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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 535 milhões de euros, aumentando 945 milhões de euros em relação ao mês anterior, tendo registado 932 milhões de euros em janeiro de 2024.

A Balança Corrente registou um saldo de 493 milhões de euros, aumentando 1356 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 411 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 42 milhões de euros.

Em janeiro de 2025, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -236 milhões de euros, o que compara com -296 milhões de euros no mês precedente.

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Índice de Preços da Habitação – INE

Em 2024, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou 9,1%, mais 0,9 pontos percentuais (pp) que em 2023, tendo os preços das habitações existentes aumentado 9,7% e das novas 7,5%.

No ano de 2024 transacionaram-se 156 325 habitações, o que representa um aumento de 14,5% face a 2023. Em valor, o conjunto das transações totalizou 33,8 mil milhões de euros, mais 20,8% que no ano anterior. As habitações existentes aumentaram 14,8% e 21,1%, respetivamente, em número e valor transacionado. Relativamente às habitações novas, os crescimentos foram 13,4% em número e 20,0% em valor.

Em 2024, as vendas de alojamentos ao sector institucional das Famílias aumentaram 15,2% face ao ano precedente, fixando-se em 134 540 unidades e totalizando 28,7 mil milhões de euros.

No último ano, 9 774 habitações foram adquiridas por compradores com domicílio fiscal fora do Território Nacional, correspondendo a uma redução de 5,9% relativamente a 2023.

(Gráfico: INE)

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 11,6% no 4º trimestre de 2024, mais 1,8 pp que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 12,4% e o das habitações novas foi de 9,6%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 3,0% (3,7% no 3º trimestre de 2024), tendo os alojamentos existentes registado uma taxa de variação de 3,0% e os alojamentos novos apresentado um aumento de 2,9%.

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No 4º trimestre de 2024, foram transacionadas 45 214 habitações, o que representa um aumento de 32,5% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 10,2 mil milhões de euros, mais 41,8% do que no 4º trimestre de 2023.

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Indicadores de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 2,7% em fevereiro de 2025, que compara com 2,8% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em janeiro de 2025, registou o valor de 0,9% (VH), inferior em 0,3 p.p. em relação ao mês anterior (1,2%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -13,7 (sre/ve), que compara com o valor de -17,0 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em fevereiro de 2025, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,4% (VH) e para os serviços foi de 3,8% (VH). Estes valores comparam com 1,1% (VH) e 4,5% (VH) registados no mês de janeiro de 2025, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 16 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 13 de março de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 1,8% (VH), que compara com 0,7% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Boletim Económico – Banco de Portugal

As projeções para a economia portuguesa 2025-2027, divulgadas hoje pelo BdP (Banco de Portugal), apontam para um crescimento de 2,3% para 2025 (revisão em alta em 0,1 pp (pontos percentuais) face às previsões do Boletim Económico de dezembro), e para um crescimento de 2,1% em 2026 (valor revisto em baixa em 0,1 pp face às previsões do Boletim Económico de dezembro) e para um crescimento de 1,7% em 2027 (sem revisão face a dezembro).

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2025 são de 2,3%, revendo em alta face ao Boletim de dezembro em 0,2 pp. (2,1% nas projeções de dezembro).

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (% do PIB), o valor foi revisto em alta para 4,5% para 2025 (de 4,0% em dezembro).

Para 2025, mantêm a previsão da taxa de desemprego em 6,4%, face às previsões do Boletim Económico de dezembro.

(Tabela: Banco de Portugal)

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Índice de Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 4º trimestre de 2024, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 9,6% em relação ao período homólogo.

Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (9,6%) e pelo aumento dos outros custos salariais (9,5%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 9,6% e o sector privado registou um aumento de 9,6%, sendo que a Indústria registou um aumento de 9,9% (VH), a Construção registou um aumento de 13,4% (VH) e os Serviços um aumento de 9,0% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 3.7% (VH) na Zona Euro e aumentou 4,3% (VH) na UE.

Os Estados-membros que registaram o maior crescimento foram a Croácia (13,9%), Polónia (13,8%), Roménia (13,1%) e Bulgária (13,0%). Não se registaram descidas.

Os custos laborais aumentaram, assim, em todos os países da União Europeia, no 4º trimestre de 2024.

(Gráfico: Eurostat)

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em fevereiro de 2025, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,5%, inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,1% entre janeiro e fevereiro de 2025.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,3%, diminuindo 0,2 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,7% (VH) em fevereiro de 2025, diminuindo em 0,1 p.p. face ao valor de janeiro. A variação mensal do índice situou-se em 0,4% na Zona Euro e na UE27.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,7% para Portugal, de 2,3% para a Zona Euro e 2,6% para a UE27.

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 4 216 milhões de euros, o que compara com um valor de 4 133 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 686 milhões de euros (183 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de fevereiro de 2025, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 307 604 milhões de euros, aumentando 5047 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 10,0%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 44 887 milhões de euros, aumentando 810 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 14,1%.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em fevereiro de 2025, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -0,4%, menos 0,1 pp face ao registado no mês anterior (-0,3%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 5,7%, mais 1,5 pp face à variação verificada no mês de janeiro de 2025 (4,2%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de -3,1% e -1,4%, respetivamente, o que compara com as variações de -2,8% e -0,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 1,3% (1,3 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -2,2% em termos homólogos (-1,5% no mês anterior) e de 0,1% em termos mensais (0,7% em fevereiro de 2024).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 118,2 pontos em fevereiro de 2025, mais 0,4 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 0,4 pontos para 115,1 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 2,9 pontos para 118,1 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,8 pontos face ao mês anterior para 111,9 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 0,3 pontos, passando de 124,9 pontos em janeiro para 124,6 em fevereiro.

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em fevereiro de 2025, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,830%, registando uma diminuição de 0,154 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (3,984%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses aumentou para 3,200%, o que compara com 3,169% em janeiro de 2025.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 69 512 euros, registando um aumento de 560 euros face ao mês anterior (68 952 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 400 euros em fevereiro de 2025, mais 1 euros que em janeiro de 2025 e menos 3 euros que em fevereiro de 2024. Deste valor, 221 euros (55%) correspondem a pagamento de juros e 179 euros (45%) a capital amortizado. Em fevereiro de 2024, a componente de juros representava 62% do valor médio da prestação.

Em fevereiro de 2025, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 622 euros, o que equivale a um aumento de 21 euros relação ao mês anterior (601 euros).

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