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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 2,3% em outubro de 2025, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,1%, taxa superior em 0,1 pp à do mês precedente. A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para -1,2% (0,3% em setembro) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados desacelerou para 6,1% (7,0% no mês anterior).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido nula (0,9% em setembro e 0,1% em outubro de 2024).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (valor idêntico no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,0% (1,9% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Taxa de Desemprego – Eurostat

Em setembro de 2025, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,0%, aumentando 0,1 pontos percentuais (pp) em relação à percentagem registada no mês anterior (5,9%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 0,5 pp (6,5%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em setembro de 2025, situou-se em 10,5%, permanecendo inalterado em relação ao mês anterior (10,5%) e apresentou uma variação de -0,6 p.p. face ao verificado no período homólogo (11,1%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em setembro de 2025, se tenha situado em 6,3%, mantendo-se constante em relação ao mês anterior (6,3%) e mantendo-se inalterada em termos homólogos (6,3%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 6,0%, estabilizando relativamente ao mês anterior.

Em setembro de 2025, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 18,1%, diminuindo 0,7 pp em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 2,9 pp (21,0%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,1%, aumentando 0,1 pp relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 25,0%, em setembro de 2025, aumentando 0,1 pp face ao mês anterior e registando uma variação de -1,1 p.p. face ao verificado no período homólogo (26,1%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 9,3%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês de agosto de 2025 (9,4%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em setembro de 2025, nos 14,4%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,5%, permanecendo inalterado em relação a agosto de 2025. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 14,8%, mantendo-se em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,1%, o mesmo valor que o mês anterior.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 26 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada nas semanas anteriores. Em 23 de outubro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -1,3% (VH), que compara com -1,9% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em outubro de 2025, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 104,4 pontos, o que compara com o valor de 105,0 pontos verificado em setembro de 2025.

Para a evolução negativa contribuíram os sectores da Indústria (de -3,5 para -5,5 pontos), Serviços (de 8,8 para 7,9), ao contrário do Comércio a Retalho (de 3,5 para 4,8) e da Construção (de 2,4 para 3,4). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -17,1 para -13,3.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 1,0 pontos na União Europeia (de 95,7 pontos em setembro para 96,7 pontos em outubro), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 1,2 pontos (de 95,6 pontos em setembro para 96,8 pontos em outubro).

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio – INE

Em setembro de 2025, os Índices de Emprego e de Remunerações no Comércio registaram taxas de variação homóloga (VH) de -0,4% e 5,0%, respetivamente. Estes valores comparam com -0,1% e 5,4% (VH), respetivamente, verificados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Estimativa Rápida PIB da Zona Euro e UE (preliminar) – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 3º trimestre de 2025, a Zona Euro registou uma variação homóloga do PIB de 1,3% (1,5% no 2º trimestre de 2025). A variação trimestral do PIB foi 0,2% (0,1% no 2º trimestre de 2025).

No que respeita à UE, a variação homóloga do PIB foi de 1,5% (1,6% no 2º trimestre de 2025). A variação trimestral do PIB foi de 0,3% (0,2% no 2º trimestre de 2025).

No 3º trimestre de 2025, Portugal registou uma variação do PIB de 2,4% em relação ao trimestre homólogo (1,8% no trimestre anterior) e uma variação de 2,6% em relação ao trimestre anterior (0,8% no 2º trimestre de 2025).

Entre os Estados-Membros para os quais estão disponíveis dados relativos ao 3º trimestre de 2025, a Suécia (+1,1%) registou o maior aumento em comparação com o trimestre anterior, seguida de Portugal (+0,8%) e da Chéquia (+0,7%). Foram registadas descidas na Lituânia (-0,2%), na Irlanda e na Finlândia (ambas -0,1%). A taxa de crescimento homóloga foi positiva para 14 países e negativa para um país.

(Gráfico: Eurostat)

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Estimativa Rápida do PIB – INE

No 3º trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma variação homóloga de 2,4%, após ter aumentado 1,8% no trimestre precedente. O contributo negativo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi menos acentuado, refletindo a aceleração das exportações de bens e serviços e uma ligeira desaceleração das importações de bens e serviços. O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB manteve-se próximo do observado no trimestre anterior, verificando-se uma aceleração do consumo privado e uma desaceleração do investimento.

