública para promover a adoção de modelos mais tangíveis para encorajar mais mulheres a seguir uma carreira científica e a participar nas decisões de política científica, garantindo a sua presença em conselhos de administração das instituições.

TE 112 – ID e Inovação – (Des) Igualdade de Género.pdf

 

Pilar De Competitividade: Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos na área de Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, divulgamos a edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, incluindo evolução temporal e benchmark internacional, bem como síntese das medidas de política pública, da autoria de Carla Ferreira e Gabriel Osório de Barros.

O mercado de trabalho e os recursos humanos existentes numa economia são determinantes para o seu nível de desempenho e de produtividade. O mercado de trabalho, traduzido na relação entre a procura de mão-de-obra pelas entidades empregadoras e a oferta pelos trabalhadores, é uma relação complexa e com a intervenção de vários atores. Neste contexto, o Estado, para além de empregador, atua no mercado através da implementação de medidas de política pública, para promoção da otimização ou correção do funcionamento, e como regulador, com o objetivo de promover a justiça e equidade nas relações laborais e a maior eficiência na capacitação e afetação de recursos.

Ficha de Competitividade – Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho 2022.pdf

 

Pilar de Competitividade: Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas, divulgamos a edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, incluindo evolução temporal e benchmark internacional, bem como síntese das medidas de política pública, da autoria de Eva Pereira, Mariana Costa, Rita Tavares da Silva e Teresa Rebelo.

 

Pilar de Competitividade Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas.pdf

TE 111 – “European Industrial Strategy in the recent context: Industrial Ecosystems and Strategic Dependencies’ insights from Portugal”

Globalisation is an important source of efficiency gains, contributing to boost economic growth, improve income, and enhance well-being worldwide.
The COVID-19 pandemic has re-ignited the debate around the pros and cons of globalisation, and the world economy is currently faced with a potential major reconfiguration.
In this context, the EU is updating its industrial strategy to increase Europe’s self-sufficiency in strategic sectors, boost its own industry and assert its economic power. By acknowledging the richness of this analytical approach, the purpose of this article is to transpose EU’s methodology to the Portuguese case to gain a country specific perspective that improves the understanding of common versus specific challenges and vulnerabilities of the Portuguese economy vis-à-vis EU’s economy.
Specifically, we reproduce the proposed key performance indicators for the 14 industrial strategic ecosystems at the EU level for Portugal and we apply the EC methodology to identify strategic dependencies at the national level.

 

TE 111 – “European Industrial Strategy in the recent context Industrial Ecosystems and Strategic Dependencies’ insights from Portugal”.pdf

Pilar de Competitividade: Ambiente de Negócios

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Ambiente de Negócios, divulgamos os seguintes trabalhos da autoria de Gonçalo Novo e Gabriel Osório de Barros:
• Edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública; e
• 1.ª edição da Base de Dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios

A Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria do ambiente de negócios e comparar o desempenho face a outros países. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas públicas nesta área.

Ficha de Competitividade – Ambiente de Negócios 2022

 

Base de Dados de informação sobre Ambiente de Negócios

A Base de Dados em formato “excel” inclui dados sobre a posição da economia portuguesa nos rankings internacionais selecionados, bem como num conjunto de inquéritos e indicadores.

Indicadores – Ambiente de Negócios 2022

TE 108 – Environmental performance of tourism in Portugal – comparative analysis and challenges

O turismo é um sector essencial para a economia portuguesa, permitindo o aumento de receitas para a economia e para o Estado, a criação de emprego, novas oportunidades de negócio, e dinamizando as várias regiões, atrativas pela qualidade das infraestruturas, produtos e serviços, nomeadamente a hotelaria, bem como pelo seu interesse cultural e histórico. Além desses fatores, o sector do turismo também conta com a qualidade do ambiente natural, água limpa, ar puro, clima agradável e qualidade do ecossistema. Importa, por isso, garantir que o contributo económico e social deste sector segue padrões de sustentabilidade ambiental.
O presente Tema Económico analisa um conjunto indicadores de sustentabilidade para posicionar o ecossistema turístico em Portugal, em comparação com a União Europeia, nomeadamente a capacidade e os desafios para contribuir para a concretização dos objetivos de neutralidade climática e sustentabilidade.
Nesse contexto:

  • É importante que o sector do turismo, nomeadamente em Portugal, continue a ponderar os seus impactos em termos ambientais, mitigando as atividades adversas e seguindo as melhores práticas para reduzir o seu impacto ambiental;
  • As empresas devem melhorar a sua gestão e planeamento ambiental, aumentar a consciência ambiental e contribuir para a proteção e preservação do meio ambiente;
  • Tanto a divulgação de boas práticas como a sensibilização para comportamentos mais sustentáveis (e.g., “slow travel”, “pegada ecológica zero” ou “diga não ao plástico”) são essenciais não só para que os empreendimentos se tornem mais sustentáveis como também para tornar os viajantes mais responsáveis pelo seu comportamento;
  • A alta prevalência da atividade económica dependente do turismo cria pressões em termos de sustentabilidade ambiental que devem ser abordadas por políticas públicas.

Este tema ganhou uma relevância adicional com a “Agenda Europeia para o Turismo 2030”, recentemente aprovada pelo Conselho da União Europeia, a 1 de dezembro de 2022. Esta Agenda resulta, em grande parte, do compromisso assumido durante a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia. Cabe agora à Comissão Europeia e aos Estados-Membros implementar e acompanhar a aplicação do Plano de Trabalhos Plurianual da União Europeia que consta da Agenda, reforçando a competitividade assente num modelo de turismo circular e sustentável.

TE108 – Environmental impact of tourism in Portugal – comparative analysis and challenges.pdf

The Credit Channel of Public Procurement

Public procurement accounts for one third of government spending. In this paper, the author documents a new mechanism through which government procurement promotes firm growth: firms use procurement contracts to increase the amount of cash-flow based lending.
The paper uses Portuguese administrative data over 2009-2019 and exploit public contests as a source of quasi-exogenous variation in the award of procurement contracts. Winning an additional €1 from a procurement contract increases firm credit by €0.05 at lower interest rates. This finding highlights a mechanism through which future fiscal stimulus can impact the real economy today: procurement contracts increase firms’ net worth by increasing future cash-flows that can be used as collateral to ease borrowing constraints and boost corporate liquidity.
Consequently, this enhanced access to credit promotes higher investment and employment with these effects being more pronounced and persistent in smaller and financially constrained firms. At the aggregate level, the author empirically estimates that an additional €1 in public procurement increases regional output by €1.8 with the credit channel accounting for 10% of it.

 

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Call for Papers sobre o Impacto da Ciência na Economia e na Sociedade em Portugal

A partir desta quarta-feira, 24 de novembro de 2022, estão abertas as candidaturas ao Prémio que visa distinguir trabalhos/artigos científicos sobre o “Impacto da Ciência na Economia e na Sociedade em Portugal: Investimento, emprego científico e valorização do conhecimento”, promovido pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), em colaboração com Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). A dotação total de 12.000 euros será repartida pelos 4 melhores artigos (3.000 euros por artigo premiado).

  

– Cartaz – PT / EN

– Regulamento – PT / EN

Press release

Apresentação

 

 

Em Análise: Dados Abertos em Portugal

A disponibilização de dados das várias áreas do setor público, em formatos abertos e permitindo a respetiva reutilização, apresenta benefícios para os cidadãos, as empresas, os investigadores e centros de investigação, as organizações não governamentais e para o próprio Estado.

Apesar dos avanços efetuados nesta matéria em Portugal, os mais recentes dados mostram que ainda existe margem para que o país possa tirar melhor partido dos benefícios subjacentes à disponibilização de dados abertos.

Neste artigo apresentamos e analisamos os principais indicadores e medidas de política pública no que toca aos dados abertos em Portugal

 

GEE_Em Análise_Dados Abertos em Portugal_20221121.pdf

Pilar de Competitividade: Economia do Ambiente

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área de Economia do Ambiente, divulgamos os seguintes trabalhos:

  • • Edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública;
  • • 1.ª edição da base de dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Economia do Ambiente

Esta Ficha de Competitividade sobre Economia do Ambiente em Portugal pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria de ambiente e comparar o desempenho face a outros países da União Europeia. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas nesta área.

 

Pilar de Competitividade – Economia do Ambiente 2022.pdf

 

Base de Dados de informação sobre Economia do Ambiente

Neste ficheiro em formato “excel”, esta Base de Dados inclui dados sobre o peso do ambiente na economia portuguesa, sobre a implementação da política ambiental e a importância relativa dos impostos e despesas ambientais. Apresenta ainda indicadores relacionados com a inovação na área ambiental, a energia e os transportes, bem como indicadores relativos ao ar, água e florestas. Finalmente, apresenta dados relativos ao consumo de matérias-primas e recursos e a utilização circular de material, e à produção de resíduos e reciclagem.

