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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em fevereiro de 2025, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 4,4%, aumentando 3,8 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de janeiro de 2025 (0,6% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 1,8% e 3,9%, após terem registado variações de 1,8% e 0,8% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -1,0% e 14,2%, após terem registado variações de -9,8% e 7,9% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em fevereiro de 2025, uma variação homóloga de 0,2%, aumentando 4,8 pp em comparação com o mês anterior (-4,6%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 3,3 pp em termos homólogos (7,1% em fevereiro face aos 3,8% registados em janeiro).

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em fevereiro de 2025, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,3% na Zona Euro (ZE20) e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em janeiro de 2025, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,0% na Zona Euro e 0,1% na UE27.

Portugal registou uma variação de 0,0% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,2% em janeiro de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2025, os maiores aumentos foram registados em Chipre (4,7%), Estónia (2,2%) e Lituânia (1,7%). As maiores diminuições foram observadas na Bulgária (-1,7%), nos Países Baixos (-1,4%) e na Polónia (-1,2%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 2,3% na Zona Euro e aumentou 2,0% na UE27, em fevereiro de 2025.

Portugal registou um aumento homóloga de 5,0%, após ter registado um aumento homólogo de 5,4% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2025, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados no Luxemburgo (10,3%), Chipre (8,5%) e Estónia (5,2%). As maiores diminuições foram observadas na Polónia (-1,5%), na Eslováquia (-1,4%) e nos Países Baixos (-1,2%).

(Gráfico: Eurostat)

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Estatísticas das Empresas da Central de Balanços – Banco de Portugal

No 4º trimestre de 2024, a rendibilidade das empresas ― medida pelo rácio entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos (EBITDA) e o total do ativo ― foi de 9,4% (valor igual ao do 3º trimestre de 2024 e ligeiramente inferior aos 9,5% registados no período homólogo). Nos últimos cinco trimestres, verificou-se uma estabilidade da rendibilidade do ativo para o total das empresas.

A rendibilidade do ativo das empresas privadas diminuiu 0,1 pp (pontos percentuais) relativamente ao período homólogo, para 9,5%. Os sectores das sedes sociais e indústrias foram aqueles em que a rendibilidade do ativo mais se reduziu (-1,5 pp e -1,1 pp, respetivamente). Nas sedes sociais, a redução foi justificada pela incorporação de menores resultados das subsidiárias. No caso das indústrias, acresceu o efeito da diminuição do EBITDA decorrente do aumento dos gastos com pessoal.

Nas empresas dos sectores dos transportes e armazenagem e da construção, a evolução foi diferente: a rendibilidade aumentou em relação ao trimestre homólogo (+1,3 pp e +0,9 pp, respetivamente). Para o crescimento registado nos transportes e armazenagem contribuiu o aumento do EBITDA em atividades de tráfego aeroportuário. Na construção, a subida refletiu a melhoria generalizada do EBITDA do sector.

A rendibilidade das empresas públicas foi de 7,3% (+0,5 pp do que no período homólogo).

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A autonomia financeira das empresas, medida pelo peso do capital próprio no total do ativo, manteve a tendência de aumento pelo nono trimestre consecutivo, fixando-se em 45,6% no 4º trimestre de 2024 (44,1% no período homólogo).

No final do 4º trimestre de 2024, a autonomia financeira das empresas privadas era de 45,8%. Em comparação com o período homólogo, este indicador aumentou em todos os sectores, com exceção das sedes sociais. A subida foi mais acentuada no sector do comércio (+2,1 pp). O aumento da autonomia financeira reflete a retenção de resultados das empresas e foi transversal a todos os sectores de atividade. Por classe de dimensão, o crescimento foi mais acentuado nas pequenas e médias empresas (PME). A autonomia financeira das PME aumentou 1,9 pp relativamente ao trimestre homólogo, para 46,0%. Nas grandes empresas, o acréscimo foi de 1,3 pp, para 41,4%.

A autonomia financeira das empresas públicas cresceu de 36,9%, no final do quarto trimestre de 2023, para 37,2% no final do quarto trimestre de 2024.

Para o total das empresas, o peso dos financiamentos obtidos no total do ativo diminuiu de 27,6% para 26,6%. Esta descida reflete a redução continuada dos empréstimos contraídos junto do sector financeiro e junto de empresas do grupo. O decréscimo foi transversal a todas as classes de dimensão e a todos os sectores, com exceção das sedes sociais e das empresas públicas. Em ambas se observou um aumento do financiamento por títulos de dívida.

