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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em setembro de 2025, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,228%, registando uma diminuição de 0,079 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (3,307%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 2,873%, o que compara com 2,883% em agosto de 2025.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 73 496 euros, registando um aumento de 634 euros face ao mês anterior (72 862 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 393 euros em setembro de 2025, menos 1 euro que em agosto de 2025 e menos 11 euros que em setembro de 2024. Deste valor, 195 euros (49,6%) correspondem a pagamento de juros, a primeira vez desde maio de 2023 que tem um peso inferior a 50%, e 198 euros (50,4%) a capital amortizado. Em setembro de 2024, a componente de juros representava 59% do valor médio da prestação.

Em setembro de 2025, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 666 euros, o que equivale a um aumento de 15 euros relação ao mês anterior (651 euros).

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em setembro de 2025, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -3,7%, mais 0,6 pp face ao registado no mês anterior (-4,3%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -6,8%, mais 2,3 pp face à variação verificada no mês de agosto de 2025 (-9,1%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de -3,6% e -4,6%, respetivamente, o que compara com as variações de -3,9% e -4,8%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 1,9% (1,9 % no mês anterior).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 115,2 pontos em setembro de 2025, menos 0,4 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 0,8 pontos para 112,6 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 0,9 pontos para 107,2 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,1 pontos face ao mês anterior para 111,8 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram o mesmo valor de agosto (124,1 pontos).

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e agosto de 2025, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 107,1 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 123,3 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 2,6% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 1,4% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 85,6 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 106,6 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 2,5% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 1,8% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em setembro de 2025, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 5 442 milhões de euros, o que compara com um valor de -303 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 51 milhões de euros (100 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de setembro de 2025, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 326 540 milhões de euros, aumentando 5 930 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 8,3%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 47 864 milhões de euros, aumentando 45 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 11,5%.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 12 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada nas semanas anteriores. Em 9 de outubro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 0,0% (VH), que compara com -0,3% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em agosto de 2025, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,2% na Zona Euro e -1,0% na UE, face ao mês anterior. Em julho de 2025, a produção industrial tinha registado variações de 0,5% na Zona Euro e de 0,4% na UE.

Portugal registou um aumento de 2,2% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,6% em julho de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2025, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (9,8%), Luxemburgo (4,8%) e Suécia (3,6%). As maiores diminuições foram observadas na Alemanha (-5,2%), Grécia (-4,5%) e Áustria (-3,1%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 1,1% na Zona Euro e 1,1% na UE, em agosto de 2025. Portugal registou um aumento de 1,8%, após ter registado um aumento de 1,8% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2025, os maiores aumentos foram registados na Irlanda (28,6%), no Luxemburgo (9,5%) e na Suécia (8,3%). As maiores diminuições foram observadas na Bulgária (-8,6%), Eslováquia (-6,3%) e Dinamarca (-5,0%).

(Gráfico: Eurostat)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em setembro de 2025, uma variação homóloga de 15,0%, o que se traduz num aumento de 17,8 pp (pontos percentuais) face ao mês precedente (-2,8%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 64,4 pontos, o que compara com 49,5 pontos no mês anterior e 56,0 pontos em setembro de 2024.

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World Economic Outlook – FMI

No World Economic Outlook (WEO) divulgado hoje, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa de 1,9% para 2025 (revisão em baixa em 0,1 pontos percentuais (pp) face às previsões do WEO de abril de 2025), de 2,1% em 2026 (revisão em alta em 0,4 pp) e de 1,7% em 2027.

As previsões do FMI para a taxa de desemprego para Portugal são de 6,4% e 6,3% para 2025 e 2026, respetivamente (valores sem revisão face às previsões do WEO de abril de 2025).

Relativamente ao saldo da Balança Corrente em percentagem do PIB, o FMI prevê um valor de 1,8%, 1,9% e 1,1% para 2025, 2026 e 2027, respetivamente (1,7% para 2025 e 1,5% para 2026 nas previsões de abril). No que se refere à variação do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), o FMI prevê 2,2% para 2025, 2,1% para 2026 e 2,0% para 2027 (1,9% em 2025 e 2,1% em 2026 nas previsões de abril).

(Tabela FMI)

O FMI prevê, ainda, um crescimento real do PIB mundial de 3,2% em 2025 (sem revisão valor revisto em alta em 0,4 pp face ao update de abril) e de 3,1% em 2026 (revisão em alta em 0,1 pp).

As economias desenvolvidas deverão ter um aumento do PIB de 1,6% em 2025 e um aumento de 1,6% em 2026.

Prevê para a Zona Euro um crescimento do PIB de 1,2% em 2025 (valor revisto em alta em 0,4 pp face ao update de abril) e de 1,1% em 2026 (revisão em baixa em 0,1 pp).

O crescimento do PIB previsto pelo FMI para os países emergentes é de 4,2% em 2025 e 4,0% em 2026.

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(Tabela: FMI)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em agosto de 2025, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,3% e 7,8%, respetivamente. No mês de julho de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,2% e 7,0%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,6% no Índice de Emprego e de 10,0% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em agosto de 2025, um valor de 113,0 pontos, diminuindo 1,1 pontos relativamente ao mês precedente (114,1 pontos em julho). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 140,7 pontos em agosto de 2025, diminuindo 16,6 pontos em relação ao mês anterior (157,3 pontos em julho).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em agosto de 2025, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 2,6%, inferior em 0,3 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (3,0%), resultado particularmente influenciado pela evolução da Construção de Edifícios:

– A Construção de Edifícios aumentou 3,5%, taxa 0,5 p.p. inferior à registada em julho;

– A Engenharia Civil registou um crescimento de 1,3% no mês em análise, menos 0,1 p.p. que no mês anterior

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,2 pp face ao mês anterior, fixando-se em 2,5% (2,3% em julho de 2025).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 113,5 pontos em agosto de 2025, aumentando 1,2 pontos em relação ao mês precedente (112,3 pontos em julho). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 112,8 pontos em julho para 114,0 em agosto e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 111,5 pontos em julho para 112,8 pontos em agosto.

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