 

Indicadores da Economia do Ambiente em Portugal.xlsx

TE 105 – A resiliência económico-financeira das empresas portuguesas face a choques exógenos: a pandemia covid-19 e a invasão da Ucrânia

A crise financeira e da dívida soberana demonstrou a centralidade de uma atuação, tanto pelas empresas, como de política pública, focada na sustentabilidade económico-financeira das empresas portuguesas. Nos últimos anos, tornou-se ainda mais evidente essa necessidade com a pandemia Covid-19 e a invasão da Ucrânia pela Rússia. A presente análise constata a resiliência do tecido empresarial português ao choque exógeno associado a um motivo sanitário, provocado pela pandemia Covid-19, fruto de um esforço de anos pré-pandémicos que permitiu às empresas encarar o choque mais fortalecidas, mas que manifestou também a eficácia das políticas públicas implementadas no período pandémico. As conclusões quanto à resiliência da situação económico-financeira das empresas portuguesas face à invasão da Ucrânia pela Rússia são preliminares, uma vez que as principais consequências associadas ao conflito ainda se encontram presentes e perspetivam-se impactos mais fortes na atividade económica nos próximos trimestres.

 

TE 105 – Resiliência das empresas portuguesas.pdf

GEE Papers vencedores da Call for Papers sobre “Internacionalização da Economia Portuguesa no Pós-Covid-19: Oportunidades e Desafios” – GEE/AICEP

Concluída a Call for Papers sobre “Internacionalização da Economia Portuguesa no Pós-Covid-19: Oportunidades e Desafios”, uma organização do Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. (AICEP), divulgamos os artigos vencedores.

• “The impact of a rise in transportation costs on firm performance and behaviour” (Catarina Branco, Dirk Dohse, João Pereira dos Santos e José Tavares)
• “Outward FDI, restructuring, performance upgrading and resilience: Firm-level evidence from Portugal” (Natália Barbosa)
• “Firm adaptation in COVID-19 times – the case of Portuguese exporting firms” (Romina Guri e João Capella-Ramos)
• “Supporting small firms through recessions and recoveries” (Diana Bonfim, Cláudia Custódio e Clara Raposo)

Literacia financeira de empresários de micro e pequenas empresas em Portugal

No âmbito das atividades do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (composto pela ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, pelo Banco de Portugal e pela CMVM – Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), em particular do Plano Nacional de Formação Financeira (https://www.todoscontam.pt/), o GEE colaborou na elaboração do relatório, agora publicado, do 1.º inquérito sobre a literacia financeira dos empresários de micro e pequenas empresas em Portugal, incluindo a análise dos impactos da Covid-19.

A amostra de 1.541 empresários inquiridos em PT integrou a análise comparativa da OCDE a 14 países, disponível em https://www.oecd.org/daf/fin/financial-education/Navigating-the-storm-MSMEs-financial-and-digital-competencies-in-COVID-19-times.pdf

 

20220718_LiteraciaFinanceira_Empresarios_PT.pdf

TE 100 – Soberania Digital em Portugal: Enquadramento, prioridades e estratégia

O recurso às tecnologias digitais adquiriu uma expressão relevante nos últimos anos, nomeadamente nos domínios laboral, do comércio eletrónico, mas também da vida pessoal dos cidadãos. Esse aumento foi particularmente expressivo em consequência da pandemia da Covid-19 e do aumento substancial de “digital uptake”.

Mais recentemente, face ao conflito na Ucrânia deparamo-nos com uma realidade, em que os alvos estratégicos estão não apenas no plano territorial e material, mas também no plano digital. Tal contexto tem suscitado um aumento da importância do digital, em termos de agenda dos países, face à necessidade de garantir a autonomia estratégica e a sua soberania.

Neste artigo apresentamos os conceitos de soberania e soberania digital, o estado atual e contexto em relação a este tema, e focamos a nossa atenção no que em concreto são as políticas, estratégia e resultados alcançados na Europa e em Portugal.

 

TE 100 – Soberania Digital.pdf

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022

No âmbito da colaboração do GEE com a IdD Portugal Defence e o Instituto da Defesa Nacional (IDN), e na sequência do estudo Economia da Defesa em Portugal: A Caminhar em Direção ao Futuro, de dezembro de 2021, divulga-se a Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022, nas versões português e inglês. A publicação reforça a importância do setor da Economia de Defesa na Economia nacional através de indicadores nas áreas Atividade Empresarial e Conhecimento, Recursos Humanos, I&DT e Internacionalização.

 

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 PT.pdf

 

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 EN.pdf

 

Painel de Demografia, Insolvências e Revitalização de Empresas

O GEE divulga a 1.ª edição do Painel de Demografia, Insolvências e Revitalização de Empresas, uma infografia a publicar trimestralmente, com indicadores de constituição e dissolução de empresas, insolvências decretadas por tribunais judiciais de 1.ª instância e processos PER, numa perspetiva trimestral e anual, apresentando detalhe setorial e estimativa comparada da evolução das insolvências.

 Painel de Demografia, Insolvências e Revitalização de Empresas

GEE Papers vencedores da Call for Papers sobre “Impacto Económico da Digitalização em Portugal” – GEE/Google/APDSI

Concluída a Call for Papers sobre o “Impacto Económico da Digitalização em Portugal”, uma organização do Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) com o apoio da Google e da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), divulgamos os papers vencedores.

Digital adoption and productivity: understanding micro drivers of the aggregate effect” (Natália Barbosa e Ana Paula Faria)
Job Creation and Destruction in the Digital Age: What about Portugal?” (Anabela Marques Santos, Javier Barbero Jimenez, Andrea Conte e Simone Salotti)
Is digital government facilitating entrepreneurship? A comparative statics analysis” (Joana Costa e Luís Carvalho)
Automation trends in Portugal: implications in productivity and employment” (Marta Candeias, Nuno Boavida e António Brandão Moniz)
Digital Technologies for Urban Greening Public Policies” (Maria José Sousa)

 

TE 96 – Decarbonization in Portugal – The sectors in the ring of fire

Este Tema Económico apresenta uma análise das recentes tendências a nível europeu de uma seleção de setores intensivos em carbono: alumínio, ferro e aço, cimento, fertilizantes e geração de eletricidade, bem como das suas principais caraterísticas e importância na economia portuguesa. As disparidades encontradas justificam uma abordagem setorial, de forma a considerar as especificidades de cada setor nas políticas de descarbonização.

 

TE 96 – Decarbonization in Portugal – The sectors in the ring of fire.pdf

 

 

How is the Minimum Wage Shaping the Wage Distribution: Bite, Spillovers, and Wage Inequality

Over the last three decades, wage inequality and the importance of the minimum wage presented an interesting negative correlation in Portugal. Using a semiparametric approach, counterfactual decomposition methods, and an extremely rich matched employer-employee dataset of all employees in the country, this paper presents significant visual and quantitative evidence of how the minimum wage structurally reshaped the wage distribution. The remarkable rise in the real minimum wage of 2006-2019 fully explained the sharp decline in wage inequality, and 40% of average wage growth – for women, who benefited the most, that was 60%. Spillover effects reached up to 40% above the minimum, being at times more important than the bite itself. The minimum wage reduced within and between wage in- equality in several fronts, cutting the gender wage gap by a quarter, potentially decreasing the returns to education, and raising wages of workers at less productive firms. While the minimum wage bite was felt in workers’ base wages, spillovers predominantly manifested in total wages.

 

Abstract and Download

 

BOLETIM DA ECONOMIA PORTUGUESA

A partir de 2022, o Boletim de Economia Portuguesa, elaborado em conjunto pelo GEE e pelo GPEARI, passa a ser divulgado com uma periodicidade trimestral.
Pretende-se, com esta alteração, disponibilizar, por um lado, uma análise mais detalhada sobre os principais desenvolvimentos que determinam a evolução da economia portuguesa e, por outro lado, possibilitar uma reflexão ponderada sobre as suas causas e implicações.
Pretende-se também com esta nova versão do Boletim dar particular ênfase às políticas públicas económicas, nomeadamente àquelas respeitantes às Áreas Governativas da Economia e do Mar (MEM) e das Finanças (MF), bem como ao seu papel tanto na mitigação de custos associados a choques externos, como na promoção das condições para uma recuperação económica mais rápida e robusta.

 

BTEP Nº 01 2022.pdf

TE 93 – Acesso ao financiamento das PME portuguesas desde a crise financeira global

Este Tema Económico apresenta uma análise da capacidade de acesso ao financiamento das PME portuguesas no contexto das suas congéneres da Zona Euro e das políticas públicas implementadas desde a crise financeira global, no sentido de mitigar as dificuldades com que as empresas desta dimensão se depararam neste período. Tem como objetivo contextualizar, no espaço e no tempo, os constrangimentos que enfrentam, identificando desafios a considerar no desenho e implementação de medidas de política pública dirigidas às empresas em Portugal.

 

TE 93 – Acesso ao financiamento das PME_mar2022.pdf

 

 

Pilar de Competitividade: Inovação, I&D e Empreendedorismo

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área de Inovação, I&D e Empreendedorismo, divulgamos hoje o seguinte conjunto de três trabalhos:
• Edição de 2021 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública;
• 1.ª edição do Painel das atividades de Inovação e I&D, com foco nas empresas;
• 1.ª edição da Base de dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

A globalização dos mercados, associada a um elevado ritmo de mudança tecnológica, exige às empresas uma adaptação rápida por forma a manterem a sua competitividade no contexto macroeconómico em que se inserem. A competitividade, por sua vez, pressupõe que as empresas sejam eficientes e gerem resultados, iguais ou superiores aos dos concorrentes, na satisfação das necessidades e expetativas dos seus clientes e de outros agentes económicos. Assim, uma resposta eficaz à volatilidade do mercado é determinante para a sobrevivência das empresas e exige, cada vez mais, que sejam inovadoras tanto na criação e desenvolvimento, como na produção e colocação no mercado de produtos e/ou serviços, novos ou melhorados, o que requer, a priori, Investigação e Desenvolvimento (I&D), nas diferentes vertentes da sua atividade. Por outro lado, a capacidade das empresas para inovar por si só não basta, sendo de igual modo imprescindível estas apresentarem um perfil empreendedor para transformar as inovações em negócios rentáveis.

