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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 11 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 8 de maio de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 0,3% (VH), que compara com -4,1% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Atividade Turística – INE

O sector do alojamento turístico registou 5,7 milhões de hóspedes e 13,4 milhões de dormidas no 1º trimestre de 2025, correspondendo a variações homólogas de 2,3% e de -0,5%, respetivamente (6,6% e 4,6%, pela mesma ordem, no 4.º trimestre de 2024).

Os mercados externos foram dominantes, 67,9% do total, o valor mais baixo desde o 3º trimestre de 2022 (65,7% do total), totalizando 9,1 milhões (-2,3% VH). As dormidas de residentes aumentaram 3,6% (VH) para 4,3 milhões.

No 1º trimestre, a RA Madeira foi a região que apresentou, em termos de dormidas, maior dependência dos mercados externos (85,2% do total), seguida pelo Algarve (81,2%). Em sentido contrário, no Centro e Alentejo, as dormidas de não residentes apresentaram menor expressão nos totais regionais (24,3% e 31,2%, respetivamente).

A Grande Lisboa foi a região que concentrou maior número de dormidas no 1º trimestre de 2025 (28,3% do total), seguida do Algarve (18,6% do total) e do Norte (18,0%). As dormidas concentraram-se mais no Norte (24,0% do total), enquanto as dos não residentes ocorreram, principalmente, na Grande Lisboa (32,9% do total).

Os proveitos totais atingiram 956,0 milhões de euros e os relativos a aposento totalizaram 699,5 milhões de euros, o que se traduziu em acréscimos homólogos de 4,8% e 4,3%, respetivamente (11,7% e 12,1% no trimestre anterior).

Importa assinalar que os resultados do 1º trimestre foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Pascoa, que ocorreu este ano em abril, enquanto no ano anterior se concentrou, essencialmente, em março.

(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em março de 2025, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,8% e 7,9%, respetivamente. No mês de fevereiro de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,0% e 8,3%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,2% no Índice de Emprego e de 10,3% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em março de 2025, um valor de 112,8 pontos, aumentando 0,9 pontos relativamente ao mês precedente (111,9 pontos em fevereiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 135,9 pontos em março de 2025, aumentando 5,9 pontos em relação ao mês anterior (130,0 pontos em fevereiro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em março de 2025, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 1,3%, inferior em 0,7 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (2,0%).

Esta desaceleração foi comum a ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 2,3%, taxa 0,7 p.p. inferior à registada em fevereiro;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 0,6% em fevereiro, para uma redução de 0,3% no mês

em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,1 pp face ao mês anterior, fixando-se em 2,0% (1,9% em fevereiro de 2025).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 108,7 pontos em março de 2025, diminuindo 4,8 pontos em relação ao mês precedente (113,6 pontos em fevereiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 112,9 pontos em fevereiro para 108,0 em março e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 114,6 pontos em fevereiro para 109,9 pontos em março.

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 1º trimestre de 2025, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 4,0% (8,7% no 4º trimestre de 2024). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 4,0% e os outros custos aumentaram 4,0%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 4,5%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 2,6%.

(Gráfico: INE)

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Sailing through Troubled Waters: Evidence from the APOIAR Program

We exploit the assignment mechanism of the APOIAR Program, a targeted initiative aimed at supporting the firms most affected during the COVID-19 pandemic, to provide causal evidence on the impact of grants on firm survival and performance in times of crisis. Using sharp and fuzzy regression discontinuity designs and drawing on a combination of administrative datasets, we find that eligible firms experienced a short-term increase in profitability in 2021, with €1 of support increasing net income by €0.658. However, these effects did not persist in 2022, and we found no significant changes in turnover or cost reduction, indicating that the increase in profitability was mechanically due to the subsidy. Firms allocated part of the grant to rental payments and purchases of office supplies, including modest investments in digitalization. Our findings suggest that these funds were particularly important for ex-ante less productive and more indebted firms.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em março de 2025, variações homólogas de 3,1% e 8,4%, respectivamente, o que compara com 4,0% e 8,7% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em março de 2025, valores de 125,4 pontos e 151,5 pontos, o que compara com 124,4 pontos e 145,3 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em março de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 0,9%, inferior em 3,7 pp (pontos percentuais) ao valor registado em fevereiro de 2025 (4,6%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 152,1 pontos em março de 2025, diminuindo 2,9 pontos em relação ao mês precedente (155,0 pontos em fevereiro de 2025).

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em abril de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, valor superior em 0,2 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,1%, aumentando 0,2 pp face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,7%, o que compara com uma variação de 1,4% no mês anterior e de 0,5% em abril de 2024.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,4% (2,4% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,5%, (2,5% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, diminuindo 0,2 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a abril de 2025, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,1 p.p. à da área do Euro (em março, esta diferença foi de 0,3 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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