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Após nove trimestres consecutivos a aumentar, o custo dos financiamentos obtidos reduziu-se, fixando-se em 4,8%. Esta redução refletiu a tendência de descida das taxas de juro, que se iniciou em meados de 2024. Apesar da redução verificada neste trimestre, o custo dos financiamentos obtidos era ainda 0,3 pp superior ao registado no período homólogo, situação que foi transversal a todos os sectores de atividade, com exceção da construção.

A cobertura dos gastos de financiamento das empresas (medida de pressão financeira que quantifica o número de vezes que o EBITDA gerado pelas empresas é superior aos seus gastos de financiamento) reduziu-se, em termos homólogos, de 7,4 para 7,1. Para esta redução contribuíram as indústrias e as sedes sociais. Pelo contrário, no sector da construção, a cobertura dos gastos de financiamento aumentou.

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de fevereiro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 4,33%, aumentando 0,05 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 3,89% e 4,28% em janeiro de 2025 para 3,95% e 4,17% em fevereiro de 2025, respetivamente.

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Em fevereiro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,09 pp (pontos percentuais), de 4,24% para 4,33%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros aumentaram para 4,62% e 4,35%, respetivamente, após terem registado valores de 4,60% e 4,33% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 4,32%, o que compara com 4,14% no mês anterior.

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No mês de fevereiro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 1,51%, diminuindo 0,11 pp face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 2,82 pp.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 2,00% e 2,25% em fevereiro de 2025, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,95 pp e 1,92 pp, respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de março de 2025, foram matriculados 27.787 veículos, o que representa um aumento homólogo de 5,9%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 1,3% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 7,8% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de -8,5%.

Entre janeiro e março de 2025 foram matriculados 67.788 veículos, o que representa uma diminuição homóloga de 1,1%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um decréscimo de 15,3% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de -0,8% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um aumento de 0,7% (VHA).

De janeiro a março de 2025, registaram-se 58.545 matrículas de veículos ligeiros de passageiros, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal aumentaram 0,01 pp (pontos percentuais), de 4,36% em janeiro para 4,37%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro aumentaram 0,09 pp em comparação com o mês precedente, fixando-se em 4,33%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,04 pp, registando um valor de 4,40%. 

Entre janeiro e fevereiro de 2025, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros aumentaram 0,02 pp e acima de 1 milhão de euros aumentaram 0,18 pp, fixando-se em 4,35% e 4,32%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,07 pp entre janeiro e fevereiro de 2025, fixando-se em 3,17%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo diminuíram 0,09 pp, fixando-se em 9,03%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,02 pp entre janeiro e fevereiro de 2025, fixando-se em 3,93%.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 5 085 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 17,1% (mais 17,9 (pontos percentuais, pp, face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 31,0% (mais 34,3 pp quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 8,6% (mais 7,7 pp face a janeiro de 2025).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 9 906 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 7,6%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 4 156 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 11,8% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 5 750 milhões de euros, atingindo os 4,7% de variação homóloga acumulada.

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Taxas de Câmbio – BCE

No mês de março de 2025, 1,0000 Euro (EUR) equivaleu, em média, a 1,0807 Dólares americanos (USD).

As taxas de câmbio de algumas moedas (valor da média mensal) face ao Euro (EUR) foram as seguintes:

 

     março de 2024  fevereiro de 2025  março de 2025
 Dólar dos EUA  USD   1,0872 1,0413 1,0807
 Libra Esterlina GBP  0,8552   0,8307   0,8370
 Franco Suíço CHF  0,9656   0,9413   0,9548
 Iene JPY  162,77   158,09   161,17

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Taxa de Desemprego – Eurostat

Em fevereiro de 2025, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,4%, aumentando 0,1 pontos percentuais (pp) em relação à percentagem registada no mês anterior (6,3%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 0,1 pp (6,5%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em fevereiro de 2025, situou-se em 10,4%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior (10,5%) e apresentou uma variação de -1,4 p.p. face ao verificado no período homólogo (11,8%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em fevereiro de 2025, se tenha situado em 6,1%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior (6,2%) e diminuindo 0,4 pp em termos homólogos (6,5%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 5,7%, diminuindo 0,1 pp relativamente ao mês anterior.

Em fevereiro de 2025, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 20,9%, aumentando 0,6 pp em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 1,6 pp (22,5%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,3%, mantendo-se constante relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 25,5%, em fevereiro de 2025, aumentando 0,2 pp face ao mês anterior e registando uma variação de -2,0 p.p. face ao verificado no período homólogo (27,5%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 9,1%, diminuindo 0,2 pp em relação ao mês de janeiro de 2025 (9,3%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em fevereiro de 2025, nos 14,2%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,3%, permanecendo inalterado em relação a janeiro de 2025. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 14,5%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 4,9%, o mesmo valor que o mês anterior.

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