O ano de 2021, à semelhança do ano anterior, foi marcado pela pandemia de Covid-19 e os seus múltiplos efeitos, designadamente ao nível da atividade económica. Um desses efeitos foi o incremento da utilização de algumas ferramentas digitais (por exemplo, as relativas ao comércio online, ao teletrabalho e às plataformas de interação coletiva). No entanto, a disponibilização de informação estatística pelas instituições competentes apresenta um desfasamento temporal face às ocorrências que relata. Por essa razão, esta Ficha não reflete, senão muito pontualmente, os efeitos da pandemia nas atividades em análise e optou-se por manter a estrutura da edição anual anterior, organizando-se em três capítulos – (1) Inovação e I&D; (2) Economia Digital; e (3) Empreendedorismo – que visam dar conta das principais dinâmicas e políticas públicas nestas áreas.

GEE_FC_Inovacao_ID_Empreendedorismo.pdf

 

Painel das Atividades de Inovação e I&D nas Empresas

Esta publicação apresenta uma seleção de indicadores sobre atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e de Inovação, realizadas em Portugal pelo Setor Empresarial, incluindo referência às principais políticas públicas e informação conceptual. Uma das grandes prioridades das políticas públicas em Portugal tem sido aumentar a competitividade e a resiliência da economia portuguesa, com base na incorporação de conhecimento, através da I&D e da inovação, na diversificação e na especialização da estrutura produtiva. Neste âmbito, este painel apresenta uma seleção de políticas públicas implementadas em 2020/2021.

GEE_Painel_Inovação e ID_Empresas.pdf

 

Base de Dados de informação sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

Em três ficheiros em formato “excel”, esta Base de Dados inclui dados sobre Inovação nas Empresas, Despesa e Recursos Humanos em atividades de I&D nas Empresas, Demografia das Empresas, Empresas de elevado Crescimento e Principais Indicadores Económicos das Empresas em Portugal. A informação disponibilizada inclui ainda referência aos principais conceitos subjacentes.

GEE_BD_Inovacao.xlsx

GEE_BD_ID.xlsx

GEE_BD_Empreendedorismo.xlsx

Pilar de Competitividade: Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas

O acesso ao financiamento é um dos fatores determinantes para assegurar a competitividade das empresas e, portanto, uma dimensão relevante para a competitividade da economia portuguesa. A menor capacidade de acesso ao financiamento poderá condicionar as oportunidades de investimento empresarial, sendo que o custo elevado do financiamento impacta na menor capacidade de praticar preços competitivos e na contratação de recursos humanos.

Esta publicação tem como objetivo acompanhar os principais fatores críticos do financiamento e investimento enquanto dimensão relevante de competitividade da economia portuguesa, de forma complementar à publicação mensal do “Painel sobre crédito, endividamento e investimento das empresas”, com comparações internacionais e incluindo um conjunto de medidas de política relevantes para os problemas identificados.

 

GEE_FC_Financiamento_Endividamento_Investimento_2021.pdf

 

 

Pilar de Competitividade: Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho e os recursos humanos existentes numa economia são determinantes para o seu nível de desempenho e de produtividade. A presente Ficha de Competitividade apresenta uma síntese dos principais indicadores e políticas dentro de cinco drivers (linhas orientadoras): (i) Capacitação dos Recursos Humanos, (ii) Remunerações, (iii) Mercado de trabalho, (iv) Emprego e Desemprego e (iv) Políticas de Emprego. Embora diversos indicadores já reflitam o impacto da pandemia da Covid-19, permitindo observar as primeiras alterações entre a situação de pré-pandemia e a situação de pandemia, em alguns indicadores apenas nas próximas edições do presente documento poderemos observar o impacto verificado. No âmbito das políticas públicas, salienta-se a referência a áreas consideradas prioritárias.

 

GEE_FC_MercadoTrabalhoCapacitacaoRH.pdf

 

 

Transportes

No âmbito da sua missão de realizar estudos e de recolher e divulgar informação, o GEE divulga hoje os seguintes documentos sobre o sector dos Transportes:

Transporte Internacional de Passageiros, em Portugal (2017 a 2019)
Neste relatório apresentam-se os fluxos de passageiros de e para Portugal Continental, no período de 2017 a 2019. A análise dos fluxos de passageiros é feita por modo de transporte e permite aferir as tendências dos últimos três anos.
[link para o documento na secção de Transportes]

Os Transportes e as relações Comerciais entre as Regiões de Portugal Continental e a União Europeia (2018 a 2020)
O presente relatório analisa os fluxos comerciais intra-UE e as regiões de Portugal Continental, no período de 2018 a 2020. A determinação do volume de exportações e importações regionais, e da dimensão do comércio regional, são elementos fundamentais na caracterização da economia de uma região, descrevendo a sua especialização, e estabelecendo o grau de dependência da economia regional em relação aos restantes países da UE.

O transporte internacional de passageiros, em Portugal – 2017-2019.pdf

Os transportes e as relações comerciais entre as regiões de Portugal continental e a União Europeia – 2018-2020.pdf

Posição Portuguesa – Rankings Internacionais – Digital Economy and Society Index 2021 (Atualização)

Na edição de 2021 do DESI, Portugal ocupou a 16.ª posição num conjunto de 27 estados-membros (19.ª posição na edição anterior entre 28 estados-membros).
A presente ficha tem como objetivo resumir de forma sistematizada os principais resultados relativos à competitividade digital da economia portuguesa.
A versão agora divulgada inclui algumas atualizações, com destaque para nova tabela com a lista dos cinco indicadores em que Portugal apresenta melhor e pior desempenhos face à média da UE.

 

Posição Portuguesa – Rankings Internacionais – Digital Economy and Society Index 2021 v2.pdf

TE 90 – Avaliação do Impacto da Web Summit

Para conhecer os impactos de curto prazo da Web Summit na economia Portuguesa, o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério de Economia encomendou um estudo, publicado em 2018, no qual foram estimados os impactos de curto prazo em vários agregados macroeconómicos e no emprego derivados do aumento de atividade associado ao evento. Na sequência dessa iniciativa, o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério de Economia requereu uma atualização do estudo de impacto macroeconómico. Simultaneamente, encomendou dois estudos complementares, um para conhecer as perceções sobre o evento das start-ups portuguesas participantes na Web Summit e um outro para aferir as perceções de um conjunto de empresas multinacionais que recentemente materializaram investimentos em âmbitos tecnológicos no país, sobre o evento e sobre o seu contributo em matéria de atração de investimento tecnológico. Este último estudo inclui uma componente sobre captação de investimento tecnológico em geral que produziu resultados de interesse e recomendações de política com valor acrescentado.

Os três estudos solicitados são tratados neste documento como três componentes de um único estudo, embora sejam independentes do ponto de vista das bases informacionais, da metodologia, da análise dos resultados e, inclusivamente, em termos de conclusões e recomendações, as quais devem ser interpretadas como complementares. As componentes dois e três do estudo, sobre perceções, apresentam alguns resultados aparentemente contraditórios, nomeadamente em matéria de organização do evento, no entanto essas divergências justificam-se porque os grupos-alvo em ambas as componentes são diferentes e têm, portanto, objetivos de participação e expectativas completamente diferentes.

Em termos sintéticos pode concluir-se que: i) a Web Summit tem produzido um impacto macroeconómico muito relevante no país, especialmente na cidade de Lisboa, e que esse impacto tem vindo a crescer ano após ano em resultado do crescimento anual do número de participantes; ii) as start-ups portuguesas participam na Web Summit fundamentalmente para fazer networking e para aumentar a sua visibilidade, e, em menor medida, para encontrar novos clientes e captar apoio financeiro; iii) para além de fazer networking e aumentar a sua visibilidade, essas empresas indicam como principais benefícios da participação no evento validar a sua ideia de negócio e adquirir competências e capacidades em diversos domínios; iv) para aumentar os potenciais benefícios da Web Summit nas start-ups portuguesas, nomeadamente em termos de acesso a fundos/parceiros, deve ser melhorado o processo de vinculação entre investidores/parceiros e start-ups no âmbito do evento; v) em geral, as multinacionais que nos últimos anos investiram em âmbitos tecnológicos em Portugal têm uma perceção muito favorável da Web Summit e consideram que gera impactos muito positivos sobre a economia portuguesa a diferentes níveis; vi) embora não exista uma relação direta entre os seus investimentos e o evento, este teve, em quase todos os casos, uma importância significativa, dado que sinaliza os recursos e capacidades do país e evidencia a aposta do governo por desenvolver sectores intensivos em inovação e tecnologia; vii) estas empresas participam no evento fundamentalmente para fazer networking, mas também para conhecer as últimas novidades tecnológicas e monitorizar desenvolvimentos; viii) as tecnológicas consideram Portugal um destino atrativo para os seus investimentos e tencionam reforçar a sua capacidade no país nos próximos anos; viii) não obstante o país tenha boas condições para o acolhimento de investimento em centros, hubs e unidades de inovação e de desenvolvimento tecnológico, o governo deve trabalhar conjuntamente com os atores relevantes para reforçar o seu posicionamento neste mercado e adotar práticas inovadoras e uma atitude mais pró-ativa em matéria de captação de investimento tecnológico.

