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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em maio de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 3,7%, inferior em 1,0 pp (pontos percentuais) ao valor registado em abril de 2025 (4,7%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 155,5 pontos em maio de 2025, aumentando 1,6 pontos em relação ao mês precedente (153,9 pontos em abril de 2025).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 6 de julho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada na semana anterior. Em 3 de julho de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 0,3% (VH), que compara com 0,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em março de 2025, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -166 114 milhões de euros (-57,6% do PIB), o que compara com -168 776 milhões em dezembro de 2024 (-59,2% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 633.009 milhões de euros (222% do PIB) em dezembro de 2024 para 653 488 milhões de euros (226,5% do PIB) em março de 2025.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 437 712 milhões de euros (151,7% do PIB) em março de 2025, o que compara com 420 654 milhões em dezembro de 2024 (147,5% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 198.704 milhões de euros (69,7% do PIB) em dezembro de 2024 para 200 505 milhões de euros (69,5% do PIB) em março de 2025.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 125 795 milhões de euros (43,6% do PIB) em março de 2025, o que compara com 125 526 milhões em dezembro de 2024 (44,0% do PIB). 

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Em março de 2025, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 100,9% do PIB (291 056 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de um aumento de 0,3 p.p. face a dezembro de 2024 (100,6%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 94,9% em março de 2025, o que compara com 93,8% em dezembro de 2024. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB ascende aos 85,8%, o que compara com 86,5% em dezembro de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 1º trimestre de 2025, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), menos 0,7 pontos percentuais (pp) do que no trimestre anterior (3,3%).

Para esta evolução contribuiu o aumento da necessidade líquida de financiamento das Sociedades não Financeiras, para 4,1% do PIB, mais 0,4 pp. As Famílias reduziram a sua Capacidade de financiamento para 4,4% do PIB (4,6% do PIB no 4º trimestre de 2024). As Sociedades Financeiras diminuíram, em relação ao trimestre anterior, a sua capacidade financeira de 1,6% para 1,4% do PIB, respetivamente. As Administrações Públicas passaram de uma Capacidade de 0,7% para 0,9% do PIB.

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No 1º trimestre de 2025, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 10,6 % do PIB.

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No 1º trimestre de 2025, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 5,7 % do PIB.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de março a maio de 2025, as exportações de bens registaram uma diminuição de 1,1% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 7,6% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 2269,4 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de maio de 2025, as exportações de bens aumentaram 2,5% e as importações de bens aumentaram 12,1%.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em maio de 2025, as exportações aumentaram 5,2% e as importações cresceram 17,3% face a maio de 2024 (respetivamente -3,3% e 5,2% em abril de 2025).

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No período de março a maio de 2025, a taxa de cobertura total foi de 69,9%, correspondendo a um decréscimo de 6,2 pp face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 65,3%, no Comércio Extracomunitário foi de 85,1% e na Zona Euro foi de 63,5%.

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Em maio de 2025, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -3217,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Fornecimentos Industriais com um valor de -1217,6 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -2090,0 milhões de euros.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em junho de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,4%, valor superior em 0,1 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,4%, aumentando 0,2 pp face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,1%, o que compara com uma variação de 0,3% no mês anterior e de 0,0% em junho de 2024.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,3% (2,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,4%, (2,4% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, aumentando 0,4 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a junho de 2025, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,1 pp à da área do Euro (em maio, a taxa em Portugal tinha sido inferior à da área do Euro em 0,2 pp.

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(Gráfico: INE)

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The Firm as Tax Shelter: Micro Evidence and Aggregate Implications of Consumption Through the Firm

I present evidence that firms serve as tax-free consumption vehicles. Drawing on a unique combination of data from an electronic invoicing program in Portugal (e-Fatura), I show that individuals who control firms shift 36% of their monthly personal expenditures to firms and 31% of their household expenditures. The effects are driven by owner-managers of small closely held firms through expenditure categories on the border between business and final consumption but are widespread among business managers across the whole income distribution. My results suggest that the government revenue losses due to consumption through the firm amount to 1% of GDP. Reallocating the tax savings and personal expenditures hidden within firms to the reported household income of business managers increases the Gini by one percentage point and the top 1% income share by half a percentage point.

The Firm as Tax Shelter: Micro Evidence and Aggregate Implications of Consumption Through the Firm.pdf

Apresentação 107.º Seminário GEE/GPEARI – The Firm as Tax Shelter: Micro Evidence and Aggregate Implications of Consumption Through the Firm.pdf

Estatísticas do Turismo – INE

Em 2024, estima-se que o número de chegadas de turistas não residentes a Portugal tenha atingido 29,0 milhões, correspondendo a um acréscimo de 9,3% face a 2023 (+19,2% no ano anterior). O mercado espanhol manteve-se como principal mercado emissor de turistas internacionais (quota de 24,7%), tendo crescido 7,5% face ao ano anterior. O mercado do Reino Unido (12,0% do total) manteve-se como o segundo principal mercado emissor, aumentando 4,5%, seguido pelo mercado francês (11,6% do total), que cresceu 2,3%.

A generalidade dos meios de alojamento turístico registou 34,0 milhões de hóspedes que proporcionaram 88,3 milhões de dormidas em 2024, correspondendo a aumentos de 4,8% e 3,8%, respetivamente. O mercado interno gerou 32,3% das dormidas em 2024, 28,5 milhões, mais 1,7% do que no ano anterior. Os mercados externos deram origem a 59,8 milhões de dormidas, refletindo um crescimento anual de 4,8%.

As dormidas de não residentes representaram 67,7% das dormidas na generalidade dos meios de alojamento em 2024, tendo este sido o ano, desde 2013, em que se observou uma maior dependência dos mercados internacionais, apenas superado pelo ano de 2017, em que estes mercados totalizaram 67,8% do total. Face a 2023, assistiu-se a um aumento de 0,7 p.p. da dependência de mercados externos, em termos de dormidas.

A taxa de sazonalidade diminuiu para 36,6% e atingiu o valor mais baixo desde 2013. Este indicador foi mais elevado nos residentes (40,9%) do que nos não residentes (34,5%), embora diminuindo em ambos.

As deslocações turísticas dos residentes atingiram 22,9 milhões, recuando 3,2%, em resultado da dinâmica das viagens em território nacional, que diminuíram 4,7% face ao ano anterior, atingindo 19,5 milhões. Pelo contrário, as deslocações para o estrangeiro aumentaram 6,2% em comparação com 2023, alcançando 3,4 milhões em 2024.

Em 2024, a despesa média por turista em cada viagem teve um acréscimo de 14,1% face ao valor de 2023, fixando-se em 276,6 euros. Nas deslocações domésticas, os residentes gastaram, em média, 176,7 euros por turista/viagem, +7,5% que em 2023. Nas deslocações para o estrangeiro, o gasto médio por turista/viagem cresceu 14,6% em 2024, tendo atingido 843,8 euros.

(Tabela: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em maio de 2025, variações homólogas de -0,3% e 5,3%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,1 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,4% no mês de abril de 2025), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,6 p.p. em relação ao mês anterior (5,9% em abril de 2025).

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro 2025.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em maio de 2025, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 0,3%, aumentando 3,8 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de abril de 2025 (-3,5% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 1,6% e 0,2%, após terem registado variações de 0,3% e -0,9% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 9,4% e -8,8%, após terem registado variações de 2,7% e -16,3% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em maio de 2025, uma variação homóloga de -1,4%, aumentando 6,3 pp em comparação com o mês anterior (-7,7%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 2,0 pp em termos homólogos (1,3% em maio de 2025 face aos -0,7% registados em abril de 2025).

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