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Comércio a Retalho – Eurostat

Em maio de 2025, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,7% na Zona Euro e 0,8% na UE27, face ao mês anterior. Em abril de 2025, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,3% na Zona Euro e 0,8% na UE27.

Portugal registou um aumento de 2,1% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,8% em abril de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para maio de 2025, os maiores aumentos foram registados em Portugal (2,1%), Bulgária (2,0%) e Chipre (1,0%). As maiores diminuições foram observadas na na Suécia (-4,6%), na Bélgica (-2,5%) e na Estónia (-2,2%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 1,8% na Zona Euro e aumentou 1,9% na UE27, em maio de 2025.

Portugal registou um aumento homóloga de 4,6%, após ter registado um aumento homólogo de 3,1% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para maio de 2025, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados em Chipre (7,9%), Bulgária (7,2%) e Luxemburgo (6,3%). As maiores diminuições foram observadas na Finlândia (-2,2%), Letónia (-1,9%) e Suécia (-1,8%).

(Gráfico: Eurostat)

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de maio de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 3,74%, diminuindo 0,34 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 3,49% e 3,58% em abril para 3,35% e 3,31% em maio, respetivamente.

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Em maio de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,33 pp (pontos percentuais), de 4,10% para 3,77%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 4,32% e 3,88%, respetivamente, após terem registado valores de 4,64% e 4,27% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou para 3,60%, o que compara com 3,81% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de maio de 2025, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 1,33%, diminuindo 0,14 pp face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 2,41 pp.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 1,99% e 2,08% em maio de 2025, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,36 pp e 1,23 pp, respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Estatísticas das Empresas da Central de Balanços – Banco de Portugal

No 1º trimestre de 2025, a rendibilidade das empresas ― medida pelo rácio entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos (EBITDA) e o total do ativo ― foi de 9,3% (9,4% no 4º trimestre de 2024 e 9,5% no período homólogo).

A rendibilidade do ativo das empresas privadas diminuiu 0,3 pp relativamente ao período homólogo, para 9,3%.

Os sectores das sedes sociais e da eletricidade, gás e água foram os sectores com maior redução na rendibilidade do ativo (-1,5 pp e -1,8 pp respetivamente). Nas sedes sociais, a diminuição foi justificada pela incorporação de menores resultados das subsidiárias comparativamente com o período homólogo. Na eletricidade, gás e água, acresceu o efeito do aumento dos custos de produção (gás e eletricidade).

A rendibilidade das empresas dos sectores dos transportes e armazenagem e da construção aumentou em relação ao trimestre homólogo (+1,4 pp e +1,0 pp, respetivamente). Para o crescimento registado nos transportes e armazenagem contribuiu o aumento do EBITDA das atividades de tráfego aeroportuário. Na construção, a subida refletiu a melhoria generalizada do EBITDA do sector.

A rendibilidade das empresas públicas foi de 7,1% (+0,4 pp do que no período homólogo).

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A autonomia financeira das empresas, medida pelo peso do capital próprio no total do ativo, não se alterou em relação ao 4º trimestre de 2024, fixando-se em 45,6% no 1º trimestre de 2025 (44,1% no período homólogo).

No final do 1º trimestre de 2025, a autonomia financeira das empresas privadas era de 45,8%. Em comparação com o período homólogo, este indicador aumentou em todos os sectores, com exceção das sedes sociais. A subida foi mais acentuada no sector do eletricidade, gás e água (+2,3 pp).

O aumento da autonomia financeira reflete a retenção de resultados por parte das empresas. Por classe de dimensão, o crescimento foi mais acentuado nas pequenas e médias empresas (PME). A autonomia financeira das PME aumentou 1,9 pp relativamente ao trimestre homólogo, para 46,3%. Nas grandes empresas, o acréscimo foi de 1,1 pp, para 40,9%.

A autonomia financeira das empresas públicas cresceu de 37,1%, no final do 1º trimestre de 2024, para 37,7% no final do 1º trimestre de 2025.

Para o total das empresas, o peso dos financiamentos obtidos no total do ativo diminuiu para 26,8% no final do 1º trimestre de 2025 (27,6% no trimestre homólogo). Esta descida reflete a redução continuada dos empréstimos contraídos junto do sector financeiro e junto de empresas do grupo. O decréscimo deste indicador foi transversal a todas as classes de dimensão e a todos os sectores, com exceção das sedes sociais e da eletricidade, gás e água. Em ambos os sectores se observou um aumento do financiamento por títulos de dívida.

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O custo dos financiamentos obtidos reduziu-se pelo segundo trimestre consecutivo, para 4,7%. Esta redução refletiu a tendência de descida das taxas de juro, que se iniciou em meados de 2024, e foi transversal a todos os sectores de atividade e classes de dimensão. Relativamente ao período homólogo, o custo dos financiamentos obtidos não se alterou.