 

TE 90 – Avaliação do Impacto da Web Summit.pdf

 

TE 89 – Digitalisation, Skills and Cybersecurity in Portugal – Critical Factors in a Digital Economy driven by Covid-19

A evolução das tecnologias de informação e comunicação e a transição para uma sociedade cada vez mais digital registaram progressos nos últimos anos, mas tiveram um impulso particularmente relevante devido à pandemia da Covid-19. A rápida transição digital que ocorreu desde então permitiu que os atores, públicos e privados, encontrassem rapidamente soluções para muitos dos desafios, por exemplo, em termos de melhoria das ferramentas digitais que possibilitaram o trabalho e a aprendizagem remotos. Nesse contexto, a pandemia Covid-19 impulsionou fortemente a transformação digital.

Este Tema Económico é publicado na sequência dos anteriores sobre “A Economia da Cibersegurança” e a “Cibersegurança em Portugal” e procura fazer uma avaliação da área digital em Portugal, tendo em conta os diferentes atores (famílias/cidadãos, empresas e Estado/administração pública) e os principais temas em discussão nesta área (adoção digital, comércio eletrónico, inovação, inteligência artificial, cibersegurança e qualificações), comparando as informações, quando possível, com outros países. Além disso, embora ainda haja pouca informação disponível, o estudo inclui dados sobre o impacto da pandemia da Covid-19 na área digital.

Considerando a situação atual de Portugal e a importância da digitalização para o crescimento da economia, o documento aponta 5 principais desafios que o país enfrenta no caminho da transformação digital da economia e da sociedade: (i) competências e literacia digitais adequadas, (ii) combate à desigualdade digital (quanto à geografia, sexo, idade, nível de literacia ou rendimento), (iii) futuro do teletrabalho, (iv) cibersegurança e privacidade, e (v) investimento em inovação e em investigação e desenvolvimento.

O documento também destaca a necessidade de garantir uma utilização eficiente dos fundos europeus, em particular do Plano de Recuperação e Resiliência. O Plano de Recuperação e Resiliência é transversal e está associado a outros programas principais como o Quadro Financeiro Plurianual 2021-27 (incluindo o Portugal 2030), o plano de ação do Pilar Europeu dos Direitos Sociais e a estratégia incluída na Década Digital.

 

TE 89 – Digitalisation, Skills and Cybersecurity in Portugal – Critical Factors in a Digital Economy driven by Covid-19.pdf

Call for Papers about Internationalization of the Portuguese Economy

Call Internacionalização GEE e AICEP EN

As of this Wednesday, September 15, applications for the Prize are open, aiming to distinguish scientific articles on the Internationalization of the Portuguese Economy, promoted by the Office for Strategy and Studies (GEE), in collaboration with the Agency for Investment and Foreign Trade of Portugal, EPE (AICEP). The total allocation of 12,000 euros will be divided between the 4 best articles (3,000 euros per winning article).

Press release 
Poster 
Rules 

 

Call for Papers sobre Internacionalização da Economia Portuguesa

Call Internacionalização GEE e AICEP PT

A partir desta quarta-feira, 15 de setembro, estão abertas as candidaturas ao Prémio, que visa distinguir trabalhos/artigos científicos sobre a Internacionalização da Economia Portuguesa, promovido pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), em colaboração com Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. (AICEP). A dotação total de 12.000 euros será repartida pelos 4 melhores artigos (3.000 euros por artigo premiado).

Press release 
Cartaz 
Regulamento

 

Call for papers “The Economic Impact of Digitalisation in Portugal” – GEE/Google/APDSI

As of this Monday, May 31, applications for the Prize are open, aiming to distinguish scientific articles on the economic impact of digitalisation in Portugal, promoted by the Office for Strategy and Studies (GEE), in collaboration with Google and the Association for the Information Society Development (APDSI).

The total allocation of 15,000 euros will be divided between three to five articles depending on the quality of the works submitted to the competition.

 

 – Press release

 – Poster

 – Rules

 

 

 

Transportes

Panorama dos vários modos de transporte de mercadorias, rodoviário, ferroviário, aéreo, marítimo e outros que, através das redes de infraestruturas, permitem concretizar a saída e entrada de mercadorias e realizar as operações comerciais associadas ao transporte, nas relações de Portugal com os países da União Europeia e com o resto do mundo.

 

Os transportes internacionais de mercadorias, em Portugal – 2017 – 2019.pdf

The Impact of R&D tax incentives in Portugal

The competitiveness of an economy increasingly depends on its ability to innovate. Theory suggests that innovation makes an important contribution to growth both at the firm level and at the national level. Innovative economies that deliver new differentiated products and services and/or develop more efficient production processes are often more productive, more resilient and adaptable in the face of adversity and change, and better able to support higher living standards and thus greater well-being. However, because knowledge is a public good, without government support, private agents are likely to underinvest in R&D, as it usually leads to higher social returns than private ones. In this context, it is strategically important to use public funds to promote innovative activity in firms to achieve the optimal level of R&D investment. Since 2000, indirect public support through tax credits has become more prominent and is currently the main form of public R&D support for most OECD countries. This paper evaluates the impact of SIFIDE, the Portuguese system of tax incentives to corporate R&D investment, on firms’ behaviour. The results show the effectiveness of SIFIDE in promoting investment in R&D, both through the impact of the program on intangible investment and on R&D staff.

 

Abstract and Download

Produtividade do trabalho em Portugal – Análise comparada ao nível da empresa

Durante o período recente de recuperação económica, que se verificou depois da crise de 2008, Portugal continuou a apresentar níveis de crescimento da produtividade do trabalho compara-tivamente inferiores à generalidade dos países da União Europeia (UE). Como resultado, em 2017, a produtividade do trabalho em Portugal correspondia a 76,6% da média da UE e 71,9% da Área Euro (a 4.º mais baixa deste grupo)3. Neste contexto, o desempenho da produtividade, nomeadamente do trabalho, constitui um importante desafio de política económica, determi-nante para o crescimento de longo-prazo e para a competitividade da economia portuguesa.
Neste Em Análise, complementa-se o conhecimento atual sobre as dinâmicas e o posiciona-mento da produtividade do trabalho em Portugal face aos parceiros europeus, recorrendo a uma abordagem microeconómica ao nível da empresa. A produtividade aparente do trabalho das empresas portuguesas, nos diversos pontos da distribuição, é posicionada no contexto europeu, através de uma base de dados ao nível da empresa harmonizada e comparável para 19 países Europeus. Esta análise encontra-se estruturada em três partes: a primeira parte desenvolve a importância metodológica, de complementar dados agregados de produtividade com dados de natureza micro e apresenta a base de dados utilizada neste trabalho; a segunda parte, procede à caracterização geral do posicionamento e da evolução da produtividade das empresas portuguesas face aos países parceiros europeus e, na terceira parte, são analisadas medidas de heterogeneidade da produtividade do trabalho das empresas.

Para mais detalhe: https://conselhoprodutividade.com/serie-working-papers-working-papers-series/

 

“A escolarização e as ocupações profissionais dos trabalhadores em Portugal: um modelo desajustado?”

Os níveis de educação em Portugal demonstram um crescimento nos últimos anos, fruto de várias reformas do sistema educativo e alterações no mercado laboral, fundado na ideia generalizada sobre a relação da escolarização com maior produtividade, maiores níveis salariais e maior crescimento económico. No entanto, o crescimento da escolarização dos trabalhadores nem sempre tem acompanhado a oferta de empregos adequados a essa escolarização, criando um desajustamento (mismatch) entre os níveis de escolarização detidos pelos trabalhadores e os níveis de escolarização exigidos pelas ocupações profissionais.

Tal poderá ter implicações ao nível dos trabalhadores, das empresas ou mesmo a nível macroeconómico, colocando algumas questões sobre a flexibilidade do mercado de trabalho nomeadamente quanto à capacidade de permitir o ajustamento entre a oferta e a procura por determinado nível de qualificações.

O estudo pretende analisar o desajustamento entre o nível de escolarização e a ocupação profissional da população empregada em Portugal, no período 2006 a 2018. Com o aumento do nível médio de educação, principalmente ao nível da oferta de ensino superior e o aumento da procura por trabalho qualificado, importa analisar se este aumento nas qualificações dos trabalhadores se traduz em ocupações igualmente mais qualificadas.

Ensaio 02 20.pdf

Observatório Transfronteiriço Espanha-Portugal – Síntese e Folheto

Este documento inclui os principais aspetos caraterizadores do tráfego transfronteiriço entre Portugal e Espanha no período 2014-2018, designadamente no que respeita ao transporte de passageiros e mercadorias, e ao tráfego médio diário de veículos ligeiros e pesados, nas principais fronteiras entre os dois países.

