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Indicadores Coincidentes – Banco de Portugal

Em março de 2025, o Indicador Coincidente Mensal da Atividade Económica variou 2,0% (variação homóloga, VH), aumentando 0,1 pontos percentuais (pp) relativamente ao mês anterior (1,9%, VH). No mês em análise, o Indicador Coincidente do Consumo Privado registou uma variação homóloga de 4,1%, mantendo-se inalterado face a fevereiro de 2025.

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em março de 2025, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 1,9%, inferior em 0,6 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 1,7% entre fevereiro e março de 2025.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,2%, diminuindo 0,1 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,5% (VH) em março de 2025, diminuindo em 0,2 p.p. face ao valor de fevereiro. A variação mensal do índice situou-se em 0,6% e 0,5% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,6% para Portugal, de 2,3% para a Zona Euro e 2,6% para a UE27.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de -2537 milhões de euros (1150 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 132 milhões de euros (163 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de 2669 milhões de euros, aumentando 3656 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a fevereiro de 2025, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de -1387 milhões de euros, que compara com 1529 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, a Balança Financeira registou um saldo de 34 milhões de euros, aumentando 5 milhões de euros em relação ao mês anterior.

De janeiro a fevereiro de 2025, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 62 milhões de euros, que compara com 1631 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 2,4% e de 5,6%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 3,6% para as exportações e de 3,1% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 97,8%. Ainda em fevereiro de 2025, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 0,4% e de 6,4%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,8% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 1,6%.

De janeiro a fevereiro de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 3,0% e de 4,3%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 100,8%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 0,6% e de 5,2%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 7,1% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 0,6%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 253 milhões de euros, diminuindo 282 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um saldo de -24 milhões de euros, diminuindo 517 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 235 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 277 milhões de euros.

Entre janeiro e fevereiro de 2025, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 788 milhões de euros, que compara com 1592 milhões de euros no período homólogo.

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Em fevereiro de 2025, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -159 milhões de euros, o que compara com -236 milhões de euros no mês precedente.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em fevereiro de 2025, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 1,1% na Zona Euro e 1,0% na UE, face ao mês anterior. Em janeiro de 2025, a produção industrial tinha registado variações de 0,6% na Zona Euro e de 0,1% na UE. Portugal registou um aumento de 4,8% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 5,1% em janeiro de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2025, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (10,8%), Bélgica (7,4%) e Luxemburgo (6,3%). As maiores diminuições foram registadas na Croácia (-3,9%), Grécia (-3,6%) e Roménia (-2,1%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 1,2% na Zona Euro e 0,6% na UE, em fevereiro de 2025. Portugal registou um aumento de 0,6%, após ter registado uma diminuição de 3,2% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2025, as maiores subidas foram registadas na Irlanda (38,8%), Lituânia (9,1%) e Luxemburgo (6,6%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Hungria (-8,0%), Bulgária (-4,7%) e Alemanha (-3,7%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito – Banco de Portugal

A avaliação da oferta e da procura refere-se ao 1º trimestre de 2025, por comparação com o trimestre anterior. As expectativas referem-se ao 2º trimestre de 2025.

Oferta:

  • • Critérios de concessão de crédito: sem alterações, no crédito a empresas e a particulares.
  • • Termos e condições do crédito: no crédito a empresas, ligeira diminuição da taxa de juro praticada e do spread aplicado nos empréstimos de risco médio (transversal à dimensão da empresa). No crédito à habitação, ligeira diminuição do spread aplicado nos empréstimos de risco médio e da restritividade associada ao rácio entre o valor do empréstimo e o valor da garantia (loan-to-value). Sem alterações no crédito ao consumo e outros fins.

Fatores: no segmento das empresas, a concorrência de outras instituições bancárias contribuiu ligeiramente para termos e condições menos restritivos. De igual modo, nos empréstimos para aquisição de habitação, este fator contribuiu ligeiramente para a redução do spread aplicado nos empréstimos de risco médio.

  • • Proporção de pedidos de empréstimo rejeitados: sem alteração no segmento das empresas e ligeiro aumento nos empréstimos a particulares, em ambos os segmentos de crédito.
  • • Expetativas: critérios de concessão de crédito ligeiramente menos restritivos tanto no crédito a empresas (para PME e em todas as maturidades dos empréstimos) como no crédito a particulares.

(Gráfico: Banco de Portugal)

Em abril de 2025, o Índice de difusão para a oferta de crédito foi de 0.

A oferta de crédito corresponde aos critérios de concessão reportados pelos bancos (calculado com base num inquérito aos cinco principais bancos portugueses). O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem critérios menos (mais) restritivos. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

Procura:

  • • Procura de empréstimos por parte de empresas: ligeiro aumento por PME e por empréstimos de longo prazo e, em sentido oposto, ligeira diminuição por grandes empresas.

Fatores: o nível geral das taxas de juro e, em menor grau, as necessidades de financiamento do investimento contribuíram para o aumento da procura. Em sentido contrário, o recurso à geração interna de fundos como fonte de financiamento alternativa contribuiu ligeiramente para diminuir a procura de empréstimos por empresas.

  • • Procura de empréstimos por parte de particulares: aumento da procura, sobretudo no segmento da habitação. Fatores: no segmento da habitação, o nível geral das taxas de juro, o regime regulamentar e fiscal do mercado da habitação e, em menor grau, a confiança dos consumidores contribuíram para o aumento da procura. No segmento do consumo e outros fins, a confiança dos consumidores contribuiu ligeiramente para o aumento da procura de empréstimos.
  • • Expetativas: ligeiro aumento da procura de empréstimos tanto por empresas (por empréstimos de longo prazo e transversal à dimensão das empresas) como por particulares.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

Em abril de 2025, o Índice de difusão para a procura de crédito foi de 0.

O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem uma redução (um aumento) da procura. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em março de 2025, uma variação homóloga de -0,7%, o que se traduz numa diminuição de 5,3 pp (pontos percentuais) face ao mês precedente (4,6%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 53,3 pontos, o que compara com 54,2 pontos no mês anterior e 53,7 pontos em março de 2024.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em fevereiro de 2025, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,4% e 7,9%, respetivamente. No mês de janeiro de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,0% e 9,0%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,5% no Índice de Emprego e de 10,1% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em fevereiro de 2025, um valor de 112,2 pontos, aumentando 1,1 pontos relativamente ao mês precedente (111,1 pontos em janeiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 129,1 pontos em fevereiro de 2025, aumentando 3,1 pontos em relação ao mês anterior (126,0 pontos em janeiro).

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