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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em setembro de 2025, foi estimada em 5.286,7 mil pessoas, aumentando 0,2% face ao mês anterior (9,4 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 65,7%, tendo aumentado 0,1 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior (revista em alta de 65,4% para 65,6%).

A população desempregada, estimada em 337,2 mil pessoas, aumentou 1,3% em relação ao valor registado para o mês anterior (4,3 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,0%, tendo aumentado 0,1 pp em relação ao mês anterior (revista em baixa de 6,1% para 5,9%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 18,1%, tendo diminuído 0,7 pp em relação ao mês anterior. A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,1% e aumentou 0,1 pp em relação ao mês anterior.

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Em setembro de 2025, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 65,9% (65,9% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,0% (5,8% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens relativa ao 3º trimestre de 2025 indica um ligeiro decréscimo de 0,1% nas exportações e um acréscimo de 5,2% nas importações, em termos nominais e face ao período homólogo. Quando excluídas as transações TTE1, ou seja, as transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda (sem transferência de propriedade), a variação das exportações foi nula e o acréscimo nas importações foi menos expressivo, +3,0%.

Em comparação com o trimestre anterior, observa-se uma ligeira melhoria da evolução das exportações, que no 2º trimestre haviam registado um decréscimo de 1,2% (-1,6% sem TTE). As importações de bens cresceram pelo sexto trimestre consecutivo, mantendo, contudo, uma trajetória de abrandamento face ao trimestre anterior, cuja variação homóloga fora de +6,5%. No entanto, quando excluídas as TTE, as importações evidenciam uma aceleração do seu crescimento, tendo a variação no 2º trimestre sido +2,1%.

(Gráfico: INE)

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em setembro de 2025, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 74,2 mil milhões de euros, aumentando 280 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 4,2% (4,0% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 141,3 mil milhões de euros, registando uma TVA de 8,6% (8,2% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 12,6% (12,7% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de 3,8% (3,4% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -1,1% (-2,1% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de 0,9% (0,7% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 8,9%, aumentando 0,5 pp em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 6,7%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 9,2%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em setembro de 2025 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,16% (1,18% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,97% para 1,94%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,75% (0,77% no mês precedente).

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Em setembro de 2025, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,1%) e no Norte (30,8%).

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Em setembro de 2025, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,6% (3,6% no mês anterior).

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em setembro de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 995 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,5% face ao mês anterior e a um aumento de 17,7% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2 307 euros/m2, registando um aumento de 1,7% em relação ao mês anterior e um aumento 22,6% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 459 euros/m2, aumentando 2,0% face ao mês precedente e aumentando 12,1% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,4%); Centro (1,9%); Oeste e Vale do Tejo (1,8%); Grande Lisboa (1,2%); Península de Setúbal (2,2%); Alentejo (2,7%); Algarve (1,8%); Região Autónoma dos Açores (2,9%) e Região Autónoma da Madeira (1,1%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (16,8%); Centro (13,8%); Oeste e Vale do Tejo (22,3%); Grande Lisboa (20,3%); Península de Setúbal (25,9%); Alentejo (17,8%); Algarve (17,1%); Região Autónoma dos Açores (12,9%) e Região Autónoma da Madeira (18,0%).   

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The Impact of Cohesion Policy (2014–2020) on Economic Growth in Portugal

This paper investigates the impact of the 2014-2020 EU Cohesion Policy on regional economic growth in Portugal. Using a difference-in-differences approach combined with an event study framework, we exploit the variation in treatment across NUTS II regions to estimate both average and dynamic treatment effects on GDP per capita. The analysis reveals that treated regions experienced a statistically significant and economically meaningful increase in GDP per capita relative to control regions, with effects intensifying over time. Robustness checks – including placebo tests, exclusion of structural distinct regions, and specifications with relevant socioeconomic controls – support the validity of the identification strategy and the stability of the results. These findings contribute to the literature on EU regional policy effectiveness and underscore the role of targeted public investment in promoting economic convergence within member states.