Atualiza deste modo, os principais dados constantes no relatório n.º 9 do OTEP, cujo limite temporal era 2017.

 

Relatório Síntese 2014-2018
Folheto 2018

The Global Competitiveness Report – Special Edition 2020 – Fórum Económico Mundial

A análise apresentada na Edição especial de 2020 do Global Competitiveness Report é baseada numa metodologia que integra as últimas estatísticas provenientes de um conjunto de organizações internacionais com os dados da última edição do Executive Opinion Survey do World Economic Forum (WEF). A metodologia desenvolvida pretende avaliar a competitividade num conjunto de economias e serve de benchmark na elaboração de políticas públicas, de forma a diminuir os custos e a melhorar as condições de contexto das empresas no período da recuperação económica pós pandemia COVID-19.

A pandemia da COVID-19 acelerou os efeitos da Quarta Revolução Industrial no comércio, nas competências, na digitalização, na concorrência e no emprego. O relatório apresenta uma reflexão centrada na retoma do crescimento económico no período pós pandemia e sintetiza considerações de políticas públicas que visem um crescimento económico mais sustentável e mais inclusivo.

 

The Global Competitiveness Report – Special Edition 2020.pdf

Acréscimos e decréscimos das exportações por produtos e mercados – evolução mensal, junho de 2020

Neste trabalho pretende-se analisar onde incidiram os maiores acréscimos e decréscimos nas exportações portuguesas de mercadorias, por produtos e por mercados, nos cinco primeiros meses de 2020, acumulados e não acumulados, face ao período homólogo de 2019. São para este fim utilizados dados de base divulgados no portal do Instituto Nacional de Estatística (INE), em versão preliminar para estes dois anos, com última atualização em 7 de agosto de 2020.

 

Análise 24

Firm size and tax deductions

Portugal has a lower share of medium and large firms than most of the developed nations.

This does not reflect the size of the domestic market, however. It signals an insufficient productive investment and lower participation in international markets, where firms can grow by having access to more profitable and a larger number of clients.

 

Análise 23

TE 88 – A importância Macroeconómica do Ramo Segurador em Portugal: Análise Input-Output

O estudo apresentado neste documento visa contribuir para a correta medição da importância económica da atividade seguradora em Portugal, tendo como objetivo principal, para além da caracterização setorial da Atividade Seguradora, estimar os impactos diretos, indiretos e induzidos do Ramo Segurador na economia Portuguesa.

 

TE 88 – A importância Macroeconómica do Ramo Segurador em Portugal: Análise Input-Output

Economic and social policies under EMU

The coordination of economic policies is seen as a requirement of EMU, although there is no strong economic rationale for it. After the 2008-2010 crises a complex surveillance mechanism was implemented where the European Semester had the role to coordinate economic and social policies in order to obtain real convergence between countries and prevent further instability. However, it has been ineffective in helping Southern countries to converge, deepening existing divisions and threatening further exits after the UK. This ineffectiveness and a democratically flawed decision-making process ask for a change in the framework of policy coordination. The proposed solution mixes an idle approach based on fiscal transfers with an engaged one where coordination over significant spillover effects between countries and cooperation based on Pareto improvements are the rules. It reinvigorates the governance of the single market, focuses on the spatial distribution of economic activity and it is a decentralized answer to the common threat of division. Moreover, it complies with the two core ideas of the EU project: democracy, from which peace depends, and development within a market economy where countries are free to choose their way of development.

 

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A retoma do alojamento turístico: o exemplo do pós-crise de 2008

Em meados de março de 2020, foram inúmeras as alterações que se fizeram sentir por todo o Mundo, com medidas restritivas nas economias, nas sociedades e na vida dos cidadãos, com vista a conter o surto pandémico do novo coronavírus causador da doença COVID-19. Períodos de confinamento, encerramento de escolas, fronteiras e empresas, impactaram de formas diferentes nos vários sectores da economia. O sector do Alojamento Turístico é um dos sectores com maior impacto económico e social, sendo ainda mais notório em países como Portugal, com uma grande dependência do turismo e sendo este um dos sectores com maior trabalho intensivo e precaridade dos contratos de trabalho.

 

Análise 19 20.pdf

Do short-term rentals increase housing prices? Quasi-experimental evidence from Lisbon

We provide causal estimates of the impact of short-term rental regulations by exploiting a quasi-natural reform implemented in the city of Lisbon. In November 2018, the municipality of Lisbon banned the registry of new short-term rental properties in some neighborhoods. We rely on two administrative data sets on short-term rental registries, between 2015 and 2019, and house transactions between 2017 and 2019. We also use data on Airbnb rental prices since 2018. We employ a difference-in differences estimation taking advantage of the spatial discontinuity in the registry ban. We document a spike in new registries between the announcement and the implementation of the ban, driven by domestic incumbent owners. Airbnb prices do not seem to react to the ban. Both the number of transactions and house prices decreased after the reform, mostly in two-bedroom flats. Our findings confirm a sizeable impact of short-term rentals on real estate prices, concentrated in a segment of smaller houses.

 

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Minimum wage and financially distressed firms: another one bites the dust

Since late 2014, Portuguese Governments adopted ambitious minimum wage policies. Using linked employer-employee data, we provide an econometric evaluation of the impact of those policies. Our estimates suggest that minimum wage increases reduced employment growth and profitability, in particular for financially distressed firms. We also conclude that minimum wage increases had a positive impact on firms’ exit, again amplified for financially distressed firms. According to these results, minimum wage policies may have had a supply side effect by accelerating the exit of low profitability and low productivity firms and, thus, contributing to improve aggregate productivity through a cleansing effect.

 

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Dream Jobs

Understanding why certain jobs are ‘better’ than others and what implications they have for a worker’s career is clearly an important but still relatively unexplored question. We provide both a theoretical framework and a number of empirical results that help distinguishing ‘good’ from ‘bad’ jobs in terms of their impact on a worker’s lifetime wage income profile through wage jumps occurring upon changing job (‘static effects’) or through increases in the wage growth rate (‘dynamic effects’). We find that the distinction between internationally active firms and domestic firms is a meaningful empirical dividing line between employers providing ‘good’ and ‘bad’ jobs. First, in internationally active firms the experience-wage profile is much steeper than in domestic firms, especially for managers as opposed to blue-collar workers. Second, the higher lifetime wage income for managers in internationally active firms relies on the stronger accumulation of experience that these firms allow for and on the (almost) perfect portability of the accumulated dynamic wage gains to other firms. Static effects are instead much more important for blue-collar workers. Finally, the distinction between internationally active and domestic firms is relevant also at a more aggregate level to explain cross-sectional differences in wages among workers and spatial differences in average wages across regions within a country.

 

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TE 83 – Competitividade e cadeias de valor no sector agroalimentar e agroflorestal português

O presente estudo resulta de uma iniciativa conjunta entre o Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia e da Transição Digital e o Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral (GPP) do Ministério da Agricultura, tendo sido publicado previamente em Julho de 2020 na edição nª 19 “Macroeconomia e Agricultura” da revista Cultivar – Cadernos de Análise e Prospetiva.

 

Tema Económico 83.pdf

Comércio externo de Cabo Verde- Comércio internacional de Portugal com Cabo Verde (2014-2019)

Cabo Verde foi, em 1996, um dos fundadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem entre os seus objetivos, no âmbito da cooperação em todos os domínios, o desenvolvimento de parcerias estratégicas e o levantamento de obstáculos ao desenvolvimento do comércio internacional de bens e serviços entre os seus atuais nove membros.

Em 2019 Cabo Verde ocupou a 5.ª posição nas importações de Portugal com origem no conjunto dos seus oito parceiros na CPLP (0,5%), precedido de Angola, Brasil, Guiné Equatorial e Moçambique, e seguido de Timor-Leste, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. Nas exportações ocupou o 3.º lugar (10,8%), depois de Angola e do Brasil.

 

Análise 13 20.pdf

Drivers of exceptional job creation – a dynamic probit approach using portuguese firm-level data

Foi publicado no Portuguese Economic Journal (editado pela Springer) o artigo “Drivers of exceptional job creation – a dynamic probit approach using portuguese firm-level data” da autoria de 3 técnicos do GEE (Francisco Rodrigues, Nuno Tavares e Gabriel Osório de Barros)

O artigo encontra-se disponível para leitura através do seguinte link: https://rdcu.be/b1WPF

Abstract:

It is a well-established fact that a small number of firms, known as Gazelles, drive a disproportionately large amount of net job creation. This fact has attracted considerable attention from researchers, who have been focusing on trying to understand what differentiates this type of firms from their slow-growth peers. In this paper, we expand the ongoing survey on Gazelles by focusing on the Portuguese case. Particularly, we examine how is high-growth associated with the firms´ age, access to equity and external finance and the workforce human capital. We also test whether high-growth is linked with the firms´ ability to export and innovate through R&D. In this paper, we also explore whether high-growth episodes display some form of state dependency by adding a dynamic component in the form of the lagged value of the Gazelle status.