Comparando com o 2º trimestre de 2025, o PIB aumentou 0,8% em volume, após um crescimento de 0,7% no trimestre anterior. O contributo positivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB aumentou, refletindo a aceleração do consumo privado. Por outro lado, o contributo da procura externa líquida foi mais negativo, tendo a aceleração das importações de bens e serviços sido mais pronunciada que a das exportações de bens e serviços.

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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em setembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 2,3%, inferior em 1,1 pontos percentuais (pp) à observada em agosto de 2025 (3,4%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 1,9%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 0,3% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 5,0%, valores que comparam com 9,7%, 0,8% e 4,4% no mês anterior, respetivamente.

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em outubro de 2025, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 3,0 para 2,9 (%, vcs).

Entre setembro e outubro de 2025, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 10,7 para 7,2 e o do Comércio aumentou de 2,6 para 5,0. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -2,7 para -5,5 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 2,1 para 2,6. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -13,2 (sre, ve) em outubro de 2025 (-17,1 em setembro de 2025).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito – Banco de Portugal

A avaliação da oferta e da procura refere-se ao 3º trimestre de 2025, por comparação com o trimestre anterior. As expectativas referem-se ao 4º trimestre de 2025.

Oferta:

  • Critérios de concessão de crédito: sem alterações no crédito a empresas e a particulares.

Fatores: nas PME, os riscos associados à situação e perspetivas de empresas ou sectores de atividade específicos contribuíram ligeiramente para o aumento da restritividade, embora sem impacto nos critérios. No segmento da habitação, a concorrência de outras instituições bancárias contribuiu ligeiramente para critérios menos restritivos, mas também sem impacto agregado.

  • Termos e condições do crédito: nos empréstimos a empresas, tanto PME como grandes empresas, ligeira diminuição da taxa de juro praticada e do spread aplicado nos empréstimos de risco médio. Sem alterações no crédito a particulares.

Fatores: no crédito a empresas, a concorrência de outras instituições bancárias deu um contributo ligeiro para a diminuição dos spreads nos empréstimos de risco médio. Em sentido contrário, a situação e perspetivas de empresas ou sectores de atividade específicos deu um contributo ligeiro para o aumento da restritividade nos termos e condições gerais e nos spreads dos empréstimos. No crédito à habitação, a perceção de riscos contribuiu ligeiramente para atenuar a restritividade dos termos e condições gerais e dos spreads, embora sem impacto agregado.

  • Proporção de pedidos de empréstimo rejeitados: sem alteração nos empréstimos a empresas e a particulares.
  • Expetativas: no crédito a empresas, critérios de concessão ligeiramente menos restritivos para PME e em empréstimos de curto prazo, embora sem impacto agregado. Sem alterações no crédito a particulares.

(Gráfico: Banco de Portugal)

A oferta de crédito corresponde aos critérios de concessão reportados pelos bancos (calculado com base num inquérito aos cinco principais bancos portugueses). O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem critérios menos (mais) restritivos. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

Em outubro de 2025, o Índice de difusão para a oferta de crédito foi de 0.

Procura:

  • Procura de empréstimos por parte de empresas: ligeiro aumento por PME, transversal a diferentes prazos dos empréstimos.

Fatores: o nível geral das taxas de juro contribuiu para o aumento da procura, sobretudo por PME. Em sentido contrário, o recurso à geração interna de fundos como fonte de financiamento alternativa contribuiu ligeiramente para diminuir a procura. Nas PME, as necessidades de financiamento do investimento e de financiamento de existências e de fundo de maneio deram também um contributo ligeiro para o aumento da procura; enquanto nas grandes empresas, a emissão de títulos de dívida deu um contributo ligeiro para a diminuição da procura.

  • Procura de empréstimos por parte de particulares: sem alterações.

Fatores: no segmento da habitação, contributo ligeiro do nível geral das taxas de juro e do regime regulamentar e fiscal do mercado da habitação para o aumento da procura, embora sem impacto agregado.

  • Expetativas: nas empresas, aumento da procura de empréstimos, sobretudo por PME e por empréstimos de longo prazo. Nos particulares, ligeiro aumento da procura para habitação e sem alterações no consumo e outros fins.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem uma redução (um aumento) da procura. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

Em outubro de 2025, o Índice de difusão para a procura de crédito foi de 0.

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