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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em agosto de 2025, a Dívida Pública situou-se em 288,4 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 0,3 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 14,6 mil milhões de euros face ao mês homólogo. A instituição refere que variação refletiu o aumento dos empréstimos (+0,5 mil milhões de euros) — em resultado, sobretudo, do recebimento de uma nova tranche do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) — e dos certificados de aforro (+0,3 mil milhões de euros). Esta evolução foi parcialmente compensada pela diminuição dos títulos de dívida (-0,4 mil milhões de euros) e dos certificados do Tesouro (-0,2 mil milhões de euros).

Em junho de 2025, a Dívida Pública foi de 96,8% do PIB, o que representa uma variação de 1,8 pontos percentuais (pp) face ao trimestre anterior e de -2,3 pp face ao trimestre homólogo.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em agosto de 2025, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 5 074 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 11,7% (menos 10,1 pontos percentuais, pp, face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 16,3% (mais 2,6 pp quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 8,6% (menos 21,3 pp face a julho de 2025).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 44 505 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 14,8%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 19 437 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 16,6% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 25 068 milhões de euros, atingindo os 13,4% de variação homóloga acumulada.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em agosto de 2025, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 3,1%, o que corresponde a um aumento 0,7 pontos percentuais (pp) relativamente à do mês anterior (2,4%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -3,2% e 15,5%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 1,6%.

O Índice de Produção Industrial registou uma variação mensal de 1,6% em agosto (-0,6% em julho).

(Gráfico: INE)

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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em agosto de 2025, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 3,9%, superior em 0,4 pontos percentuais (pp) à observada em julho de 2025 (3,5%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 9,3%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 1,9% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 4,5%, valores que comparam com 7,0%, 0,5% e 6,2% no mês anterior, respetivamente.

(Gráfico: INE)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em agosto de 2025, foi estimada em 5 265,4 mil pessoas, aumentando face ao mês anterior (2,1 mil pessoas; a que correspondeu uma variação relativa quase nula). A taxa de emprego estimada situou-se em 65,4%, tendo diminuído 0,1 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior (revista em alta de 65,4% para 65,5%).

A população desempregada, estimada em 341,3 mil pessoas, aumentou 2,3% em relação ao valor registado para o mês anterior (7,7 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,1%, tendo diminuído 0,1 pp em relação ao mês anterior (revista em alta de 5,8% para 6,0%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 18,9%, tendo diminuído 0,6 pp em relação ao mês anterior (revista em alta de 18,9% para 19,5%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,1% e aumentou 0,2 pp em relação ao mês anterior.

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Em agosto de 2025, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 65,8% (65,8% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 5,9% (5,6% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 2,4% em setembro de 2025, taxa inferior em 0,4 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior.

O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,0%, taxa inferior em 0,4 pp à do mês precedente. A variação do índice relativo aos produtos energéticos foi 0,3% (-0,2% em agosto) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados ter-se-á mantido nos 7,0%.

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,9% (-0,2% em agosto e 1,3% em setembro de 2024).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (valor idêntico no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 1,9% (2,5% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Atividade Turística – INE

Em agosto de 2025, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 10,7 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 1,1% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,9 milhões de dormidas (-0,5%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 3,8 milhões de dormidas (4,1%, VH).

De janeiro a agosto de 2025, a hotelaria registou 56,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (2,4%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 17,4 milhões de dormidas (5,7%, VHA) e os não residentes representam 39,1 milhões de dormidas (1,0%, VHA).

Em agosto de 2025, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 1011,3 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 6,5%.

Em termos regionais (NUTS II), em agosto de 2025, destacam-se as regiões do RA Madeira (13,1%), do Alentejo (10,3%) e do RA Açores (8,4%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a agosto de 2025, foram registados 4893,0 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 7,9%.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em setembro de 2025, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 105,1 pontos, o que compara com o valor de 107,0 pontos verificado em agosto de 2025.

Para a evolução negativa contribuíram os sectores do Comércio a Retalho (de 3,5 para 3,4), Serviços (de 12,9 para 8,9) e Construção (de 2,6 para 2,4), ao contrário da Indústria (de -3,1 para -3,4 pontos). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -17,2 para -17,1.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 0,6 pontos na União Europeia (de 94,9 pontos em agosto para 95,5 pontos em setembro), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 0,2 pontos (de 95,3 pontos em agosto para 95,5 pontos em setembro).

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em agosto de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 965 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,0% face ao mês anterior e a um aumento de 18,1% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2 269 euros/m2, registando um aumento de 0,7% em relação ao mês anterior e um aumento 22,6% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 430 euros/m2, aumentando 1,1% face ao mês precedente e aumentando 10,3% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,1%); Centro (0,2%); Oeste e Vale do Tejo (3,0%); Grande Lisboa (0,1%); Península de Setúbal (1,8%); Alentejo (0,4%); Algarve (0,5%); Região Autónoma dos Açores (0,8%) e Região Autónoma da Madeira (2,3%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (16,7%); Centro (12,0%); Oeste e Vale do Tejo (19,9%); Grande Lisboa (20,4%); Península de Setúbal (24,7%); Alentejo (14,2%); Algarve (18,0%); Região Autónoma dos Açores (10,1%) e Região Autónoma da Madeira (18,5%).   

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