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Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat

Segundo o Eurostat, no 1º trimestre de 2025, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro situou-se em 88,0% (87,4% no 4º trimestre de 2024) e na UE situou-se em 81,8% (81,0% no 4º trimestre de 2024). Em relação ao período homólogo (1º trimestre de 2024) registou-se um aumento de 0,2 p.p. (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e um aumento de 0,6 p.p. na UE.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 96,4% (94,9% no 4º trimestre de 2024 e 99,1% no 1º trimestre de 2024).

Os rácios mais elevados da dívida pública em relação ao PIB no final do 1º trimestre de 2025 foram registados na Grécia (152,5%), Itália (137,9%), França (114,1%), Bélgica (106,8%) e Espanha (103,5%), e os mais baixos foram registados na Bulgária (23,9%), Estónia (24,1%), Luxemburgo (26,1%) e Dinamarca (29,9%).

(Gráfico: Eurostat)

Em relação ao trimestre anterior, dezasseis Estados-Membros registaram um aumento do seu rácio dívida/PIB no final do primeiro trimestre de 2025, dez registaram uma diminuição e o rácio permaneceu estável na Chéquia. Os maiores aumentos no rácio foram observados na Áustria e na Eslováquia (ambas 3,5 pontos percentuais – pp), na Eslovénia (2,9 pp), na Itália (2,5 pp), na Lituânia (2,4 pp), na Polónia (2,2 pp) e na Bélgica (2,1 pp). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-3,7 pp), Letónia (-1,2 pp) e Grécia (-1,1 pp).

99(Gráfico: Eurostat)

Em comparação com o trimestre homólogo, treze Estados-Membros registaram um aumento do seu rácio dívida/PIB no final do primeiro trimestre de 2025, doze Estados-Membros registaram uma diminuição e o rácio permaneceu estável na Eslovénia e na Estónia. Os maiores aumentos no rácio foram registados na Polónia (6,1 pp), Finlândia (5,1 pp), Áustria e Roménia (ambas 4,1 pp), França (3,6 pp), Itália (2,9 pp), Eslováquia (2,6 pp) e Suécia (2,0 pp). As maiores diminuições foram observadas na Grécia (-9,3 pp), Chipre (-8,2 pp), Irlanda (-6,1 pp), Croácia (-3,6 pp), Dinamarca (-3,2 pp), Espanha (-2,8 pp) e Portugal (-2,7 pp).

100(Gráfico: Eurostat)

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Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat

No 1º trimestre de 2025, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -2,9% do PIB (-3,2% no 4º trimestre de 2024 e -3,1% no 1º trimestre de 2024). O saldo da UE27 fixou-se em -2,9% do PIB (-3,3% no 4º trimestre de 2024 e -3,0% no 1º trimestre de 2024).

No 1º trimestre de 2025, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos 1,3% do PIB (-0,6% no 4º trimestre de 2024 e -0,2% no 1º trimestre de 2024).

(Tabela: Eurostat)

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em junho de 2025, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,479%, registando uma diminuição de 0,091 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (3,570%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 2,951%, o que compara com 3,057% em maio de 2025.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 71 677 euros, registando um aumento de 635 euros face ao mês anterior (71 042 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 394 euros em junho de 2025, menos 1 euro que em maio de 2025 e menos 10 euros que em junho de 2024. Deste valor, 206 euros (52%) correspondem a pagamento de juros e 188 euros (48%) a capital amortizado. Em junho de 2024, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em junho de 2025, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 630 euros, o que equivale a uma diminuição de 11 euros relação ao mês anterior (641 euros).

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em maio de 2025, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de -183 milhões de euros (37 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 1529 milhões de euros (-448 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de 1712 milhões de euros, aumentando 2196 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a maio de 2025, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de -1958 milhões de euros, que compara com 3098 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Indicadores Coincidentes – Banco de Portugal

Em junho de 2025, o Indicador Coincidente Mensal da Atividade Económica variou 1,5% (variação homóloga, VH), diminuindo 0,1 pontos percentuais (pp) relativamente ao mês anterior (1,6%, VH). No mês em análise, o Indicador Coincidente do Consumo Privado registou uma variação homóloga de 3,2%, diminuindo 0,2 pp face a maio de 2025.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em maio de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 1,9% e de 3,7%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de -1,1% para as exportações e de -2,3% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 104,0%. Ainda em maio de 2025, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 1,5% e de 3,7%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 2,6% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 3,8%.

De janeiro a maio de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 1,5% e de 4,1%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 101,0%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de -0,7% e de 4,4%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 4,9% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 2,8%.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em maio de 2025, a Balança Financeira registou um saldo de -798 milhões de euros, diminuindo 1071 milhões de euros em relação ao mês anterior.

De janeiro a maio de 2025, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 689 milhões de euros, que compara com 3542 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em maio de 2025, as Balanças Corrente e de Capital registaram um défice de -120 milhões de euros, diminuindo 592 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

A Balança Corrente registou um saldo de -365 milhões de euros, diminuindo 556 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 36 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 245 milhões de euros.

Entre janeiro e maio de 2025, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 1182 milhões de euros, que compara com 2728 milhões de euros no período homólogo.

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Em maio de 2025, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -1223 milhões de euros, o que compara com -328 milhões de euros no mês precedente.

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Indicadores de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 2,6% em junho de 2025, que compara com 2,4% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em maio de 2025, registou o valor de 2,1% (VH), superior em 0,8 pontos percentuais em relação ao mês anterior (1,3%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -12,3 (sre/ve), que compara com o valor de -14,2 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em junho de 2025, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,0% (VH) e para os serviços foi de 4,2% (VH). Estes valores comparam com 1,0% (VH) e 4,0% (VH) registados no mês de maio de 2025, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em junho de 2025, uma variação homóloga de 2,6%, o que se traduz num aumento de 4,6 pp (pontos percentuais) face ao mês precedente (-2,0%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 55,6 pontos, o que compara com 62,9 pontos no mês anterior e 54,2 pontos em junho de 2024.

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