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Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat

Segundo o Eurostat, no 4º trimestre de 2024, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro situou-se em 87,4% (88,1% no 3º trimestre de 2024) e na UE situou-se em 81,0% (81,6% no 3º trimestre de 2024). Em relação ao período homólogo (4º trimestre de 2023) registou-se um aumento de 0,1 p.p. (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e um aumento de 0,2 p.p. na UE.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 94,9% (97,1% no 3º trimestre de 2024 e 97,7% no 4º trimestre de 2023).

Entre os Estados Membros, os que se destacaram com maiores rácios de Dívida Pública (em percentagem do PIB), no 4º trimestre de 2024, foram a Grécia (153,6%), Itália (135,3%), França (113,0%), Bélgica (104,7%) e Espanha (101,8%), Em contrapartida, a Estónia (23,6%), Bulgária (24,1%) e Luxemburgo (26,3%) apresentaram os rácios mais baixos de Dívida Pública.

(Gráfico: Eurostat)

Em relação ao trimestre anterior, oito Estados-Membros registaram um aumento no seu rácio dívida/PIB no final do 4º trimestre de 2024, dezoito registaram uma diminuição e o rácio permaneceu estável na Finlândia. Os maiores aumentos no rácio foram observados na Polónia (2,0 pontos percentuais – pp), Roménia e Suécia (ambas 1,6 pp), Malta (1,5 pp) e Países Baixos (1,2 pp). As maiores diminuições registaram-se na Grécia (-4,7 pp), Chipre (-4,1 pp), Espanha (-2,5 pp), Dinamarca (-2,3 pp), Portugal (-2,2 pp), Hungria (-2,1 pp) e Croácia (-2,0 pp).

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(Gráfico: Eurostat)

Em comparação com o trimestre homólogo, dezasseis Estados-Membros registaram um aumento no seu rácio dívida/PIB, no final do 4º trimestre de 2024, onze Estados-Membros registaram uma diminuição. Os maiores aumentos no rácio foram registados na Roménia (5,9 pp), Polónia (5,7 pp), Finlândia (4,5 pp), Eslováquia (3,6 pp), Estónia (3,4 pp), Áustria (3,3 pp) e França (3,2 pp). As maiores diminuições foram observadas na Grécia (-10,3 pp), Chipre (-8,6 pp), Croácia (-4,3 pp), Espanha (-3,3 pp), Portugal (-2,8 pp), Dinamarca (-2,5 pp) e Irlanda (-2,4 pp).

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(Gráfico: Eurostat)

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Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat

No 4º trimestre de 2024, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -3,2% do PIB (-2,8% no 3º trimestre de 2024 e -4,0% no 4º trimestre de 2023). O saldo da UE27 fixou-se em -3,4% do PIB (-3,0% no 3º trimestre de 2024 e -3,9% no 4º trimestre de 2023).

No 4º trimestre de 2024, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos -0,6% do PIB (0,3% no 3º trimestre de 2024 e -1,3% no 4º trimestre de 2023).

(Tabela: Eurostat)

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Défice e Dívida Geral das Administrações Públicas – 1ª Notificação – Eurostat

Segundo a 1ª notificação do Eurostat, em 2024 Portugal apresentou um superavit orçamental de 0,7% do PIB e uma dívida pública de 94,9% do PIB (270 723 milhões de euros).

A Zona Euro registou, em 2024, um défice de 3,1% e uma dívida pública de 87,4% do PIB. A UE27 registou, no mesmo período, um défice de 3,2% e uma dívida pública de 81,0% do PIB.

Em 2024, todos os Estados-Membros, exceto a Dinamarca (+4,5%), a Irlanda e Chipre (ambos +4,3%), a Grécia (+1,3%), o Luxemburgo (+1,0) e Portugal (+0,7%), reportaram um défice. Os défices mais elevados foram registados na Roménia (-9,3%), Polónia (-6,6%), França (-5,8%) e Eslováquia (-5,3%). Doze Estados-Membros registaram défices iguais ou superiores a 3% do PIB.

No final de 2024, os rácios mais baixos da dívida pública em relação ao PIB foram registados na Estónia (23,6%), Bulgária (24,1%), Luxemburgo (26,3%), Dinamarca (31,1%), Suécia (33,5%) e Lituânia (38,2%). Doze Estados-Membros apresentavam rácios da dívida pública superiores a 60% do PIB, sendo os mais elevados registados na Grécia (153,6%), Itália (135,3%), França (113,0%), Bélgica (104,7%) e Espanha (101,8%).