A cobertura dos gastos de financiamento das empresas (medida de pressão financeira que quantifica o número de vezes que o EBITDA gerado pelas empresas é superior aos seus gastos de financiamento) aumentou, em termos homólogos, de 7,1 para 7,2. Este aumento foi transversal à maioria dos sectores, com exceção dos sectores das indústrias, eletricidade, gás e água e das sedes sociais, em que a cobertura dos gastos de financiamento se reduziu, devido à diminuição do EBITDA.

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em maio de 2025, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal diminuíram 0,2 pp (pontos percentuais), de 4,19% em abril para 3,99%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro diminuíram 0,33 pp em comparação com o mês precedente, fixando-se em 3,77%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,06 pp, registando um valor de 4,18%. 

Entre abril e maio de 2025, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros diminuíram 0,40 pp e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,21 pp, fixando-se em 3,87% e 3,60%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,11 pp entre abril e maio de 2025, fixando-se em 2,96%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo diminuíram 0,18 pp, fixando-se em 8,85%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,03 pp entre abril e maio de 2025, fixando-se em 3,82%.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em maio de 2025, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 6 007 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 22,7% (mais 22,4 pontos percentuais, pp, face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 38,8% (mais 42,5 pp quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 11,9% (mais 8,9 pp face a abril de 2025).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 26 520 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 11,3%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 11 139 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 15,2% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 15 381 milhões de euros, atingindo os 8,7% de variação homóloga acumulada.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 29 de junho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 26 de junho de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -0,7% (VH), que compara com 1,1% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Taxa de Desemprego – Eurostat

Em maio de 2025, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,3%, mantendo-se constante em relação à percentagem registada no mês anterior (6,3%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 0,1 pp (6,4%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em maio de 2025, situou-se em 10,8%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior (10,9%) e apresentou uma variação de -0,7 p.p. face ao verificado no período homólogo (11,5%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em maio de 2025, se tenha situado em 6,3%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior (6,2%) e diminuindo 0,1 pp em termos homólogos (6,4%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 5,9%, estabilizando relativamente ao mês anterior.

Em maio de 2025, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 19,5%, permanecendo constante em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 3,9 pp (23,4%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,3%, mantendo-se constante relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 25,4%, em maio de 2025, diminuindo 0,2 pp face ao mês anterior e registando uma variação de -1,4 p.p. face ao verificado no período homólogo (26,8%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 9,7%, estabilizando em relação ao mês de abril de 2025 (9,7%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em maio de 2025, nos 14,4%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,5%, aumentando 0,1 pp em relação a abril de 2025. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 14,8%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,1%, mais 0,1 pp que o mês anterior.

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Taxa de Desemprego – Eurostat

Em maio de 2025, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,3%, mantendo-se constante em relação à percentagem registada no mês anterior (6,3%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 0,1 pp (6,4%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em maio de 2025, situou-se em 10,8%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior (10,9%) e apresentou uma variação de -0,7 p.p. face ao verificado no período homólogo (11,5%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em maio de 2025, se tenha situado em 6,3%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior (6,2%) e diminuindo 0,1 pp em termos homólogos (6,4%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 5,9%, estabilizando relativamente ao mês anterior.

Em maio de 2025, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 19,5%, permanecendo constante em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 3,9 pp (23,4%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,3%, mantendo-se constante relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 25,4%, em maio de 2025, diminuindo 0,2 pp face ao mês anterior e registando uma variação de -1,4 p.p. face ao verificado no período homólogo (26,8%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 9,7%, estabilizando em relação ao mês de abril de 2025 (9,7%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em maio de 2025, nos 14,4%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,5%, aumentando 0,1 pp em relação a abril de 2025. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 14,8%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,1%, mais 0,1 pp que o mês anterior.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de junho de 2025, foram matriculados 26.356 veículos, o que representa um aumento homólogo de 7,3%. A categoria de Veículos Pesados apresentou uma diminuição de 49,2% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 14,8% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de -21,9%.

Entre janeiro e junho de 2025 foram matriculados 143.012 veículos, o que representa um aumento homólogo de 4,2%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um decréscimo de 17,6% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 6,5% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um decréscimo de 6,5% (VHA).

De janeiro a junho de 2025, registaram-se 124 018 matrículas de veículos ligeiros de passageiros, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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Can’t Buy Me Home – Beliefs, Facts, and Policy in the Housing Affordability Crisis

Our study investigates public opinion on the housing affordability crisis in Portugal through a nationally representative survey combined with an information provision experiment. Participants were asked to identify perceived causes of rising housing prices, assess their factual knowledge of the housing market and sociodemographic trends, and indicate their preferred policy solutions, carefully framed to reflect trade-offs. Half of the respondents were randomly assigned to receive official statistical information on these trends before indicating their policy preferences. The findings reveal significant heterogeneity in beliefs about the causes of the crisis, pervasive misperceptions regarding market trends, and a limited impact of information provision on policy preferences. These results underscore the challenges of addressing housing policy through informational interventions alone and highlight the need for strategies that integrate behavioral and contextual factors to foster informed public engagement.

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