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Atividade Turística – INE

Em abril de 2025, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 7,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 9,2% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,1 milhões de dormidas (7,7%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,0 milhões de dormidas (13,1%, VH).

De janeiro a abril de 2025, a hotelaria registou 20,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (2,7%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 6,3 milhões de dormidas (6,3%, VHA) e os não residentes representam 14,2 milhões de dormidas (1,2%, VHA).

Em abril de 2025, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 571,1 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 12,6%.

Em termos regionais (NUTS II), em abril de 2025, destacam-se as regiões do Centro (29,4%), do RA Madeira (22,2%) e do RA Açores (18,0%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a abril de 2025, foram registados 1526,4 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 7,5%.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 2,3% em maio de 2025, taxa superior em 0,2 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado também uma variação de 2,3% (2,1% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 0,1% (-0,1% em abril de 2025) e a variação do índice referente aos produtos alimentares não transformados para 4,1% (3,3% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,4% (0,7% em abril e 0,2% em maio de 2024).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (valor idêntico no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 1,7% (2,1% no mês precedente).

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Contas Nacionais Trimestrais – INE

No 1º trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma variação homóloga de 1,6%, taxa inferior em 1,2 pontos percentuais (pp) à observada no trimestre precedente. Comparando com o 4º trimestre de 2024, o PIB diminuiu 0,5% em volume, após um crescimento de 1,4% no trimestre anterior.

O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu ligeiramente, passando de 3,6 pp no 4º trimestre para 3,5 pp, refletindo a desaceleração do consumo privado.

Em sentido oposto, o Investimento acelerou, refletindo o aumento expressivo do contributo da Variação de Existências para a variação homóloga do PIB, traduzindo um efeito de reposição de stocks após a diminuição observada no trimestre anterior.

O contributo negativo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB acentuou-se no 1º trimestre, observando-se uma acentuada desaceleração das Exportações de Bens e Serviços e uma ligeira aceleração das Importações de Bens e Serviços.vAs Exportações aumentaram 1,5% (VH) em volume e as Importações aumentaram 5,7% (VH).

No 1º trimestre de 2025, o excedente externo de bens e serviços fixou-se em 0,7% do PIB, o que compara com 1,5% no trimestre anterior e 2,4% no trimestre homólogo.

Relativamente à evolução homóloga do VAB dos sectores de atividade e ao seu contributo para a variação do PIB, o sector com o maior contributo foi o do Transportes e Comunicações que apresentou um crescimento homólogo de 3,2%, contribuindo com 0,3 pp para a variação homóloga do PIB.

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A produtividade real do trabalho registou uma variação homóloga de 0,1%, enquanto o Emprego aumentou 1,5% em relação ao trimestre homólogo.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 25 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 22 de maio de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -0,8% (VH), que compara com 0,6% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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2025 RSA Annual Conference: Sessão “Can Europe bridge the Innovation gap while ensuring territorial equity?”

The Session aims to explore the interplay between industrial and territorial policies, as well as the role of research and innovation (R&I) funding instruments in reducing the innovation divide in the EU.

The Draghi report offers an in-depth analysis of the EU’s innovation gap with the US and China, proposing a novel framework with strengthened industrial policies to address this challenge. However, the EU innovation’s landscape is characterized by significant territorial disparities, meaning that any effort to close these gaps will have substantial spatial implications. This session aims to explore this issue by examining, in particular, the interplay between industrial and territorial policies and the role of Research and Innovation (R&I) instruments and policies. The EU plays a crucial role in supporting innovation, mainly through the Commission’s Framework Programme for Research and Innovation, the European Structural and Investment Funds (ESIF) and, more recently, the Recovery and Resilience Facility (RRF). Nevertheless, the spatial distribution of these efforts remains highly uneven, reflecting varying allocation criteria and the disparate innovation capacities of recipient regions (Molica and Santos, 2024).

At a time when Europe faces an urgent need to strengthen its innovation capacity to stay competitive globally and achieve policy objectives such as the twin green and digital transitions, critical questions emerge regarding the new scope and objectives of EU R&I instruments.