(Tabela: Eurostat)

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World Economic Outlook – FMI

No World Economic Outlook (WEO) divulgado hoje, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa de 2,0% para 2025 (revisão em baixa em 0,3 pontos percentuais (pp) face às previsões do WEO de outubro de 2024) e de 1,7% em 2026.

As previsões do FMI para a taxa de desemprego para Portugal são de 6,4% e 6,3% para 2025 e 2026, respetivamente (valor sem revisão para 2025, face às previsões do WEO de outubro de 2024).

Relativamente ao saldo da Balança Corrente em percentagem do PIB, o FMI prevê um valor de 1,7% e 1,5% para 2025 e 2026, respetivamente (2,3% para 2025 nas previsões de outubro). No que se refere à variação do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), o FMI prevê 1,9% para 2025 e 2,1% para 2026 (2,1% em 2025 nas previsões de outubro).

(Tabela FMI)

O FMI prevê, ainda, um crescimento real do PIB mundial de 2,8% em 2025 (valor revisto em baixa em 0,5 pp face ao update de janeiro de 2025) e de 3,0% em 2026.

As economias desenvolvidas deverão ter um aumento do PIB de 1,4% em 2025 (valor revisto em baixa em 0,5 pp em comparação com o update de janeiro) e um aumento de 1,5% em 2026.

Prevê para a Zona Euro um crescimento do PIB de 0,8% em 2025 (valor revisto em baixa em 0,2 pp face ao update de janeiro) e de 1,2% em 2026.

O crescimento do PIB previsto pelo FMI para os países emergentes é de 3,7% em 2025 (valor revisto em baixa em 0,5 pp face ao update de janeiro) e 3,9% em 2026.

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(Tabela: FMI)

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de março de 2025, inscreveram-se nos Centros de Emprego 46 064 pessoas, o que representa uma variação mensal de -4,6% e uma variação homóloga de 3,8%. Durante este mês, foram efectuadas 9 617 colocações, o que corresponde a um aumento de 32,3% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 15,7%.

No final do mês de março de 2025, estavam inscritos nos Centros de Emprego 329 521 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -2,7% (-9 214 pessoas) e a uma variação homóloga de 1,5% (4 905 pessoas).

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-12,5%) e os Açores (-2,2%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores descidas no desemprego registaram-se na região do Algarve (-17,2%) e Alentejo (-5,5%).

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em março de 2025, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,735%, registando uma diminuição de 0,095 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (3,830%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,048%, o que compara com 3,200% em fevereiro de 2025.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 70 065 euros, registando um aumento de 553 euros face ao mês anterior (69 512 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 398 euros em março de 2025, menos 2 euros que em fevereiro de 2025 e menos 5 euros que em março de 2024. Deste valor, 217 euros (55%) correspondem a pagamento de juros e 181 euros (45%) a capital amortizado. Em março de 2024, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em março de 2025, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 604 euros, o que equivale a uma diminuição de 18 euros relação ao mês anterior (622 euros).

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Indicadores de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico publicado pelo INE registou 2,4% em março de 2025, que compara com 2,7% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em fevereiro de 2025, registou o valor de 2,0% (VH), superior em 1,0 p.p. em relação ao mês anterior (1,0%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -14,3 (sre/ve), que compara com o valor de -13,7 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em março de 2025, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 0,7% (VH) e para os serviços foi de 3,4% (VH). Estes valores comparam com 1,4% (VH) e 3,8% (VH) registados no mês de fevereiro de 2025, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em março de 2025, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -1,4%, menos 1,2 pp face ao registado no mês anterior (-0,2%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -1,4%, menos 7,1 pp face à variação verificada no mês de fevereiro de 2025 (5,7%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de -2,4% e -1,2%, respetivamente, o que compara com as variações de -2,7% e -1,3%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 0,8% (1,3 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -2,1% em termos homólogos (-2,0% no mês anterior) e de 0,0% em termos mensais (0,1% em março de 2024).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 116,7 pontos em março de 2025, menos 1,5 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios aumentou 0,6 pontos para 115,7 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 10,1 pontos para 108,0 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento diminuiu 0,4 pontos face ao mês anterior para 111,5 pontos, enquanto os de Bens de Consumo passaram de 124,6 pontos em fevereiro para 125,2 em março.

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em março de 2025, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -1 804 milhões de euros, o que compara com um valor de 4 489 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 991 milhões de euros (875 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de março de 2025, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 303 117 milhões de euros, diminuindo 4902 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 6,6%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 46 019 milhões de euros, aumentando 938 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 16,3%.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 13 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na semana anterior. Em 10 de abril de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -1,6% (VH), que compara com -0,8% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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