As for results, we find no supporting evidence in favour of persistency, as past growth events are negatively associated with current growth. This is in line with the recent literature on the topic that points to the lack of persistence in the growth process as a consistent enough result worth of being considered as a stylized fact about Gazelles. Nevertheless, we do find that younger firms are more likely to grow at the fastest pace and that human capital is an important determinant for high-growth. Results also point to the fact that fast-growing firms were not hampered by lack of access to adequate external funding during the period, and that they relied primarily on equity to finance their growing needs. Moreover, we find that, once firms’ experience in the market is considered, being an exporter is a relevant factor when it comes to high-growth events. Similarly, the innovative capacity of firms seems to be crucial in outstanding job creation episodes. Finally, our results suggest that it is an enhanced innovative capacity, the availability of equity, as well as the ability of experienced firms to export that might set the difference between the average growth performance and the exceptional growth performance, pointing to nonlinearities in the growth process of firms.

 

Drivers of exceptional job creation – a dynamic probit approach using portuguese firm-level data

 

Drivers of exceptional job creation – a dynamic probit approach using portuguese firm-level data

Foi publicado no Portuguese Economic Journal (editado pela Springer) o artigo “Drivers of exceptional job creation – a dynamic probit approach using portuguese firm-level data” da autoria de 3 técnicos do GEE (Francisco Rodrigues, Nuno Tavares e Gabriel Osório de Barros)

O artigo encontra-se disponível para leitura através do seguinte link: https://rdcu.be/b1WPF

Abstract:

It is a well-established fact that a small number of firms, known as Gazelles, drive a disproportionately large amount of net job creation. This fact has attracted considerable attention from researchers, who have been focusing on trying to understand what differentiates this type of firms from their slow-growth peers. In this paper, we expand the ongoing survey on Gazelles by focusing on the Portuguese case. Particularly, we examine how is high-growth associated with the firms´ age, access to equity and external finance and the workforce human capital. We also test whether high-growth is linked with the firms´ ability to export and innovate through R&D. In this paper, we also explore whether high-growth episodes display some form of state dependency by adding a dynamic component in the form of the lagged value of the Gazelle status.

As for results, we find no supporting evidence in favour of persistency, as past growth events are negatively associated with current growth. This is in line with the recent literature on the topic that points to the lack of persistence in the growth process as a consistent enough result worth of being considered as a stylized fact about Gazelles. Nevertheless, we do find that younger firms are more likely to grow at the fastest pace and that human capital is an important determinant for high-growth. Results also point to the fact that fast-growing firms were not hampered by lack of access to adequate external funding during the period, and that they relied primarily on equity to finance their growing needs. Moreover, we find that, once firms’ experience in the market is considered, being an exporter is a relevant factor when it comes to high-growth events. Similarly, the innovative capacity of firms seems to be crucial in outstanding job creation episodes. Finally, our results suggest that it is an enhanced innovative capacity, the availability of equity, as well as the ability of experienced firms to export that might set the difference between the average growth performance and the exceptional growth performance, pointing to nonlinearities in the growth process of firms.

 

Drivers of exceptional job creation – a dynamic probit approach using portuguese firm-level data

 

Corporate taxes and high-quality entrepreneurship: evidence from a tax reform

 

We examine the impact of corporate taxation on entrepreneurship, using a quasi-natural experiment, which substantially reduced the corporate tax rate for start-ups located in inland municipalities in Portugal. The combination of a high quality and universal firm level database for Portugal allows the detailed study of firm’s behaviour. We use BPlim’s harmonized Central Balance Sheet panel for the period of 2006 to 2015 to evaluate the different behaviour of exporters and non-exporters in Portugal. We follow on the self-selection and learning-by-exporting literature, estimating several exporter productivity premiums. After finding solid evidence of a productivity advantage of exporters compared to non-exporters, which seems to emerge several years before firms start to export, we expand our study in order to explore the causality of the previous findings. Thus, we estimate a logit fixed effects model to assess the impact of several variables in the export propensity of a firm. We corroborate the self-selection theory, given the significance of labour productivity in probability of a firm exporting, as well, as significant effects of firm absolute size, relative market share, sector concentration and investment.

 

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“Exportações de mercadorias da UE-28 para a China e quotas de Portugal (2017-2018)”

De acordo com estatísticas alfandegárias chinesas, constantes da base de dados do “International Trade Centre” (ITC), em 2018 as importações com origem no conjunto dos 28 países comunitários representou 12,8% do total, seguido da Coreia do Sul (9,6%), do Japão (8,4%), de Taiwan (8,3%), dos EUA (7,3%) e da própria China (6,9%), estas principalmente relativas a reimportações de produtos de origem chinesa “exportados” para Hong-Kong e reimportados através da província de Guangdong, por conveniência geográfica e logística.

 

Análise 18 19.pdf

The China Shock and Employment in Portuguese Firms

This paper considers the effects of Chinese import competition on firm-level labor market outcomes in Portugal. We examine direct competition in the Portuguese market and indirect competition Portugal’s largest export markets in Western Europe. Using rich employer-employee data matched to firm-level trade transactions, we measure the degree to which different Portuguese firms faced Chinese import competition, based on firm product mix and distribution of sales across countries. We find economically and statistically significant employment declines in firms with more exposure to Chinese competition in European export markets, but minimal effects of direct competition in Portugal. Our findings also suggest a centrally important role for Portugal’s stringent labor market regulations in limiting firms’ ability to adjust to competitive shocks. In our earlier sample period (1995-2000), firms have limited ability to adjust employment, hours, or wages, and the primary adjustment margin is firm exit. In the later period (2000-2007), when more flexible temporary contracts comprise a larger share of employment, we find employment reductions among more exposed firms. 

 

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“Productivity and resource allocation of Portuguese firms”

Portuguese potential growth has been weak since early 2000s, similarly to other European countries. This trend is explained by decreasing contributions from productivity and lower levels of investment. To guarantee sustained economic growth in the future, gains in productivity and competiveness are essential. These improvements are especially important for Portugal, as they would promote a convergence of the country’s labour productivity levels to those of euro zone2.

 

Ensaio 01 19.pdf

Call for Papers on Productivity

The National Productivity Board and Banco BPI invite to the submission of scientific articles on the Portuguese Economy that contribute to the identification of problems and to the implementation of economic and regulatory public policy solutions in Portugal in the perspective of Productivity.

This call will award a monetary prize of €3,000 to the 4 best papers presented and the participation in a conference on the theme to be organized after the selection. The objective is to encourage the elaboration of scientific articles that contribute to the economic policy in Portugal, while seeking to strengthen the connection between the academic and business worlds.

 

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Financing a Renewable Energy Feed-in Tariff with a Tax on Carbon Dioxide Emissions: A Dynamic Multi-Sector General Equilibrium Analysis for Portugal

 Renewable energy production subsidies alleviate the pressure on electricity prices associated with carbon and energy pricing policies in the process of decarbonization and electrification of the Portuguese economy. Our simulation results show that a feed in tariffs financed by a carbon tax leads to adverse macroeconomic as well as adverse and regressive distributional welfare effects. On the flip side, however, we show that use of the carbon tax revenues to finance a feed in tariff is an improvement over the simple carbon tax case along all the relevant policy dimensions. The feed in tariff mechanism when added to the carbon tax leads to better environmental outcomes at lower costs both in terms of the economic and social justice implications. The policy implications are clear. First, because of its adverse economic and distributional effects a carbon tax should not be used in isolation. The use of the revenues to finance a feed in tariff dominates the simple carbon tax case in all dimensions. Second, the search for the appropriate recycling mechanisms in addition to feed in tariffs is an issue as relevant as the carbon tax itself as it pertains to the potential reversal of the adverse effects of such a tax.

 

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TE67 – Cryptocurrencies: Advantages and Risks of Digital Money

In 2018, in “The Economics of Cybersecurity” and “Cybersecurity in Portugal” (Barros, 2018a and 2018b), ransomware was identified as one of the main risks associated with the Cyberspace. However, according to Microsoft (2019), more recent studies indicate a decline in ransomware attacks, with attackers targeting their activity to cryptocurrency mining.

Considering this new perspective, which attributes to Cryptocurrencies not only a set of opportunities but also a set of threats, this study identifies the main advantages and the main risks associated with the Cryptocurrencies.

If, on the positive side, the speed of transaction, the reduced cost, the privacy or the permanent availability of the system are highlighted, on the other hand, concerns are identified regarding the volatility, reduced number of stores supplying goods and services that accept crypto-currencies as payment, high energy cost and environmental threats, potential criminal attacks, money laundering and funding of criminal activity.

 

TE67 – Cryptocurrencies – Advantages and Risks of Digital Money.pdf

Vantagens Comparativas Reveladas e suas Determinantes: Uma Aplicação à Economia Portuguesa

Na era do “Made in the World” o valor bruto das exportações que atravessa a fronteira nacional é uma medida cada vez mais imperfeita do rendimento doméstico envolvido, comprometendo, por isso, a leitura de todos os indicadores de comércio externo derivados. A literatura económica tem feito grandes progressos para desenvolver um quadro de referência metodológico que isole devidamente o papel de cada país no contexto das Cadeias de Valor Globais (CVGs) e são já vários os projetos que, capitalizando estes contributos teóricos, procederam à construção de bases de dados multi-país a partir de matrizes input-output globais harmonizadas que identificam os recursos e empregos da produção na economia, com desagregação por setores de bens e serviços e países parceiros. Este trabalho utiliza a informação de comércio internacional em valor acrescentado, recentemente compilada pela OCDE-OMC, para (i) analisar a dinâmica da especialização produtiva portuguesa, no contexto das CVGs, com base no tradicional Índice de Vantagens Comparativas Reveladas (IVCR) de Balassa, considerando para efeitos de cálculo três tipos de fluxos no período 1995-2011 e (ii) discutir a validade da teoria clássica e neoclássica das vantagens comparativas no contexto das CVGs. Os dados confirmam que a utilização das estatísticas em valor acrescentado nacional é de facto muito relevante do ponto de vista da avaliação das capacidades com que Portugal se apresenta nas Cadeias de Valor Globais e sugerem que a estrutura setorial das vantagens comparativas reveladas para Portugal, no contexto das CVGs, obedece à teoria clássica e neoclássica do comércio internacional.