For example: Do EU funds effectively contribute to narrowing Europe’s innovation gap, and to what extent? Can territorial equity and economic efficiency be successfully reconciled within EU R&I investments? How do local factors influence the allocation and impact of EU R&I funds (Dotti and Spithoven, 2018)? Are existing policy frameworks (e.g., Smart Specialization Strategies) effective in directing R&I efforts towards the right objectives (D’Adda et al., 2022)?
These questions are particularly relevant as discussions on the future of the EU’s long-term budget are in full swing. With this in mind, the session aims to facilitate an exchange of views between academics and policy makers.

2025 RSA Annual Conference: Sessão “Can Europe bridge the Innovation gap while ensuring territorial equity?”

Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em maio de 2025, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 105,8 pontos, o que compara com o valor de 101,6 pontos verificado em abril de 2025.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores dos Serviços (de 2,9 para 12,0) e Construção (de 2,6 para 4,0), ao contrário do Comércio a Retalho (de 2,0 para 1,8), e tendo a da Indústria mantido o valor nos -4,6 pontos. Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -20,3 para -15,9.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 0,6 pontos na União Europeia (de 94,6 pontos em abril para 95,2 pontos em maio), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 1,0 pontos (de 93,8 pontos em abril para 94,8 pontos em maio).

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Investimento Direto Estrangeiro – Banco de Portugal

No 1º trimestre de 2025, as transações de IPE totalizaram 1,3 mil milhões de euros (1,9 mil milhões de euros no período homólogo). Numa perspetiva de contraparte imediata, destacou-se o investimento realizado em entidades residentes em países europeus, em particular, nos Países Baixos (0,8 mil milhões de euros), em Espanha (0,2 mil milhões de euros) e na Alemanha (0,1 mil milhões de euros).

(Gráfico: Banco de Portugal)

No 1º trimestre de 2025, as transações de IDE totalizaram -1,1 mil milhões de euros (0,7 mil milhões no período homólogo), devido sobretudo à redução da dívida de entidades residentes perante empresas não residentes do mesmo grupo económico (-1,2 mil milhões de euros).

Numa perspetiva de contraparte imediata, a redução do IDE deveu-se principalmente ao continente europeu, destacando-se a redução de investimento proveniente de Espanha (-3,1 mil milhões de euros), que foi parcialmente compensada por aumentos do investimento do Luxemburgo (0,4 mil milhões de euros), da Bélgica (0,3 mil milhões de euros) e de França (0,3 mil milhões de euros).

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(Gráfico: Banco de Portugal)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em abril de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1866 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,0% face ao mês anterior e a um aumento de 16,9% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2105 euros/m2, registando um aumento de 1,6% em relação ao mês anterior e um aumento 19,0% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1385 euros/m2, aumentando 1,2% face ao mês precedente e aumentando 11,0% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,7%); Centro (1,4%); Oeste e Vale do Tejo (1,7%); Grande Lisboa (2,3%); Península de Setúbal (2,4%); Alentejo (-0,7%); Algarve (1,9%); Região Autónoma dos Açores (1,4%) e Região Autónoma da Madeira (2,7%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (16,7%); Centro (12,8%); Oeste e Vale do Tejo (15,0%); Grande Lisboa (19,1%); Península de Setúbal (19,8%); Alentejo (7,6%); Algarve (17,8%); Região Autónoma dos Açores (7,1%) e Região Autónoma da Madeira (22,0%).   

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em maio de 2025, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,2 para 2,5 (%, vcs).

Entre abril e maio de 2025, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 2,1 para 12,0 e o do Comércio diminuiu de 3,2 para 1,9. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -5,0 para -4,6 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 2,9 para 4,8. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -16,0 (sre, ve), em maio de 2025 (-20,6 em abril de 2025).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em março de 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 825,1 mil milhões de euros, dos quais 365,3 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 459,8 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 298,4 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 161,4 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 4,6 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 2,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um acréscimo de 2,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 1,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 1,1 mil milhões de euros.

Relativamente a março de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 22,6 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 11,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 11,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 3,8 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 7,4 mil milhões de euros.

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Em março de 2025, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,3%, mais 0,8 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 4,5% para 5,1%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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