The Impact of Cohesion Policy (2014–2020) on Economic Growth in Portugal

Apresentação 109.º Seminário GEE/GPEARI – The Impact of Cohesion Policy (2014–2020) on Economic Growth in Portugal.pdf

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 19 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada nas semanas anteriores. Em 16 de outubro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -0,8% (VH), que compara com 0,1% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em agosto de 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 857,0 mil milhões de euros, dos quais 381,6 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 475,4 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 307,7 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 167,7 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu/ aumentou 3,2 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 2,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 0,2 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 1,0 mil milhões de euros.

Relativamente a agosto de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 40,9 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 22,9 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 18,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 6,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 11,6 mil milhões de euros.

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Em agosto de 2025, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,5%, mais 0,2 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 7,3% para 7,4%, atingindo um novo máximo histórico desde o início da série (dezembro 2008).

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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REPLAN realiza encontro sobre Avaliação de Políticas Públicas a 26 de novembro

No próximo dia 26 de novembro, realiza-se na sede do IAPMEI, em Lisboa, o encontro “Avaliação de Políticas Públicas: das boas práticas a uma Agenda Nacional”, cujo programa será divulgado em breve.

Organizado pela EMA – Equipa Multissetorial de Avaliação da REPLAN – Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública, nomeadamente pela sua coordenação (GEE – Gabinete de Estratégia e Estudos, AD&C – Agência para o Desenvolvimento e Coesão, PLANAPP – Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas) e pelo GPEARI – Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério das Finanças, este encontro pretende reunir profissionais da Administração Pública, da academia e todos os demais profissionais com prática ou interesse na avaliação de políticas, promovendo a partilha de experiências, metodologias e boas práticas.

Além da troca de conhecimentos, o evento será também palco para a divulgação de recursos desenvolvidos para apoiar a institucionalização da avaliação e para apresentar o contributo de uma Agenda Nacional de Avaliação de Políticas Públicas nesse processo.

Este encontro contará ainda com contributos de investigadores, técnicos, professores e estudantes que aceitaram o desafio lançado através da ‘calll for papers’, submetendo propostas de comunicações ou posters, que serão apresentados e debatidos em painéis temáticos, moderados por representantes da EMA – Equipa Multissetorial de Avaliação da REPLAN.

Para conhecer mais sobre a Agenda Nacional de Avaliação e o seu projeto-piloto, atualmente em curso no Ministério da Educação, Ciência e Inovação, recomenda-se a consulta do site do PLANAPP.

Défice e Dívida Geral das Administrações Públicas – 2ª Notificação – Eurostat

Segundo a 2ª notificação do Eurostat, em 2024, Portugal apresentou um excedente orçamental de 0,5% do PIB e uma dívida pública de 93,6% do PIB (270.881 milhões de euros).

A Zona Euro registou, em 2024, um défice de 3,1% e uma dívida pública de 87,1% do PIB. A UE27 registou, no mesmo período, um défice de 3,1% e uma dívida pública de 80,7% do PIB.

Em 2024, todos os Estados-Membros, exceto a Dinamarca (+4,5%), Chipre (+4,1%), a Irlanda (+4,0%), a Grécia (+1,2%), o Luxemburgo (+0,9%) e Portugal (+0,5%) que tiveram excedentes, reportaram um défice. Os défices mais elevados foram registados na Roménia (-9,3%), Polónia (-6,5%), França (-5,8%) e Eslováquia (-5,5%). Doze Estados-Membros registaram défices iguais ou superiores a 3% do PIB.

Relativamente à dívida pública, No final de 2024, os rácios mais baixos da dívida pública em relação ao PIB foram registados na Estónia (23,5%), Bulgária (23,8%), Luxemburgo (26,3%), Dinamarca (30,5%), Suécia (34,0%) e Lituânia (38,0%). Doze Estados-Membros apresentavam rácios da dívida pública superiores a 60% do PIB, sendo os mais elevados registados na Grécia (154,2%), Itália (134,9%), França (113,2%), Bélgica (103,9%) e Espanha (101,6%).

(Tabela: Eurostat)

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