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Call for Papers about Competition in the area of Telecommunications and Digitization in the Economy

The National Communications Authority (ANACOM) and the Research Office (GEE) of the Portuguese Ministry of Economy invite to the submission of scientific articles on the Portuguese Economy that contribute to the identification of problems and to the implementation of economic and regulatory public policy solutions in Portugal in the perspective of Competition in the area of Telecommunications and Digitalization in the Economy.

This call will award a monetary prize of €3,000 to the 4 best papers presented and the participation in a conference on the theme to be organized after the selection. The objective is to encourage the elaboration of scientific articles that contribute to the economic policy in Portugal, while seeking to strengthen the connection between the academic and business worlds.

For more information, please consult the poster and the rules.

Firm heterogeneity and exports in Portugal – Identifying export potential

For Melitz (2003), the driving force behind a firm’s decision to export is productivity. If firms pass the productivity cut-off, they all export. Nonetheless, empirical studies show that a substantial share of high-productive firms do not export. Using a dataset that covers Portuguese non-financial firms, between 2010 and 2016, we assess which factors determine the export decision, besides productivity. According to our results, firm’s characteristics, such as size, turnover, import as well as export status, age, worker skills and knowledge agglomeration, are crucial in the process of internationalisation of firms.


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Comércio Internacional de Mercadorias Séries Anuais 2008-2018

As séries anuais que se seguem visam reunir informação que permita ao utilizador efetuar uma análise, com algum detalhe, da evolução do comércio internacional português no período de 2008 a 2018, o que pode constituir um auxiliar para a apreciação das características da evolução da vertente externa da economia portuguesa ao longo dos últimos onze anos por tipos de produtos e respetivos mercados.

Os dados de base aqui utilizados foram extraídos do Portal do INE, correspondendo os de 2008 a 2016 a versões definitivas, os de 2017 a uma versão provisória e os de 2018 a uma versão preliminar, com última atualização reportada a 8-2-2019. Pertencem também às Contas Nacionais os valores do PIB a preços de mercado utilizados nos cálculos do peso do comércio internacional na economia.

 

TE63 – Comércio Internacional de Mercadorias Séries Anuais 2008-2018

 

TE64 – A Tarifa Social de Energia

Em 2017, no âmbito da Avaliação de Políticas Públicas e por pedido da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) procedeu à avaliação do impacto económico da implementação da Tarifa Social de Energia (TSE).
 
O presente trabalho tem como objetivo a análise e avaliação da Tarifa Social de Energia, enquanto política pública, tendo por base a aplicação do Modelo das Etapas. O estudo baseia-se na análise legislativa, na informação estatística disponibilizada publicamente e na informação fornecida pelos operadores das redes de distribuição relativa aos anos de 2012 a 2016.

TE64 – A Tarifa Social de Energia

A Tarifa Social de Energia

Em 2017, no âmbito da Avaliação de Políticas Públicas e por pedido da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) procedeu à avaliação do impacto económico da implementação da Tarifa Social de Energia (TSE).
 
O presente trabalho tem como objetivo a análise e avaliação da Tarifa Social de Energia, enquanto política pública, tendo por base a aplicação do Modelo das Etapas. O estudo baseia-se na análise legislativa, na informação estatística disponibilizada publicamente e na informação fornecida pelos operadores das redes de distribuição relativa aos anos de 2012 a 2016.

TE64 – A Tarifa Social de Energia

TE63 – Comércio Internacional de Mercadorias Séries Anuais 2008-2018

As séries anuais que se seguem visam reunir informação que permita ao utilizador efetuar uma análise, com algum detalhe, da evolução do comércio internacional português no período de 2008 a 2018, o que pode constituir um auxiliar para a apreciação das características da evolução da vertente externa da economia portuguesa ao longo dos últimos onze anos por tipos de produtos e respetivos mercados.

Os dados de base aqui utilizados foram extraídos do Portal do INE, correspondendo os de 2008 a 2016 a versões definitivas, os de 2017 a uma versão provisória e os de 2018 a uma versão preliminar, com última atualização reportada a 8-2-2019. Pertencem também às Contas Nacionais os valores do PIB a preços de mercado utilizados nos cálculos do peso do comércio internacional na economia.

 

TE63 – Comércio Internacional de Mercadorias Séries Anuais 2008-2018

 

Global Value Chains and Vertical Specialization: The case of Portuguese Textiles, Leather, and Shoes exports

This paper evaluates the growing participation of the Portuguese economy, and especially of the textiles, leather, and shoes industry, in the so-called Global Value Chains (GVCs). We use the 2016 edition of the World Input-Output Database (WIOD) to empirical assess the changes in the geography of imports and exports of the Portuguese textiles, leather, and shoes industry as well as quantify the growing vertical specialization in this sector.

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Global Value Chains and Vertical Specialization: The case of Portuguese Textiles, Leather, and Shoes exports

This paper evaluates the growing participation of the Portuguese economy, and especially of the textiles, leather, and shoes industry, in the so-called Global Value Chains (GVCs). We use the 2016 edition of the World Input-Output Database (WIOD) to empirical assess the changes in the geography of imports and exports of the Portuguese textiles, leather, and shoes industry as well as quantify the growing vertical specialization in this sector.

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Call for Papers – Savings and Financing in the Portuguese Economy

The Portuguese Insurers Association (APS) and the Research Office (GEE) of the Portuguese Ministry of Economy invite to the submission of scientific articles on the Portuguese Economy that contribute to the identification of problems and to the implementation of policy solutions to promote Savings and facilitate Financing.

This call will award a monetary prize of €3,000 to the 3 best papers presented and the participation in a conference on the theme to be organized after the selection. The objective is to encourage the elaboration of scientific articles that contribute to the economic policy in Portugal, while seeking to strengthen the connection between the academic and business worlds.

For more information, please consult the poster and the rules.

 

Call for Papers – R&D and Innovation in Digital Economy

The Research Office (GEE) of the Portuguese Ministry of Economy and the National Innovation Agency are opening a call for papers on the Portuguese economy. The aim is to promote scientific research oriented to economic policy problems and solutions applicable to Portugal in the area of R&D and Innovation in Digital Economy.

This call will award a monetary prize of €3,000 to the 4 best papers presented and the participation in a conference on the theme to be organized after the selection. The objective is to encourage the elaboration of scientific articles that contribute to the economic policy in Portugal, while seeking to strengthen the connection between the academic and business worlds.

We invite you to spread the call for papers and/or to submit scientific papers.

For more information, please consult the document with the poster and the rules of this Call for Papers.

Call for Papers sobre Poupança e Financiamento da Economia Portuguesa

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) e o Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) convidam à submissão de artigos científicos sobre a Economia Portuguesa que contribuam para a identificação de problemas e para a implementação de soluções de política económica em Portugal nas áreas da Poupança e do Financiamento.

O convite prevê a atribuição de um prémio monetário no valor de 3.000€ aos 3 melhores trabalhos apresentados e a participação numa conferência sobre o tema a organizar após a seleção. O objetivo é fomentar a elaboração de artigos científicos que contribuam para a política económica em Portugal, procurando ainda reforçar a ligação entre os mundos académico e empresarial.

Para mais informação, consultar o cartaz e o regulamento.

Call for Papers sobre I&D e Inovação na Economia Digital

ID e Inovação na Economia Digital

O Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) e a Agência Nacional para a Inovação (ANI) convidam à submissão de artigos científicos sobre a Economia Portuguesa que contribuam para a identificação de problemas e para a implementação de soluções de política económica em Portugal na área da I&D e Inovação na Economia Digital.

O convite prevê a atribuição de um prémio monetário no valor de 3.000€ aos 4 melhores trabalhos apresentados e a participação numa conferência sobre o tema a organizar após a seleção. O objetivo é fomentar a elaboração de artigos científicos que contribuam para a política económica em Portugal, procurando ainda reforçar a ligação entre os mundos académico e empresarial.

Para mais informação, consultar o cartaz e o regulamento.

 

Impacto Económico da Web Summit 2016-2028

O objetivo deste relatório consiste na estimação dos impactos sobre a despesa, o valor acrescentado bruto, o emprego e os impostos resultantes da realização da Web Summit em Portugal. Para tal será utilizada uma abordagem baseada em metodologias comummente aplicadas à análise de impactos de eventos de grandes dimensões, de natureza diversa, sobre a atividade económica do território de influência.

