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Índice de Produção na Construção – INE

Em fevereiro de 2025, o Índice de Produção na Construção acelerou 0,3 pontos percentuais (pp), para um crescimento homólogo de 2,2% em fevereiro:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 4,3%, taxa 0,3 pp superior à registada em janeiro;

▪ A Engenharia Civil contraiu 1,0% (-1,2% no mês anterior).

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) equivalente face ao mês anterior, fixando-se em 2,6% (2,6% em janeiro de 2025).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 113,9 pontos em fevereiro de 2025, aumentando 3,2 pontos em relação ao mês precedente (110,7 pontos em janeiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 111,8 pontos em janeiro para 114,3 em fevereiro e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 108,9 pontos em janeiro para 113,3 pontos em fevereiro.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em fevereiro de 2025, variações homólogas de 3,4% e 8,1%, respectivamente, o que compara com 4,0% e 9,6% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em fevereiro de 2025, valores de 123,6 pontos e 144,4 pontos, respectivamente, o que compara com 123,9 pontos e 143,8 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspenso a partir de janeiro de 2025.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em fevereiro de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 4,4%, inferior em 2,7 pp (pontos percentuais) ao valor registado em janeiro de 2025 (7,1%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 153,9 pontos em fevereiro de 2025, diminuindo 2,9 pontos em relação ao mês precedente (156,8 pontos em janeiro de 2025).

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -168 776 milhões de euros (-59,2% do PIB), o que compara com -177 260 milhões em setembro de 2024 (-63,2% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 625.079 milhões de euros (223,0% do PIB) em setembro de 2024 para 633 009 milhões de euros (222,0% do PIB) em dezembro de 2024.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 420 654 milhões de euros (147,5% do PIB) em dezembro de 2024, o que compara com 409 458 milhões em setembro de 2024 (146,1% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 205.232 milhões de euros (73,2% do PIB) em setembro de 2024 para 198 704 milhões de euros (69,7% do PIB) em dezembro de 2024.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 125 526 milhões de euros (44,0% do PIB) em dezembro de 2024, o que compara com 126 961 milhões em setembro de 2024 (45,3% do PIB). 

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Em dezembro de 2024, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 100,6% do PIB (286 974 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 2,8 p.p. face a setembro de 2024 (103,4%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 94,2% em dezembro de 2024, o que compara com 96,3% em setembro de 2024. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em dezembro de 2024 aos 86,5%, o que compara com 87,6% em setembro de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal   

Em 2024, a economia portuguesa financiou o exterior em 3,3% do PIB. Tratou-se da maior capacidade de financiamento observada desde 1995.

Os particulares, o sector financeiro e as administrações públicas registaram capacidades de financiamento de 4,7%, 1,6% e 0,7% do PIB, respetivamente. As empresas não financeiras foram o único sector residente a apresentar necessidade de financiamento (3,7% do PIB). Em 2024, os particulares foram o sector com maior capacidade de financiamento, 4,7% do PIB, o valor mais elevado desde 2020.

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No 4º trimestre de 2024, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 7,2 % do PIB.

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No 4º trimestre de 2024, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 4,3 % do PIB.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 6 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 3 de abril de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -2,1% (VH), que compara com -0,8% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em março de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 1,9%, valor inferior em 0,5 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 1,9%, diminuindo 0,6 pp face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 1,4%, o que compara com uma variação de -0,1% no mês anterior e de 2,0% em março de 2024.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,4% (2,5% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,5%, (2,5% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 1,9%, diminuindo 0,6 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a março de 2025, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,3 pp à da área do Euro (em fevereiro, a taxa em Portugal tinha sido superior à da área do Euro em 0,2 pp).

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(Gráfico: INE)

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025, as exportações de bens registaram um aumento de 7,5% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 5,6% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 25,7 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de fevereiro de 2025, as exportações de bens aumentaram 11,9% e as importações aumentaram 3,3% face ao período homólogo.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em fevereiro de 2025, as exportações aumentaram 13,5% e as importações cresceram 2,9% face a fevereiro de 2024 (respetivamente 13,7% e 9,8% em janeiro de 2025).

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No período de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025, a taxa de cobertura total foi de 75,1%, correspondendo a um acréscimo de 1,3 pp (pontos percentuais) face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 73,0%, no Comércio Extracomunitário foi de 81,2% e na Zona Euro foi de 71,5%.

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Em fevereiro de 2025, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1951,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -581,9 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -987,8 milhões de euros.

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Nota: VH – variação homóloga; mm3m – médias móveis a 3 meses.

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O comércio internacional português e a fragmentação da economia mundial

O Tema em Destaque do Boletim Económico de dezembro estuda a ligação entre a fragmentação crescente da economia mundial nos últimos anos e a evolução do comércio externo português. Em primeiro lugar, discute-se o aumento do protecionismo a nível global e analisa-se a evolução das barreiras ao comércio português nesse contexto. Em segundo lugar, avalia-se o papel que as considerações geopolíticas têm tido na configuração das importações portuguesas. Este exercício procura compreender até que ponto há sinais de uma maior sensibilidade das importações à distância geopolítica face a Portugal.

Tema em destaque “O comércio internacional português e a fragmentação da economia mundial”, do Boletim Económico do Banco de Portugal de dezembro de 2024

Apresentação 104.º Seminário GEE/GPEARI: O comércio internacional português e a fragmentação da economia mundial.pdf

 

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em fevereiro de 2025, variações homólogas de -0,6% e 4,0%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,1 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,5% no mês de janeiro), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 1,6 p.p. em relação ao mês anterior (5,6% em janeiro).

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspenso a partir de janeiro 2025.

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