Eventos como a Web Summit, para além dos impactos que a prazo possam vir a gerar em vários sectores de atividade e na reconfiguração da economia, envolvem um volume significativo de meios cujos efeitos no curto prazo poderão ser significativos, não só ao nível local mas também a nível macro, através do estímulo da procura interna da economia. Assim, a avaliação destes eventos pode ser encarada de diferentes pontos de vista, em função dos horizontes temporais em que se manifestam os impactos, das variáveis afetadas, das metodologias empregues e, inclusivamente, dos impactos que, em cascata, possa gerar noutros sectores, para além dos sectores tecnológico ou do turismo.

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Impacto Económico da Web Summit 2016-2028

O objetivo deste relatório consiste na estimação dos impactos sobre a despesa, o valor acrescentado bruto, o emprego e os impostos resultantes da realização da Web Summit em Portugal. Para tal será utilizada uma abordagem baseada em metodologias comummente aplicadas à análise de impactos de eventos de grandes dimensões, de natureza diversa, sobre a atividade económica do território de influência.

Eventos como a Web Summit, para além dos impactos que a prazo possam vir a gerar em vários sectores de atividade e na reconfiguração da economia, envolvem um volume significativo de meios cujos efeitos no curto prazo poderão ser significativos, não só ao nível local mas também a nível macro, através do estímulo da procura interna da economia. Assim, a avaliação destes eventos pode ser encarada de diferentes pontos de vista, em função dos horizontes temporais em que se manifestam os impactos, das variáveis afetadas, das metodologias empregues e, inclusivamente, dos impactos que, em cascata, possa gerar noutros sectores, para além dos sectores tecnológico ou do turismo.

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Financing, Investment and Productivity in Portuguese Firms

Portugal is experiencing a slowdown of productivity growth, similar to the one occurring in advanced economies. Given that aggregate productivity growth is the main source of per capita income growth, this slowdown is associated with a slower improvement of living standards. In a neoclassical world, Portugal, poorer than most developed economies, would be expected to converge both in the level of productivity and in the average wealth of the population.

A number of hypotheses my explain why this is not happening: a decline in the birth rate of innovative firms able to deal with greater regulatory complexity, insufficient investment in infrastructure, equipment, R&D and information and communication technology, a slower pace of technology diffusion, non-competitive product markets and capital misallocation, rigid labour markets leading to skills and labour mismatches or insufficient knowledge – based and human capital accumulation.

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Financing, Investment and Productivity in Portuguese Firms

Portugal is experiencing a slowdown of productivity growth, similar to the one occurring in advanced economies. Given that aggregate productivity growth is the main source of per capita income growth, this slowdown is associated with a slower improvement of living standards. In a neoclassical world, Portugal, poorer than most developed economies, would be expected to converge both in the level of productivity and in the average wealth of the population.

A number of hypotheses my explain why this is not happening: a decline in the birth rate of innovative firms able to deal with greater regulatory complexity, insufficient investment in infrastructure, equipment, R&D and information and communication technology, a slower pace of technology diffusion, non-competitive product markets and capital misallocation, rigid labour markets leading to skills and labour mismatches or insufficient knowledge – based and human capital accumulation.

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Entrepreneurial Human Capital and Firm Dynamics

This paper shows that entrepreneurial human capital is a key driver of firm dynamics using administrative panel data on the universe of firms and workers in Portugal. Firms started by more educated entrepreneurs are larger at entry and exhibit higher growth throughout the life cycle. The differences are driven by productivity, are particularly strong in the upper tail of the distribution, and do not hold for more educated workers in general. In addition, they do not appear to be driven by omitted ability or selection. Combining these findings with cross-country data to calibrate a simple model of heterogeneous firms, I find that accounting for the effect of entrepreneurial human capital on firm-level productivity increases the fraction of cross-country income differences explained by human and physical capital from 40% to 65%-76%.

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Entrepreneurial Human Capital and Firm Dynamics

This paper shows that entrepreneurial human capital is a key driver of firm dynamics using administrative panel data on the universe of firms and workers in Portugal. Firms started by more educated entrepreneurs are larger at entry and exhibit higher growth throughout the life cycle. The differences are driven by productivity, are particularly strong in the upper tail of the distribution, and do not hold for more educated workers in general. In addition, they do not appear to be driven by omitted ability or selection. Combining these findings with cross-country data to calibrate a simple model of heterogeneous firms, I find that accounting for the effect of entrepreneurial human capital on firm-level productivity increases the fraction of cross-country income differences explained by human and physical capital from 40% to 65%-76%.

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Agglomeration and Industry Spillover Effects in the Aftermath of a Credit Shock

This paper provides empirical evidence showing that industries with intense strategic complementarities exhibit stronger sensitivity to economic shocks. The Portuguese credit crunch of 2009 represents a negative shock for nonfinancial firms, which has created negative spillover effects among firms. Corporate investment declines significantly in industries with strong strategic complementarities following the onset of the crisis, controlling for firm fixed effects, time varying measures of financial constraints and investment opportunities. Consistent with a causal effect, the decline is greatest for firms in industries with strong strategic complementarities. To address sample selection concerns we consider several sample splits and apply a matching approach to find the best counterfactual, and confirm similar results.

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Estatísticas do Emprego – INE

No 3º trimestre de 2025, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 5,8%, inferior em 0,1 pontos percentuais (pp) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 326,6 mil indivíduos, registando uma diminuição de 0,9 % face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 5332,1 mil indivíduos, mais 1,6% do que o verificado no trimestre anterior.

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi a Península de Setúbal com 6,9%, seguindo-se a região da Região Autónoma da Madeira com 5,3% e a do Alentejo com 5,2%.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de outubro de 2025, foram matriculados 19 884 veículos, o que representa um aumento homólogo de 6,6%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 32,7% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 5,5% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 4,5%.

Entre janeiro e outubro de 2025 foram matriculados 219 598 veículos, o que representa um aumento homólogo de 6,8%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um decréscimo de 1,6% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 8,4% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um decréscimo de 2,0% (VHA).

De janeiro a outubro de 2025, registaram-se 187 701 matrículas de veículos ligeiros de passageiros, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em setembro de 2025, a Dívida Pública situou-se em 294,3 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 6,0 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 22,0 mil milhões de euros face ao mês homólogo.

A instituição refere que esta variação refletiu a subida dos títulos de dívida de longo prazo (+5,7 mil milhões de euros) e dos certificados de aforro (+0,5 mil milhões de euros), que foi parcialmente compensada pela diminuição dos certificados do Tesouro (-0,1 mil milhões de euros).

Em setembro de 2025, a Dívida Pública foi de 97,6% do PIB, o que representa uma variação de 0,8 pontos percentuais (pp) face ao trimestre anterior e de 1,7 pp face ao trimestre homólogo.

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de setembro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 3,54%, aumentando 0,11 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 3,22% e 3,11% em agosto para 3,15% e 3,18% em setembro, respetivamente.

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Em setembro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,05 pp (pontos percentuais), de 3,54% para 3,59%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 4,20% e 3,76%, respetivamente, após terem registado valores de 4,29% e 3,79% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 3,38%, o que compara com 3,20% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de setembro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 1,35%, diminuindo 0,03 pp face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 2,19 pp.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 1,07% e 2,10% em setembro de 2025, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 2,08 pp e 1,08 pp, respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em setembro de 2025, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal diminuíram 0,03 pp (pontos percentuais), de 3,83% em agosto para 3,80%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro aumentaram 0,05 pp em comparação com o mês precedente, fixando-se em 3,59%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,09 pp, registando um valor de 3,93%. 

Entre agosto e setembro de 2025, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros diminuíram 0,03 pp e acima de 1 milhão de euros aumentaram 0,18 pp, fixando-se em 3,76% e 3,38%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,04 pp entre agosto e setembro de 2025, fixando-se em 2,84%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo diminuíram 0,02 pp, fixando-se em 8,76%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,04 pp entre agosto e setembro de 2025, fixando-se em 3,51%.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em setembro de 2025, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 2,0%, o que corresponde a uma diminuição de 1 ponto percentual (pp) relativamente à do mês anterior (3,0%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -3,5% e 15,3%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 2,9%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 0,3%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior.

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -0,9% e 18,5%, respetivamente.

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Atividade Turística – INE

Em setembro de 2025, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 8,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 0,7% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,0 milhões de dormidas (-1,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,5 milhões de dormidas (5,6%, VH).

De janeiro a setembro de 2025, a hotelaria registou 65,0 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (2,2%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 19,9 milhões de dormidas (5,8%, VHA) e os não residentes representam 45,2 milhões de dormidas (0,7%, VHA).

Em setembro de 2025, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 840,1 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 5,6%.

Em termos regionais (NUTS II), em setembro de 2025, destacam-se as regiões do RA Madeira (16,7%), do Alentejo (13,2%) e do Península de Setúbal (11,3%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a setembro de 2025, foram registados 5735,5 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 7,6%.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em setembro de 2025, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 5 619 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 16,2% (mais 4,4 pontos percentuais – pp face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou uma variação homóloga de 5,9% (menos 6,7 pp quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 24,1% (mais 12,8 pp face a agosto de 2025).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 50 130 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 15,0%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou o valor de 21 580 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 15,0% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 28 550 milhões de euros, atingindo os 14,9% de variação homóloga acumulada.

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